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  • Século XVIII, o século dos grandes relojoeiros (6ª Parte)

    Por: Sílvio Pereira Nesta sexta parte do conjunto de artigos relacionados com a história da relojoaria e dos relojoeiros do século XVIII, a segunda dedicada exclusivamente à relojoaria francesa, dissecamos a vida e obra desse grande mestre relojoeiro que foi Ferdinand Berthoud. São de realçar o extraordinário contributo que deu para a evolução de muitas técnicas relojoeiras, como são os casos dos cronómetros marítimos, mas também as grandes complicações, principalmente as ligadas à equação do tempo. Durante a sua vida, Berthoud escreveu e publicou alguns dos tratados mais importantes sobre a relojoaria, vindo a ser um dos grandes divulgadores das técnicas e tendências que se iam desenvolvendo ao longo desse século. Ferdinand Berthoud 18.03.1727 – 20.06.1807 Ferdinand Berthoud nascido em Plancemont, Suíça, era filho de Judith e Jean Berthoud, um arquiteto de formação e carpinteiro por vocação. Desde a infância, demonstrou um interesse precoce pela relojoaria iniciando uma aprendizagem de quatro anos com o irmão mais velho, Jean Jacques, em Março de 1741. Com uma recomendação excepcional do irmão, Berthoud viajou para Paris em 1745 para melhorar o seu talento natural. Graças à influência do irmão, em Paris Berthoud rapidamente construíu uma notável reputação na cidade a partir de 1753. Destacou-se como um dos principais relojoeiros da época, sendo elogiado pela capacidade de criação de relógios de alta precisão atraindo rasgados elogios e clientes prestigiados. Em 1753, Berthoud construíu um longo relógio de caixa com equação do tempo, o que lhe valeu o apoio da Real Academia das Ciências em nome do rei Luís XV. Era uma honra rara que permitiu tornar-se mestre, apesar de não ser cidadão francês, que foi concedida a Berthoud em Novembro do mesmo ano. Posteriormente, abriu uma oficina na Rue du Harlay que, por coincidência, era a mesma rua onde Julien Le Roy também tinha a sua. Em 1754, Berthoud apresentou um projeto à Royal Academy of Sciences, que incluía um cronómetro marítimo, marcando a primeira menção registada dos seus esforços para resolver o problema da Longitude. No entanto, a máquina, em si nunca foi registada. Juntamente com Julien Le Roy, Pierre Le Roy e Jean Romilly, Berthoud foi convidado a contribuir para a Enciclopédia de Diderot e d'Alembert em 1755. O seu primeiro livro sobre relojoaria foi publicado em 1759. Em determinado momento, Berthoud considerou patentear a sua nova invenção de compensação de temperatura para a mola de balanço. No entanto, descobriu que esse sistema já havia sido inventado por John Jefferys, que, juntamente com John Harrison, estava prestes a desenvolver o relógio mais preciso até ao momento conhecido. No início de 1761, Berthoud apresentou o seu primeiro Relógio Marítimo, conhecido como o número um, mas infelizmente não funcionava adequadamente. Numa carta que escreveu a Pierre Jaques Droz em 1763, Berthoud expressou a sua admiração por Henry Sully e Julien Le Roy, especialmente em relação ao uso e desenvolvimento das técnicas que eles desenvolveram. No mesmo ano, Bertthoud foi encarregado pelo rei para examinar o H4 de Harrison. No entanto, a sua viagem a Londres em maio de 1763 foi em vão, pois Harrison recusou-se a mostrar o H4 a Berthoud. Apesar disso, após o seu regresso a Paris, a Academia Real Britânica de Ciências elegeu Berthoud como membro estrangeiro a partir de 16 de fevereiro de 1764, o que elevou ainda mais a sua reputação internacional no campo da relojoaria de precisão. Daniel Bernoulli, um matemático e físico suíço respeitado e membro da elite francesa, apoiou igualmente a eleição de Berthoud. No início de 1766, Berthoud regressou a Londres com o objetivo de finalmente ver o H4. Harrison pediu uma contrapartida de 4000 libras pela revelação dos segredos do H4, mas Berthoud chegou com apenas 500 libras. Apesar das repetidas recusas de Harrison, Berthoud não se deixou desanimar e convidou Thomas Mudge para jantar, uma vez que sendo este membro do painel de divulgação do Conselho de Longitude tinha informações privilegiadas sobre o H4. Durante o jantar, Mudge partilhou com Berthoud tudo o que sabia sobre este relógio, com a intenção de atuar no interesse do conselho, que acreditava que o conhecimento deveria ser disseminado. Embora Mudge tenha agido no interesse do conselho, as suas ações foram contrárias aos interesses de Harrison. No entanto, Berthoud parecia satisfeito com as informações que recebeu, embora ainda não tivesse acesso ao H4. Felizmente para Harrison, Berthoud não conseguiu fazer bom uso das informações fornecidas por Mudge. Durante a sua viagem, Berthoud teve a oportunidade de ver as ferramentas usadas pelos especialistas britânicos na construção de cronómetros marítimos. Tentou adquiri-las para si, através do patrocínio do rei. Berthoud e Pierre Le Roy eram rivais nas tentativas de criar um cronómetro marítimo fiável para determinar a longitude no mar. Embora ambos tenham conseguido desenvolver cronómetros precisos, optaram por abordagens diferentes. Berthoud utilizou um design baseado em molas, enquanto Le Roy adotou um design com base num pêndulo. No final do século XVIII, dois dos cronómetros de Berthoud, designados como número 6 e número 8, juntamente com um cronómetro fabricado por Le Roy, foram submetidos a testes em duas fases. Esses testes ocorreram entre os anos de 1768 e 1772. Os resultados demonstraram que tanto os cronómetros de Berthoud quanto o de Le Roy eram altamente precisos e fiáveis. Embora o Sistema de Le Roy fosse considerado mais fiável, o relógio número 8 de Berthoud teve um desempenho considerado a todos os níveis impecável. Devido a circunstâncias desafortunadas, Berthoud teve uma vantagem que lhe assegurou o título, em 1 de Abril de 1770, de “Relojoeiro Mecânico” do Rei e da Marinha, como reconhecimento pelo seu trabalho. Le Roy não conseguiu igualar a competência persuasiva de Berthoud, apesar de ter expressado críticas públicas ao trabalho deste último. Le Roy optou por se retirar completamente da competição. Berthoud produziu 75 cronómetros marítimos ao longo de um período de 35 anos. O trabalho pioneiro de Pierre Le Roy em relação aos cronómetros marítimos foi negligenciado durante muito tempo, até que o interesse e a pesquisa na história da relojoaria, no final do século XIX, resgataram a sua merecida reputação. No final do século XVIII, o trabalho de Berthoud foi continuado pelo seu sobrinho Louis Berthoud (1754 – 1813). Este tornou-se seu aprendiz em 1769, aos 15 anos de idade. Em 1770, Ferdinand Berthoud tomou a decisão de concentrar-se exclusivamente na produção de cronómetros marítimos, deixando para o seu sobrinho a produção de relógios simples para clientes particulares. Berthoud realizou estudos abrangentes sobre a precisão da relojoaria, abordando questões como os diferentes tipos de escapes, incluindo o de cilindro, o de detent e o de âncora, além de investigar a problemática do atrito, o isocronismo do equilíbrio germinado, a compensação térmica e indicação do tempo verdadeiro e médio. Essas pesquisas tinham como objetivo principal melhorar a precisão dos relógios marítimos e os seus equivalentes civis. Berthoud construiu relógios mais simples e acessíveis como fonte de financiamento para estudos e pesquisas em cronómetros marítimos. Em 1775, entregou a administração da oficina ao seu sobrinho Henry Berthoud, irmão de Louis. Infelizmente, a liderança de Henry foi desastrosa, culminando na sua trágica morte por suicídio em 29 de junho de 1783. A gestão imprudente deixou para trás uma dívida significativa de 60.000 libras. Após a morte de Henry, o sobrinho de Ferdinand, Louis Berthoud, assumiu a liderança da oficina em 1784. Como resultado dessa transição, o tamanho da oficina foi reduzido e algumas áreas do trabalho foram subcontratadas a outras oficinas. No entanto, Ferdinand e Louis Berthoud ainda eram os responsáveis pelo acabamento final dos movimentos. É interessante notar que apenas por volta de 1787, Louis Berthoud obteve permissão para assinar o próprio trabalho, o que indica que não era devidamente reconhecido anteriormente. Apesar das contribuições substanciais, Louis manteve um ressentimento duradouro em relação a Ferdinand por não receber o devido reconhecimento, um sentimento que perdurou ao longo da sua vida. É relevante ressaltar que Louis Berthoud foi nomeado "Relojoeiro da Marinha Imperial" por Napoleão Bonaparte em 1802, uma nomeação que ocorreu em alternativa a Abraham Louis Breguet. Essa escolha pode ter sido influenciada por uma experiência desfavorável que o Imperador teve com um relógio de repetição perpétua (nº 216) comprado a Breguet para a sua "campanha no Egito" em 1798, que não resistiu à areia. Além disso, há rumores de que um modelo de horas saltantes Breguet[1] fez Napoleão perder uma reunião importante, o que teria causado irritação a ponto de supostamente destruir o relógio em pedaços. Ferdinand Berthoud é conhecido por adotar uma abordagem distintiva ao assinar as suas criações relojoeiras. Reservava a assinatura completa, “Ferdinand Berthoud” para as peças mais notáveis e meticulosamente trabalhadas. Essas eram geralmente as peças a que dedicava maior atenção e que representavam verdadeiras obras-primas da sua carreira. A assinatura completa tinha diversas conotações: ·         Identificação de Excelência: Quando um relojoeiro assinava uma peça com o nome completo, era indicativo de que aquela obra era excepcional e merecia destaque especial. ·         Valor e Prestígio: A presença da assinatura completa aumentava o valor do relógio, tornando-o mais desejável para colecionadores e conhecedores. ·         História e Autenticidade: Relógios assinados com o nome completo de Ferdinand Berthoud tinham uma ligação direta com a sua notável carreira e contribuição para a relojoaria. Por outro lado, peças menos significativas ou aquelas que foram produzidas ou finalizadas posteriormente na sua oficina, especialmente após 1770, eram habitualmente assinadas como “Fd. Berthoud”. É relevante notar que muitos relógios rotulados apenas como “Berthoud à Paris” sem numeração são frequentemente considerados falsificações contemporâneas, particularmente se não apresentarem caraterísticas autênticas distintas. No entanto, existem algumas excepções, alguns relógios originais foram assinados desta forma. Ferdinand Berthoud foi um relojoeiro de natureza modesta e humilde ao longo de toda a sua vida. A devoção à arte da relojoaria e as suas notáveis contribuições foram reconhecidas em 1802, quando Napoleão Bonaparte lhe concedeu a distinção de Cavaleiro da Legião de Honra. Esse prestigioso reconhecimento refletiu o apreço do Império Francês pelo seu trabalho exemplar. Berthoud passou os últimos dias de vida na sua pequena residência em Grossly, próxima a Montmorency, ao norte de Paris. Faleceu aos 80 anos de idade, em 1807, deixando para trás um legado duradouro que continua a inspirar e influenciar a relojoaria até aos dias de hoje. O legado de Ferdinand Berthoud encontra-se no Museu do Conservatório de Artes e Ofícios, Paris A oficina de Ferdinand Berthoud recebeu o patrocínio real de Luís XVI em 1782. Foi-lhe concedida autorização para continuar as pesquisas sobre cronómetros marítimos e para utilizar as instalações e recursos disponibilizados pelo monarca. No entanto, é importante ressaltar que a oficina e todo o seu conteúdo permaneceram como propriedade do rei. Após o falecimento do mestre relojoeiro em 1807, todo o conteúdo da oficina foi transferido para o Museu do Conservatório de Artes e Ofícios em Paris. Esse museu, fundado em 1794, abriga e conserva esses valiosos tesouros até à actualidade. Os visitantes têm oportunidade de admirar a maioria dos cronómetros marítimos, bem como ferramentas e a bancada de trabalho, numa exposição permanente que preserva o legado excepcional desse notável artífice. Ferdinand Berthoud, Paris, nº 649, 1768 Relógio em latão dourado, exibe corda frontal, fusée e movimento de repetição de um quarto com dois martelos “à toc”, tendo a placa do mostrador 40,0 mm de diâmetro. O mostrador regulador é prateado, e o ponteiro regulador é em aço azulado, adicionando um toque de sofisticação. Possui pilares de balaústre redondos de tamanho muito reduzido, e a placa traseira ostenta a gravação “Ferdinand Berthoud A PARIS” com o número “649”. O aro do mostrador é habilmente decorado com figuras geométricas e carrega a assinatura “Ferdinand Berthoud”. O mostrador em cobre esmaltado é adornado com algarismos arábicos, com a “Flor de lis” e indexes de linha, inclui ainda a assinatura completa “Ferdinand Berthoud”. Notavelmente, o contra-esmalte exibe a assinatura “Coteau”. É importante mencionar que falta corrente do fusée. Esta peça pertence ao período crítico das tentativas de Berthoud na criação de cronómetros marítimos, especificamente os modelos 6 e 8. O movimento foi datado com o auxílio do número 417, uma peça experimental pertencente ao Museu Britânico, que contém a assinatura “Ferdinand Berthoud inv. e fecit. 1763” na placa do mostrador. Contudo, datá-lo com precisão pode ser desafiador, devido à complexidade das marcações nas caixas, que muitas vezes eram combinadas com movimentos de diferentes períodos.  Além disso, também eram frequentemente armazenados em embalagens durante vários anos antes de serem vendidos. Nesta imagem, é apresentado um cronómetro de repetição de alta qualidade, repleto de atributos que remetem à famosa oficina de Julien Le Roy. Uma das caraterísticas distintivas é a assinatura delicadamente gravada na borda da placa do mostrador, uma marca registada da excelência da oficina de Julien Le Roy. Além disso, o mecanismo de repetição, um dos destaques deste relógio, encontra-se discretamente localizado abaixo do mostrador, também um traço típico das peças produzidas por esta ilustre oficina. O mostrador é uma obra-prima por si só, mantido firmemente no lugar por um parafuso meticulosamente trabalhado. Nele, os algarismos arábicos, inspirados no estilo elegante de Jean Antoine Lépine, são um testemunho da atenção aos detalhes que define o trabalho de Berthoud. Lépine, assim como Berthoud, era um avaliador exigente em relação aos novos tipos de escape, preferindo a fiabilidade comprovada do escape de borda[2]. É notável que, em movimentos posteriores do mesmo tipo de relógio, tenha sido implementado o escape de cilindro em latão e os segundos centrais, sugerindo uma adaptação à precisão e ao estilo dos famosos cronómetros britânicos. Ferdinand Berthoud, relojoeiro de renome, deixou para trás um legado de produção limitada de cronómetros de bolso, frequentemente com a colaboração do seu talentoso aprendiz, Jean Martin. No entanto, Berthoud pavimentou o caminho para o seu sobrinho, Louis Berthoud, que se tornou um prolífico fabricante de cronómetros marítimos. Embora a oficina de Berthoud tenha produzido algumas peças notáveis, poucas resistiram à passagem do tempo. Ainda mais raras são as peças com a assinatura completa de Berthoud, encontradas principalmente em importantes coleções públicas. Joseph Coteau 1740 – 1812 Joseph Coteau, um dos mais prestigiados esmaltadores da sua época, obteve reconhecimento por fornecer mostradores de alta qualidade para os principais relojoeiros da França, incluindo Robert Robin, Ferdinand Berthoud e Dieudonné Kinable. Embora tenha nascido em Genebra, estabeleceu-se mais tarde em França, onde desenvolveu o seu talento como pintor de esmalte e porcelana. Esse talento levou-o a ser celebrado mestre pintor e esmaltador na Académie de Saint-Luc em Genebra, alcançando esse nível em 1766. Em 1772, Coteau fundou a sua própria oficina na Rue Poupée, em Paris e, seis anos depois, recebeu oficialmente o título de mestre.  Além de criar mostradores esmaltados excepcionais, também se destacou como um exímio miniaturista. Coteau desenvolveu um método inovador para esmaltagem com detalhes em ouro, um feito notável. De facto, documentos históricos de Sèvres destacam a contribuição de Coteau e Parpette, outro artista da fábrica, na introdução da técnica de esmaltagem com joias, que envolvia o uso de folhas de ouro esmaltadas, tanto na porcelana mole quanto na dura. Coteau também se aventurou em diversas técnicas policromáticas, sendo capaz de criar tons de azul raros e de grande dificuldade de reprodução, algo que poucos dos seus contemporâneos conseguiram igualar. Em reconhecimento ao seu talento, Joseph Coteau foi nomeado pintor esmaltador do Rei e da Real Manufatura de Sèvres em 1780. No entanto, em 1784, surgiram desentendimentos entre Coteau e Sèvres, relacionados com questões de pagamento, o que levou à rescisão do seu contrato. É relevante notar que, embora a sua produção tenha sido considerável, não temos conhecimento de que Coteau tenha produzido mostradores esmaltados para relógios (além do exemplar aqui apesentado) ou peças em pequena escala. Coteau tendia a especializar-se em obras maiores e tecnicamente mais complexas, embora enfrentasse o desafio da redução de tamanho durante o processo de cozedura. Napoleão Bonaparte, no seu papel de imperador da França, estabeleceu padrões elevados para os homens na sociedade. Além da sua notável liderança militar, possuía uma visão grandiosa para a França e apoiava activamente o desenvolvimento de talentosos artistas e artesãos. Entre esses artesãos, destacava-se Joseph Coteau, que obteve grande apreço de Bonaparte devido à sua excepcional perícia em decorar objectos pessoais do Imperador. Após o seu serviço para Napoleão, Coteau prosseguiu a sua carreira e teve a distinta honra de trabalhar para Elisa Bonaparte, irmã mais nova do Imperador. Elisa, que se tornou Princesa de Lucca e Piombino e, posteriormente, a Grã-Duquesa da Toscana, foi a única irmã de Napoleão a exercer poder político. Ferdinand Berthoud, Paris, No. 2078, 1770 Este requintado relógio em latão dourado possui corda frontal e movimento de fusée, com um impressionante diâmetro de 35,4 mm. O mostrador regulador é meticulosamente elaborado em prata, complementado por um ponteiro regulador em aço. Possui ainda, pilares redondos e elegantes, que acrescentam um toque de refinamento à estrutura. A distinta placa traseira está assinada "Berthoud A Paris", revelando a origem e a excelência artesanal por trás desta peça. O mostrador, por sua vez, é uma verdadeira obra de arte, em cobre esmaltado, decorado com botões prateados incrustados com pequenos diamantes, com excepção de dois deles, entre as horas. Este singular exemplar está identificado com a assinatura "Berthoud A PARIS". O contador[3] de esmalte ostenta o número “2078”, conferindo-lhe ainda mais exclusividade e valor. O relógio em questão é considerado uma raridade devido ao facto de ser atribuído à oficina de Ferdinand Berthoud. A notável qualidade do fabrico supera até mesmo peças contemporâneas quase idênticas produzidas por Jean Antoine Lépine. No entanto, é essencial destacar que, sem o número presente no contador de esmalte, poderia ser facilmente confundido com uma falsificação contemporânea. Isso ocorre porque a assinatura não é nem “Fd. Berthoud” nem “Ferdinand Berthoud”. A combinação da excepcional qualidade de construção com a numeração presente fornece evidências convincentes para uma atribuição positiva. Na época em que este movimento foi produzido, a oficina era dirigida por Henry Berthoud, embora outras oficinas externas também fornecessem peças e mão de obra para a produção de relógios mais simples. No entanto, é improvável que Ferdinand Berthoud tenha estado directamente envolvido no fabrico desses relógios mais simples naquele momento. O livro razão da oficina de Berthoud está conservado no "Conservatório National das Artes e dos Ofícios" em Paris. Daniel – Henry & Jonas Berthoud (Berthoud frères), Paris, No. 2336, 1789 Este relógio em latão dourado, é uma peça em chapa cheia[4] com sistema de corda frontal e movimento de fusée que, infelizmente, apresenta uma qualidade medíocre. É evidente a falta de equilíbrio na composição do mostrador, e o trabalho no movimento deixa muito a desejar. O que chama a atenção é a assinatura na placa traseira, que orgulhosamente declara "Fr. Berthoud à Paris, número 2336". Apesar das limitações na qualidade, há uma certa beleza intrínseca na criação deste relógio, embora o acabamento final possa ser considerado decepcionante. Este exemplar foi produzido na oficina fundada em 1786 por dois primos distantes de Ferdinand Berthoud, que também fabricavam relógios para a oficina principal de Ferdinand Berthoud. Curiosamente, após a conclusão destes relógios, eram assinados como "Fd. Berthoud". Posteriormente, os filhos de Louis Berthoud, Charles Auguste e Louis Simon Henri Berthoud, sucederam nos negócios da família e também assinaram as suas próprias obras com o distintivo "Fd. Berthoud". No entanto, é importante observar que o movimento deste relógio em particular remonta a um período anterior a essas mudanças de assinatura. Louis Berthoud, Paris, No. 2520, 1793 Relógio em latão dourado, com caixa de “chapa cheia”, equipado com movimento de cilindro em aço, apresentando um diâmetro de 47,5 mm. O movimento exibe balanço de três braços em latão, complementado por mola de balanço em aço azulado. O balanço é habilmente mantido por uma única ponte com um delicado galo de aço, que incorpora uma preciosa pedra de safira na extremidade. Notavelmente, esta peça possui sistema de fusée inspirado no poder de manutenção desenvolvido por Harrison. No que diz respeito ao mostrador, é feito em cobre esmaltado, ostentando elegantes algarismos romanos. Uma caraterística distintiva é o submostrador de segundos posicionado às 6 horas. O mostrador está adornado com assinatura “L(oui)s BERTHOUD” às 12 horas. O indicador da hora é um ponteiro plano e elegante no estilo “Breguet”, em aço azulado. Contudo, faltam os ponteiros dos minutos e dos segundos. A placa traseira exibe com destaque a inscrição “Louis Berthoud A PARIS”, seguido pelo número “2520”. Este exemplar, é uma peça rara, um verdadeiro tesouro entre os movimentos simples dos relógios produzidos por Louis Berthoud. O que torna este relógio ainda mais fascinante é a presença de uma das inovações mais adotadas por George Harrison para relógios de bolso em Inglaterra: “o poder de manutenção de Harrison”. Essa característica singular permite que o relógio continue a funcionar sem necessidade de constante enrolamento da corda, representando um avanço notável para a época.  Curiosamente, este é o único exemplar conhecido na relojoaria francesa a incorporar essa excecional peculiaridade. A data deste relógio é confirmada pelo número 2521. Trata-se de um relógio de bolso com repetição aos quartos, um verdadeiro cronómetro. Esta notável peça foi vendida a Monsieur Blanchard de Pigon em 20 de março de 1793. É digno de nota que este relógio Louis d'Or foi um dos primeiros relógios franceses a serem equipados com rubis perfuradas, um avanço excepcional para a época. Este exemplar foi vendido em leilão na Christie's, 15 de junho de 2011, no Lot. 153. Ex private collection Jean – Claude Sabrier (F) * André – Charles Caron, Paris, nº 408, 1765 Relógio em latão dourado com corda frontal, equipado com movimento de fusée e 35 mm de diâmetro. Apresenta mostrador regulador de prata e ponteiro regulador de aço, complementado por um galo de aço de dois pés de tamanho médio. Contém ainda, pilares redondos e na placa traseira podemos encontrar a inscrição “Caron A PARIS”, seguida do número “408”. Infelizmente, o movimento, o mostrador e os ponteiros estão em falta. André Charles Caron (26 de abril de 1698 – 23 de outubro de1775) foi um mestre relojoeiro, notabilizado por ser o mentor de Jean Antoine Lépine. A colaboração entre Caron e Lépine ocorreu entre 1756 e 1769, embora a vida pessoal de Caron permaneça em grande parte envolta em mistério. Das peças supostamente coassinadas como "Caron e Lépine" durante esse período de parceria, nenhuma delas foi encontrada até hoje. Em 1756, Lépine contraiu matrimónio com Madeleine François Caron, filha de André Charles Caron. Pouco tempo depois, em 1759, Jean Antoine Lépine assumiu o legado de Caron como mestre relojoeiro. É interessante notar que André Charles Caron era pai do famoso Pierre Augustin Caron (mais tarde de Beaumarchais), escritor e dramaturgo entre outras profissões. Pierre – Augustin Caron de Beaumarchais     24. 01. 1732 – 18. 05. 1799 Pierre Augustin Caron de Beaumarchais, ao longo da sua vida, assumiu múltiplos papéis que refletem a sua notável versatilidade. Foi relojoeiro, inventor, dramaturgo, músico, diplomata, espião, editor, horticultor, negociante de armas, satirista, financista e, nao menos importante, um fervoroso revolucionário envolvido tanto na Revolução Francesa como na Revolução Americana. É importante observar que o escape de dupla vírgula não foi inventado por Jean André Lepaute, mas sim por Thomas Mudge em 1753. No entanto, Lepaute, um relojoeiro real na França naquela época, foi acusado de ter roubado a ideia. Graças a uma carta habilmente redigida, Beaumarchais conseguiu desmentir a declaração de Lepaute, o que levou o tribunal de Paris a decidir a seu favor. Essa decisão não apenas trouxe Beaumarchais para a atenção da elite da corte de Luís XV, mas também lhe permitiu forjar a sua própria reputação como um importante relojoeiro, graças às suas excepcionais habilidades de escrita. Não é surpreendente que o seu talento literário tenha contribuído significativamente para a construção da sua lendária reputação no campo da relojoaria. Em 1755, Beaumarchais conheceu Madeleine Catherine Aubertin, uma viúva, com quem se casou no ano seguinte. Com a ajuda dela, conseguiu um cargo real e deixou para trás a sua carreira na relojoaria. * Jean – Claude Sabrier    1938 – 29.11.2014 Jean Claude Sabrier foi um indivíduo notável, profundamente apaixonado pela arte da relojoaria. A sua incansável dedicação ao trabalho em uníssono com o senso de humor peculiar e contagiante, convertia-o numa figura singular. Como estudante ávido, mergulhou nos estudos e, ao longo do tempo, tornou-se um colecionador, comerciante e historiador de relógios em todas as suas formas. A sua paixão pela relojoaria abrangeu, desde os aspetos técnicos e estéticos dos relógios, até a sua rica história e evolução através dos séculos. Com uma habilidade excepcional para desvendar mecanismos intricados, Claude tornou-se uma autoridade na sua área e um verdadeiro mestre do ofício. O seu legado na relojoaria é inegável e a sua ausência será sentida por todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer. Sabrier, descendente de uma família de relojoeiros, abandonou o comércio de joias, e estabeleceu-se como negociante de antiguidades na Normandia, onde permaneceu ao longo da sua vida. O interesse e conhecimento em relojoaria cresceram com o tempo, transformando-o num especialista amplamente reconhecido em toda a Europa. A experiência em identificar, avaliar e autenticar relógios de valor inestimável, permitiu que fosse frequentemente procurado por museus e colecionadores. Em 1980, Sabrier e Hervé Chayette, lançaram leilões regulares dedicados exclusivamente à relojoaria em Paris, seguindo o modelo das casas Sotheby's e Christie's em Londres. Esses leilões tornaram-se eventos esperados e foram realizados duas ou três vezes por ano, de 1980 até 1988. Posteriormente, Sabrier foi convidado para trabalhar com a Sotheby's Europe e, posteriormente, ingressou na Antiquorum, uma prestigiosa empresa com sede em Genebra, onde permaneceu até o ano 2000. Os últimos anos da sua carreira profissional foram dedicados ao Swatch Group, onde atuou como consultor no desenvolvimento de coleções patrimoniais, com destaque para o museu privado Breguet. Paralelamente às actividades comerciais, Jean Claude Sabrier combinou a paixão pela pesquisa histórica, enriquecendo o seu conhecimento sobre relógios através de textos e objectos. Além disso, também colaborou activamente com vários museus, contribuindo para importantes exposições, como as dedicadas a Ferdinand Berthoud em Paris, Besançon e La Chaux-de-Fonds (1984), e a Le Roy em Tours (1987). Sabrier concentrou grande parte da sua atenção na relojoaria de alta precisão, resultando em obras minuciosas e duradouras, como o estudo dedicado a Louis Berthoud e Henri Motel (1993), que lhe rendeu o reconhecimento da Academia da Marinha. Em 1997, recebeu o Prémio Gaia pelas contribuições, abrangendo uma variedade de obras, incluindo o estudo dedicado a Jacques Frédéric Houriet (2006) e a colaboração na exposição de relógios Breguet no Museu Hermitage, em São Petersburgo (2004). Sabrier também deixou como legado uma extensa biblioteca pessoal, repleta de manuscritos e livros relacionados com a relojoaria e cronometria francesa. A sua coleção de relógios, concentrada em cronómetros, era verdadeiramente impressionante, incluindo uma grande e notável variedade de relógios automáticos. No entanto, talvez uma das suas coleções mais notáveis fosse a das “cópias” contemporâneas originais e raras dos relógios “souscription”[5] de Breguet. Além disso, Sabrier colecionava literatura científica geral e objectos relacionados ao problema da longitude e à astronomia, com destaque para um relógio francês “memento mori”[6] do século XVII. O seu legado na relojoaria e a sua dedicação incansável na procura de excelência e conhecimento perdurarão como testemunho duradouro da sua paixão e comprometimento com a arte da relojoaria. Notas: [1] Num relógio de horas saltantes, o ponteiro dos minutos move-se de maneira suave, mas o das horas “salta” de um número para o próximo sem passar por todos os números intermediários. Isso permite uma leitura rápida e precisa da hora. [2] Em relojoaria, "escape de borda" refere-se a um tipo específico de mecanismo de escape encontrado em alguns relógios mecânicos. O escape de borda é uma variação do escape de âncora, que é um componente crucial na regulação do movimento do relógio. No escape de borda, em vez de uma âncora tradicional, é usado um disco giratório para controlar a libertação de energia do mecanismo de corda. Esta solução pode oferecer vantagens em termos de eficiência e precisão, mas é menos comum do que o escape de âncora tradicional. [3] Refere-se a uma sub-marcação ou mostrador adicional no relógio que exibe informações específicas ou realiza funções complementares às da hora principal. No contexto de relógios antigos e complicados, o contador costuma ser usado para indicar funções adicionais, como cronógrafos, calendários, fases da lua e assim por diante. [4] Refere-se ao uso de um metal de alta qualidade, geralmente ouro ou prata, para construir a caixa de um relógio. Significa que a caixa do relógio é feita inteiramente desse metal, em contraste com caixas folheadas a ouro ou prata, que têm uma camada fina de metal precioso sobre um substrato de metal menos nobre, como latão ou aço. [5] Eram relógios vendidos com base em encomendas antecipadas ou subscrições, onde os potenciais compradores se comprometiam a adquirir o relógio mediante o pagamento de uma quantia em dinheiro, muitas vezes antes mesmo de o relógio ser produzido. Este sistema permitia ao relojoeiro, neste caso Breguet, arrecadar fundos para financiar a produção do relógio antes mesmo de começar a trabalhar nele. Essa abordagem financeira viabilizava a criação de relógios complexos e inovadores, que poderiam ser muito caros de produzir sem o apoio financeiro prévio dos compradores. Estes relógios eram altamente cobiçados devido à reputação de qualidade e inovação do relojoeiro. Frequentemente apresentavam caraterísticas técnicas avançadas e eram admirados não apenas pela precisão, mas também pelas inovações no design e na sua funcionalidade. [6] “memento mori” é uma expressão latina que pode ser traduzida para português como “lembre-se que vai morrer” ou “lembre-se da sua mortalidade”. Essa expressão era frequentemente usada na arte, na literatura e na cultura visual, especialmente durante a Idade Média e o Renascimento, como lembrança da transitoriedade da vida humana e da inevitabilidade da morte. Na arte, “memento mori” eram frequentemente retratados por meio de imagens simbólicas, como caveiras, relógios de areia (ampulhetas), velas acesas e outros elementos que representavam o passar do tempo e a finitude da vida. Essas representações visuais eram destinadas a lembrar as pessoas da importância de viver uma vida virtuosa e a prepararem-se espiritualmente para a morte. Além disso, “memento mori” também é usado num contexto mais amplo para lembrar as pessoas de que a vida é efémera e que devem apreciar cada momento e viver de acordo com valores e princípios. É uma expressão que enfatiza a importância da reflexão sobre a própria mortalidade como uma maneira de valorizar a vida e as suas escolhas.

  • Breitling e a Victoria Beckham

    A Breitling apresenta uma nova linha de relógios desenhados em parceria com Victoria Beckham. A coleção Chronomat Automatic 36 Victoria Beckham, limitada a apenas 1500 exemplares, é o resultado de uma colaboração única entre o fabricante de relógios de luxo e a célebre diretora criativa de moda. O Chronomat já é um relógio versátil com uma forma clássica. Com o estilo característico de Victoria Beckham, esta coleção é uma expressão moderna e radiante desse relógio. Georges Kern, CEO Breitling O Chronomat é o relógio chique e polivalente da Breitling e um favorito de todas as mulheres que privilegiam o melhor dos dois mundos: moda e funcionalidade. A coleção Victoria Beckham preserva as características clássicas do Chronomat, como a bracelete Rouleaux em metal e os marcadores salientes nos quartos de hora. Estas características são combinadas com cores novas e refinadas, inspiradas na paleta primavera/ verão 2024 da própria Victoria Beckham, incluindo menta, azul meia-noite, cinzento-pomba e areia Victoria Beckham, por sua vez, expressou a sua admiração pelo processo criativo da Breitling: “Tem sido maravilhoso ver a mestria artesanal e a inovação da Breitling juntarem-se às minhas ideias para criar algo tão elegante e moderno.” A coleção apresenta o logótipo da Breitling no mostrador e as iniciais de Victoria Beckham no ponteiro dos segundos, estando disponível na versão com caixas em aço inoxidável ou em ouro amarelo — um material recuperado especialmente pela Breitling para ser utilizado nesta linha. Os mostradores também fazem referência à edição limitada: “One of 400” em cada um dos exemplares em aço inoxidável, e “One of 100” em cada uma das variantes em ouro. Observe atentamente o subtil logótipo VB e a inscrição na bracelete. Movido pelo Calibre Breitling 10, o Chronomat Automatic 36 Victoria Beckham tem uma reserva de marcha de aproximadamente 42 horas quando não está colocado no pulso. Como todos os relógios Breitling, cada exemplar foi certificado pelo Contrôle Officiel Suisse des Chronomètres (COSC), comprovando a sua precisão e desempenho. Este Chronomat de edição limitada é apresentado numa caixa especial de marca conjunta e os exemplares em ouro vêm acompanhados por um estojo de viagem de marca conjunta. A deslumbrante campanha da coleção foi fotografada pelo lendário fotógrafo de moda italiano Mario Sorrenti, que já fotografou os principais líderes, celebridades e supermodelos do mundo, e cujo trabalho está em exibição permanentemente no V&A Museum e na National Gallery em Londres. A campanha apresenta a estrela em ascensão Annemary Aderibigbe, uma modelo que encarna a essência da mulher Breitling e Victoria Beckham: força, sofisticação e um toque de inesperado. Desde 2018, a Breitling tem-se dedicado a expandir a sua oferta de relógios para senhora. Com o Chronomat Automatic 36 Victoria Beckham, a Breitling continua a celebrar as mulheres ousadas, autênticas e assumidamente confiantes — características que nunca passam de moda. Características Técnicas Modelo CHRONOMAT AUTOMATIC 36 VICTORIA BECKHAM Referências A103801A1C1A1, A103801A1G1A1 ou A103801A1L1A1 Movimento Calibre: Breitling 10 Diâmetro: 25,60 mm Espessura: 3,60 mm Reserva de marcha: aprox. 42 horas Frequência: 28 800 alternâncias/hora ou 4 hertz Certificação: certificado pelo COSC Caixa Material: aço Diâmetro: 36 mm Espessura: 10,01 mm Asa a asa: 43,3 mm Resistência à água: até 10 bar (100 metros) Vidro: de safira, abaulado, antirreflexo dos dois lados Fundo: sólido, roscado Coroa: não roscada, duas juntas Bisel: aço inoxidável, unidirecional, dentado Mostrador/Ponteiros Cor: Azul meia-noite, menta ou cinzento pomba Marcadores: das horas adornados com diamantes produzidos em laboratório __________________________________________________________________________________________ Modelo CHRONOMAT AUTOMATIC 36 VICTORIA BECKHAM Referências K103801A1C1K1, K103801A1L1K1 ou K103801A1A1K1 Movimento Calibre: Breitling 10 Diâmetro: 25,60 mm Espessura: 3,60 mm Reserva de marcha: aprox. 42 horas Frequência: 28 800 alternâncias/hora ou 4 hertz Certificação: certificado pelo COSC Caixa Material: ouro amarelo de 18K Diâmetro: 36 mm Espessura: 10,01 mm Asa a asa: 43,3 mm Resistência à água: até 10 bar (100 metros) Vidro: de safira, abaulado, antirreflexo dos dois lados Fundo: em ouro amarelo de 18K, sólido, roscado Coroa: em ouro amarelo de 18K, não roscada, duas juntas Bisel: em ouro amarelo de 18K, unidirecional, dentado Mostrador/Ponteiros Cor: Azul meia-noite, menta ou cinzento pomba Marcadores: das horas adornados com diamantes produzidos em laboratório Mais informações no site oficial da Breilting.

  • L.U.C XP Urushi Year of the Dragon

    A Chopard celebra o Ano Novo Chinês com o L.U.C XP Urushi Year of the Dragon, uma edição limitada de 88 peças em ouro rosa de 18 quilates. Este relógio exclusivo destaca-se pela arte da laca Urushi e pela representação de dragões míticos, incorporando tradições culturais profundas e habilidade artesanal requintada. De acordo com a tradição, o lendário primeiro imperador da China, Huangdi, que reinou aproximadamente entre 2700-2600 a.C., incorporou diversas criaturas no seu brasão à medida que conquistava tribos vizinhas. Foi ele quem criou a imagem que se tornaria o precursor do dragão chinês que conhecemos hoje. Este símbolo, enraizado na mitologia e na história chinesa, reflete a fusão de várias culturas sob a unificação do imperador, dando origem a um dos ícones mais duradouros e simbólicos da China. Inspirado profundamente nessas tradições, o L.U.C XP Urushi Year of the Dragon da Chopard destaca-se pela sua caixa de 39,5 mm em ouro rosa de 18 quilates, mantendo um perfil esguio de apenas 6,80 mm, graças ao calibre L.U.C 96.17-L de fabrico próprio com micro-rotor. Este modelo combina perfeitamente a técnica e o talento artístico da Manufatura Chopard. O mostrador, uma verdadeira obra de arte, é habilmente decorado com laca Urushi, pó de ouro e incrustações de madrepérola, fruto do trabalho manual de um artesão renomado no Japão, especializado na técnica Maki-e, pelo 12º ano consecutivo na história Urushi da Chopard. A Teoria dos Cinco Elementos Chineses atribui um dos cinco elementos – Metal, Água, Madeira, Fogo e Terra – a cada ano, além dos signos do zodíaco. 2024 é o Ano do Dragão de Madeira, que, além da energia e vitalidade típicas dos Dragões, é visto como um protetor do ambiente e um símbolo de harmonia com a Natureza. Esta identidade alinha-se perfeitamente com o respeito da Chopard pela Terra. O mestre lacador japonês convidado pela Maison criou um mostrador preto elegante, onde o dragão, representado com cores fortes de vermelho e amarelo, irradia uma mistura impressionante de poder e graça. Este ano marca um marco importante para a série L.U.C XP Urushi da Chopard. Lançada em 2013 com a edição do Snake, a Maison completa agora um ciclo completo no calendário chinês com a edição dedicada ao Dragão. Para celebrar, será revelada em 2024 uma maravilhosa caixa de madeira exibindo os 12 modelos L.U.C XP Urushi criados desde então, oferecendo aos colecionadores a oportunidade de admirar estas obras-primas de artesanato unidas num conjunto magnífico. A Chopard manteve-se fiel à tradição e à preservação do savoir-faire ao colaborar novamente com o mais fino artesão japonês especializado na técnica tradicional de laca Maki-e para o L.U.C XP Urushi Year of the Dragon. Todos os 88 mostradores espetaculares foram produzidos nos ateliês da empresa centenária Yamada Heiando e criados pelo mestre artista Minori Koizumi, uma tarefa meticulosa que requer pelo menos 20 horas para cada um. Utilizando esta técnica ancestral refinada, flocos de ouro colocados entre camadas de laca feita a partir da seiva da árvore "Toxicodendron vernicifluum" iluminam o fundo. Este relógio tem uma espessura reduzida que foi alcançada através do movimento automático L.U.C 96.17-L de fabrico próprio da Chopard, com apenas 3,30 mm de espessura, equipado com um micro-rotor descentrado em ouro de 22 quilates, integrado à espessura total do calibre. Sua forte inércia assegura o enrolamento eficiente dos dois tambores, que, seguindo a tecnologia Chopard Twin, armazenam energia suficiente para o oferecer uma reserva de marcha de 65 horas, mantendo o tempo e a precisão por mais de dois dias e meio, ideal para um fim de semana prolongado. Características Técnicas Referência Ref. 161902-5079 - Edição limitada de 88 peças em ouro rosa ético de 18 quilates com mostrador especial do Ano do Dragão. Caixa Material: Ouro rosa ético de 18 quilates Diâmetro: 39,50 mm Espessura: 6,80 mm Resistência à água: 30 metros Coroa: em ouro rosa ético de 18 quilates com logo L.U.C: 4,00 mm Vidro: safira anti-reflexo Fundo: transparente em vidro Movimento Calibre: mecânico de corda automática L.U.C 96.17-L Diâmetro: 27,40 mm Espessura: 3,30 mm Número de rubis: 29 Frequência: 28 800 alt/h (4 Hz) Reserva de marcha: 65 horas Acabamentos: Pontes adornadas com motivo Côtes de Genève Mostrador e ponteiros Mostrador: artesanal utilizando a técnica de laca Urushi com uma cena especial do Ano do Dragão Ponteiros: tipo Dauphine dourados para horas e minutos Correia e fivela Material: couro de crocodilo preto feita à mão com forro de nobuck Fivela: de pino em ouro rosa ético de 18 quilates polido Mais informações no site oficial da Chopard.

  • Vacheron Constantin Métiers D'Art

    Com uma elegante caixa de 40mm em platina 950 ou em ouro rosa 18K 5N, a arte da gravura combina com a arte da esmaltagem para retratar o dragão, uma criatura sobrenatural que simboliza o poder, a sorte e a nobreza. Esta elegante obra de arte bate ao ritmo do calibre 2460 G4 automático, que alimenta um mostrador único das horas e minutos, dia e data através de quatro aberturas, proporcionando aos artesãos da Métiers d’Art da Vacheron Constantin um amplo espaço para expressão. Tudo começou com o signo da cobra em 2012. Ao chegar ao final de um ciclo de 12 anos, a colecção Métiers d’Art a Lenda do Zodíaco Chinês dá as boas-vindas a duas edições limitadas de 25 peças. Símbolo de nobreza, força boa sorte e sucesso, o dragão expõe a sua mística enquanto segura uma pérola, símbolo de conhecimento e sabedoria, no mostrador das duas novas criações em platina 950 ou em ouro rosa 18K 5N, combinando a beleza da gravação e da esmaltagem com a excelência técnica do calibre 2460 G4. Na cultura chinesa, acreditam que o dragão é dotado de virtudes incríveis. À medida que o ano do Coelho chega ao fim, segue-se o fabuloso dragão, ocupando majestosamente o mostrador das duas novas edições limitadas da coleção Métiers d’Art – a Lenda do Zodíaco Chinês – Ano do Dragão. Personificação da honra, nobreza, sucesso e boa sorte, esta criatura sobrenatural também foi um poderoso símbolo do poder imperial chinês e, sem dúvida, ainda é o signo do zodíaco mais popular nesta cultura milenar. A sua silhueta esculpida semelhante à de uma serpente, ocupa o centro deste relógio, uma visão simbólica repleta de inúmeros detalhes que se destacam em relevo numa decoração delicadamente gravada e esmaltada. A obra de arte que daí resulta personifica uma fusão de força e delicadeza, nascida da união da gravura e do esmalte, duas artes raras cultivadas pela Vacheron Constantin. As duas novas edições limitadas Métiers d’Art – a Lenda do Zodíaco Chinês – Ano do Dragão, combinam a subtileza do mestre esmaltador com a delicadeza do mestre gravador. O artesão esculpe inicialmente o mostrador em ouro para criar um cenário onírico de correntes de ar e de nuvens, inspirado em motivos artísticos tradicionais chineses. O dragão destaca-se nesse pano de fundo refinado, também esculpido à mão com um sentido incomparável de detalhe. São necessários mais de três dias de trabalho para dar vida a esta figura mística, com o seu corpo adornado por cerca de 300 escamas. Sinónimo de conhecimento, sabedoria e abundância, a pérola, igualmente esculpida à mão, adiciona uma dimensão espiritual à cena. Cada uma das duas edições limitadas de 25 peças apresenta um mostrador de cor diferente, obtido através da perícia do artesão de esmalte. A caixa de 40mm de diâmetro em platina 950 apresenta um mostrador de esmalte Gran Feu azul profundo, que é combinado com uma pulseira em couro de crocodilo azul Mississipiensis. A versão em ouro rosa apresenta um mostrador de esmalte Gran Feu castanho, de beleza imutável, combinado com uma pulseira em couro de crocodilo azul Mississipiensis, tom sobre tom. Na coleção Métiers d’Art, a tecnologia relojoeira é colocada ao serviço da criatividade artística. Nos bastidores, a Vacheron Constantin optou pelo calibre 2460 G4 automático, que dá destaque ao mostrador. O mostrador sem ponteiros oferece uma indicação única da passagem do tempo através de quatro aberturas que revelam as horas e os minutos em movimento, assim como as janelas de data e dia saltitantes. Através da parte traseira da caixa em vidro de safira, de platina 950 ou ouro rosa 18K %N, o calibre 2460 G4 revela a beleza do seu acabamento, começando pelo seu rotor em ouro 22K adornado com um motivo inspirado no símbolo da Cruz de malta da Vacheron Constantin. Características Técnicas Caixa Material: Ouro Rosa ou Platina 950 Diâmetro: 40 mm Espessura: 12.72 mm Resistência à água: 3 bar Fundo: Vidro de safira Movimento Calibre: 2460 G4 Diâmetro: 25.6 mm Espessura: 6.05 mm Número de peças: 182 Rubis: 27 Reserva de Marcha: 40 horas Frequência: 28 800 alt/h (4hz) Certificação: Hallmark of Geneva Mais informações no site oficial da Vacheron Constantin.

  • Grand Seiko - Snowflake

    Em 2005, a Grand Seiko apresentou o que se tornaria um ícone da marca, o "Snowflake" (“Floco de Neve”), produzido pelo Shinshu Watch Studio no coração dos Alpes Japoneses. Inspirado nas montanhas Hotaka e produzido à sombra destas, este relógio de titânio é alimentado por um calibre Spring Drive 9R e apresenta um mostrador deslumbrante cujo padrão e cor lembram a própria textura da neve, ganhando assim o seu apelido. Quase duas décadas depois, o Grand Seiko SBGA211 de 41 mm continua a ser um relógio muito querido, um campeão de vendas da marca e provavelmente a ilustração mais conhecida da filosofia da Grand Seiko: a Natureza do Tempo. Hoje, o Shinshu Watch Studio expande a linha Snowflake com dois modelos, com caixas de 37 mm e 28,9 mm de diâmetro, respetivamente. O modelo SBGX355, com um diâmetro de caixa de 37 mm, é fabricado com a mesma liga leve que o modelo Spring Drive original: titânio exclusivo de alta intensidade. Juntamente com a leveza do relógio, as suas pequenas proporções fazem dele um modelo de tamanho médio perfeito para todos os pulsos. Resistente à água até 10 bar e acompanhado por uma pulseira também em titânio com fecho de báscula triplo e libertação por botão, o Grand Seiko SBGX355 é o relógio ideal para o uso diário. Com o seu diâmetro mais pequeno de 28,9 mm, o Grand Seiko STGF385 é um relógio feminino. Partilhando a maioria das características do STGF359, a sua elegância é enfatizada pela luneta engastada com 44 diamantes. Ao contrário dos modelos Snowflake originais de 37 mm, o Grand Seiko STGF385 é produzido em aço inoxidável e é acompanhado por uma bracelete de três elos, também em aço. Os mostradores do Grand Seiko SBGX355 e STGF385 apresentam o popular motivo de floco de neve, no qual se destacam os ponteiros e índices facetados perfeitamente polidos e os ponteiros dos segundos azulados, juntamente com a janela da data. Ambos os relógios são alimentados por calibres de quartzo e, portanto, beneficiam de uma precisão extrema de ±10 segundos por ano. Grand Seiko SBGX355 e STGF385 Snowflake fazem parte da coleção Heritage e estão disponíveis nas Boutiques Grand Seiko e revendedores autorizados em todo o mundo. Características Técnicas Coleção Grand Seiko Heritage “Snowflake” Movimento Calibre: 9F62 Sistema motriz: Quartzo Precisão (taxa diária média): ±10 segundos por ano Caixa Material: Titânio Diâmetro: 37 mm Espessura: 10,6 mm Resistência à água: 10 bar Resistência magnética: 4.800 a/m Vidro: Safira de curva dupla com revestimento antirreflexo Preço de venda recomendado € 4.200 ___________________________________________________________________________________________ Movimento Calibre: 4J52 Sistema motriz: Quartzo Precisão (taxa diária média): ±10 segundos por ano Caixa Material: Aço Diâmetro: 28,9 mm Espessura: 8,8 mm Resistência à água: 10 bar Resistência magnética: 4.800 a/m Vidro: Safira de curva dupla com revestimento antirreflexo Preço de venda recomendado € 6.000 Mais informações no site oficial da Grand Seiko.

  • Frederique Constant - Slimline Perpetual Calendar

    Aprofundando sua relação estreita, o relojoeiro britânico Peter Speake-Marin e a Frederique Constant, fabricante de relógios com sede em Genebra, orgulhosamente revelam um modelo excepcional para 2024. No interior de uma caixa de aço de 42 milímetros, o Perpetual Calendar junta-se à colecção Manufacture, num equilíbrio subtil entre estilo e perícia técnica. Graças ao uso criterioso de treliças, o design dá palco aos mecanismos internos do Manufacture Perpetual Calendar – preciso e precioso. Esta criação contemporânea é limitada a apenas 135 peças. Reconhecida pela elegância, pelas dimensões estreitas e pelo tom clássico, sem reservas, a icónica colecção Manufacture da Frederique Constant dá as boas-vindas a uma nova e ousada adição. A marca sediada em Genebra uniu forças com o relojoeiro britânico Peter Speake para produzir um modelo distinto, limitado a 135 peças, num estilo decididamente arrojado, que é tudo menos comum. A personalidade imponente deste novo modelo promete atrair os colecionadores que procuram uma complicação de calendário perpétuo, com um toque único. Se há palavra que resume o Slimline Perpetual Calendar Manufacture Designed by Peter Speake, essa palavra será “treliça”. O relojoeiro britânico trouxe um toque sublime e contemporâneo à Frederique Constant. As superfícies foram recortadas para revelar os mecanismos internos do movimento. Tal como os ponteiros (que receberam um revestimento Luminoso), todos os submostradores foram esqueletizados, de forma a revelar o ballet mecânico do calibre FC-775, em todo o seu esplendor. O ponteiro dos segundos foi eliminado para preservar a essência assertivamente funcional. A peça adopta a mesma abordagem minimalista quando se trata de tonalidades: foram utilizadas apenas duas, branco e cinza antracite fosco – combinação que oferece um contraste perfeito – para além de um toque de vermelho na seta dos três dos cinco ponteiros, para acrescentar um toque final à legibilidade. Uma abordagem contemporânea e contida, escolhida por Peter Speake, relojoeiro independente e autor de designs discretos e pessoais que têm vindo a provar o seu valor, ao longo dos últimos 25 anos da sua carreira. O movimento, por sua vez, apresenta todos os elementos típicos da coleção Manufacture, da Frederique Constant. Cada componente ostenta o seu próprio acabamento listado; e as rodagens do calendário perpétuo apresentam um acabamento circular acetinado e parafusos azulados, tradicionais da fina relojoaria de Genebra. O fundo transparente revela o rotor da treliça, característico dos movimentos da Manufacture da Maison – carregando uma reserva de marcha de até 38 horas. Numa rara jogada para a Frederique Constant, o rotor também foi tingido de azul, ecoando os parafusos azulados. As palavras “Edição Limitada 135 peças” estão gravadas em todos os relógios; cada exemplar traz uma pulseira de nylon cinza com pesponto combinado. Tal como o turbilhão, o calendário perpétuo é uma das complicações mais destacadas da Alta Relojoaria, permitindo que os utilizadores leiam todas as informações do calendário com um único olhar e atendendo às variações históricas do sistema gregoriano. Não é necessária qualquer correção manual para Fevereiro quando, cada quatro anos, tem 29 e não 28 dias. O design do mostrador de um calendário perpétuo é crucial, dada a quantidade de indicações que devem ser exibidas. Deve ser simultaneamente legível e funcional, e o Manufacture Perpetual Calendar da Frederique Constant consegue-o de forma exímia. O dia e a data – os dois principais itens informativos – são exibidos ao longo do eixo horizontal do mostrador por essa ordem, para que sejam lidos de forma simples e intuitiva, da esquerda para a direita. As informações adicionais foram dispostas ao longo do eixo vertical: o mês às 12 horas e a fase lunar às 6 horas. Resta apenas um evento que afecta o utilizador apenas uma vez a cada quatro anos, a 29 de fevereiro: a existência de um ano bissexto. Como se trata de um detalhe desnecessário ao uso diário, foi transferido para a indicação do mês, às 12 horas. Lá, pode ser alojado de forma intuitiva juntamente com fevereiro, o mês afectado pelos anos bissextos. Um discreto ponto vermelho aparece para o mês em questão sempre que o ano tem 366 dias; em todos os outros momentos, a janela permanece branca. Características Técnicas Modelo SLIMLINE PERPETUAL CALENDAR MANUFACTURE DESIGNED BY PETER SPEAKE Limitado a 35 peças Movimento Calibre: FC- 775 Reserva de marcha: 38 horas Frequência: 28.800 alt/h Rubis: 26 Caixa Material: aço Diâmetro: 42 mm Espessura: 12.05 mm Resistência à água: 3 atm Mostrador Cor: Cinza Acabamento: Mate Marcadores: pintados Correia Medida: 21 mm Material: Nylon Cor: Preta Fivela: 18 mm Mais informações no site oficial da Frederique Constant.

  • Watch Garage & Atelier do Relógio

    Este artigo está a ser escrito no novo espaço de André Sampaio e Pedro Soares. Neste momento estão os dois muito atarefados a terminar os últimos pormenores para a inauguração. Consegui apenas que parassem uns segundos para a foto acima. Os trabalhos foram diários e duraram os últimos 3 meses. O resultado é impressionante. Sítios como este fazem muita falta para matar a enorme sede de relojoaria que nos invade a todos. Memorabilia Relojoeira do novo espaço Watch Garage & Atelier do Relógio Se gosta de memorabilia de relojoaria então não pode deixar de visitar este espaço. À entrada fixa-se imediatamente o olhar na Ducati Scrambler que rouba um pouco o protagonismo a tudo o resto. A pouco e pouco começamos a descobrir peças extraordinárias que André Sampaio foi coleccionando ao longo dos anos. Relógios e correias da Watch Garage A Watch Garage começou por ser um ponto de venda de relógios vintage, e em 2019 lançou uma linha de correias e estojos de relojoaria, em pele, com um estilo muito próprio. Actualmente é possível adquirir todos estes produtos, tal como os relógios disponíveis no novo espaço. Após matar a curiosidade e observar todos os objectos de relojoaria minuciosamente olhamos para o lado e encontramos uma parede de correias de relógio. O que é uma parede de correias de relógio? É mesmo isso: uma parede apenas com correias de relógios, e vá, algumas braceletes também. Podemos lá encontrar as correias da Watch Garage tal como muitas outras com predominância sempre no estilo vintage. Correias Watch Garage É difícil não tentar vê-las todas uma a uma. Quando terminamos olhamos para trás e encontramos uma oficina de relojoaria, território do Pedro Soares. O Pedro abriu a sua oficina de relojoaria, o Atelier do Relógio em 2014. Inicialmente começou por trabalhar para relojoarias e ourivesarias, mas rapidamente passou a receber relógios de clientes finais. Actualmente presta serviços para Portugal continental, e Açores, mas também para a Noruega e Reino Unido. Neste momento, caso tenha um relógio para arranjar pode entregá-lo no novo espaço e aproveita para beber café e ver os relógios da Watch Garage. Atelier do Relógio à esquerda e Watch Garage à direita O andar de cima é uma zona mais descontraída, como se isso fosse ainda possível. Em cima à direita pode-se relaxar enquanto se conversa sobre relógios, ler um livro e beber um café. No lado direito existe uma zona de recepção ao cliente da oficina de relógios e duas bancas de relojoeiro, na qual são recuperados as mais preciosas máquinas. Pode encontrar a Watch Garage em: 91 97 999 56 https://watch-garage.com 3msampaio@gmail.com Pode encontrar o Atelier do Relógio em: 91 256 11 47 Facebook geral@atelierdorelogio.pt Ainda assim, se for possível passe pelo espaço em pessoa, beba um café, experimente umas correias, uns relógios, e visite a oficina. A Watch Garage & Atelier do Relógio podem ser encontrados na seguinte morada: Rua 28 de Janeiro, 350, Candal Park, Fracção HI02 4400-335 Vila Nova de Gaia Localização no Google Maps Tem comentários, opiniões, parabéns a entregar? Use as caixas de comentários abaixo!

  • Ralf Tech - WRX BLACK DRAGON / WRX GOLDEN DRAGON

    A RALF TECH não faz nada como as outras marcas relojoeiras, isso já se sabia. Mas mesmo realmente nada! Em 2022, enquanto a China e as comunidades chinesas ao redor do planeta celebravam o ano novo chinês, mais precisamente o ano do Tigre, a casa relojoeira francesa lançava uma série ultra limitada de 8 peças com o tema de dragões intitulada "À espera do ano do Dragão"! Mas em 2024 a tentação foi demasiado forte... Pois segundo o zodíaco chinês, baseado no calendário lunar, 2024 marca o Ano do Dragão. O ano de 2024, marca, portanto, o regresso do Dragão. Após 12 anos de ausência no calendário chinês, esta criatura celestial regressa. Associado à prosperidade, símbolo de sorte, força e sabedoria, o dragão é também um emblema imperial, encarnando a vida e a imortalidade. Correspondendo ao ano 4722 no calendário chinês, o ano de 2024 celebra o dragão de madeira. E decidimos adornar o fundo do mostrador dos nossos novos WRX Automatic "Dragão" com uma cor marrom quente que lembra esse material. Na cultura popular, o dragão é a marca dos homens fortes, corajosos e viris, mas também atributo da benevolência, da prosperidade e da sorte. Os dragões das mitologias asiáticas são portadores de boas novas. Assim, 2024 - ou o Ano do Dragão - também carrega um significado particular, lembrando aos chineses o seu legado cultural e sublinhando a importância do equilíbrio entre a tradição e a renovação. Batizadas "Dragão Negro" e "Dragão Dourado", estas novas versões revisitam o WRX Automatic "Dragão" de 2022, acrescentando novas cores e acabamentos, mantendo o espírito do modelo de 2022. Um ponto de equilíbrio entre a tradição e a renovação, como vimos anteriormente. Baseada na série dos WRX Automatic, o "Dragão" distingue-se por novas características técnicas, inéditas na RALF TECH. Equipadas com o movimento suíço tradicional RTA001 baseado no ETA 2824-2, os WRX Automatic "Dragão" exibem orgulhosamente um mostrador mate representando um dragão chinês tradicional. A sua luneta, agora em Ceramfine (uma liga de cerâmica/titânio), adopta as cores das caixas. Outra particularidade, os fundos das caixas são decorados com o mesmo dragão finamente cinzelado no aço e indicam o número da peça na série. E já que falamos de séries, mais ainda de séries limitadas, o WRX Automatic "Dragão Negro" é uma peça única feita a pedido de um colecionador entendido, enquanto a série "Dragão Dourado" adopta o número mágico 8, símbolo do infinito e do sucesso. Os novos WRX Dragão são ao mesmo tempo ultra elitistas e portadores de valores universais. Sem dúvida, trarão sorte aos seus futuros proprietários. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Modelo Único 01/01 WRX BLACK DRAGON Movimento Calibre: Automático RTA001 Rubis: 25 Frequência: 28.800 alt/h, 4Hz Reserva de marcha: até 44 horas Caixa Material: Aço Cirúrgico 316L Diâmetro: 47,7mm Acabamento: satinado preto Estanqueidade: Testada e certificada de 500M / 1650FT Vidro: de safira abaulado com tratamento antirreflexo de 5,9mm de espessura Fundo: rosqueado com gravação "Dragão" e numeração da série Luneta: giratória profissional, unidirecional, 120 cliques Acabamento da luneta: Ceramfine® preto mate com triângulo de referência e ponto luminescente SuperLuminova® Coroa: rosqueada e protegida Mostrador Cor: chocolate mate Decoração: "Dragão" em laranja, ocre e branco Correia Material: Couro de aligátor preto, com costuras laranjas ou pulseira de silicone Medida: 26 mm Medida da fivela: 26 mm Preço 5000€ ___________________________________________________________________________________________ Modelo Limitado a 8 peças - WRX GOLDEN DRAGON Movimento Calibre: Automático RTA001 Rubis: 25 Frequência: 28.800 alt/h, 4Hz Reserva de marcha: até 44 horas Caixa Material: Aço Cirúrgico 316L Diâmetro: 47,7mm Acabamento: satinado preto Estanqueidade: Testada e certificada de 500M / 1650FT Vidro: de safira abaulado com tratamento antirreflexo de 5,9mm de espessura Fundo: de rosca com gravação "Dragão" e numeração da série Luneta: giratória profissional, unidirecional, 120 cliques Acabamento da luneta: Ceramfine® preto mate com triângulo de referência e ponto luminescente SuperLuminova® Coroa: de rosca e protegida Mostrador Cor: chocolate mate Decoração: "Dragão" em laranja, ocre e branco Correia Material: Couro de bezerro Barénia chocolate, com costuras laranjas ou pulseira de silicone Medida: 26 mm Medida da fivela: 26 mm Preço 4500€ Mais informações no site oficial da Ralf Tech.

  • H. Moser & Cie. - STREAMLINER TOURBILLON WYOMING JADE

    Reflexos de pura elegância, tons subtis e um brilho delicado, a H. Moser & Cie. reinventou o mostrador de jade natural. Vestido em ouro vermelho, o modelo Streamliner Tourbillon Wyoming Jade celebra esta pedra decorativa com estilo, como a personificação da sofisticação refinada, modernidade discreta e elegância atemporal. Sem logótipo e apenas com três marcadores, o mostrador oferece uma vista desimpedida do turbilhão voador de um minuto às 6 horas, expondo todo o esplendor do jade. Uma tela artística onde a natureza se funde com a relojoaria, criando um relógio excepcional que transcende o tempo. Limitado a 100 peças. Obtido do solo em Wyoming, EUA, o jade usado no mostrador do Streamliner Tourbillon Wyoming Jade é uma pedra 100% natural, originária de uma fonte pura e preservada. O jade não é tratado para manter o seu caráter autêntico, para uma beleza crua e excecional. Cada mostrador é uma obra de arte única. Contendo marcas subtis e naturalmente ocorrentes e tons únicos, o jade é trabalhado com meticuloso respeito pela sua estrutura original, cuja qualidade excecional é revelada na sua composição uniforme de uma pureza quase imaculada. O processo de fabricação dos mostradores de jade usados no relógio Streamliner Tourbillon Wyoming Jade é o resultado de um casamento entre o artesanato tradicional e a tecnologia moderna. Tudo começa com a seleção meticulosa do material bruto, com cada peça de jade cuidadosamente escolhida pela sua qualidade inerente e beleza. Uma vez selecionado o material, o jade é cortado com precisão usando tecnologia CNC num ambiente líquido. Isso permite obter fatias de jade de apenas 1 a 1,2 mm de espessura. Estas fatias são então colocadas em gabaritos, molhadas e inspecionadas sob luz para determinar a posição ótima das placas para cortar os mostradores. Os mostradores criados, que são cuidadosamente colados em placas metálicas, são fresados CNC para obter a forma exterior perfeita, e depois refinados até à espessura desejada. Este processo requer extrema precisão para preservar a estrutura uniforme do jade. O toque final é dado pelo polimento manual, que é realizado com cuidado para eliminar quaisquer lascas ou arranhões, realçando o brilho natural do jade. Nesta etapa, o relojoeiro assume o papel do lapidador. Primeiro, aplica-se cuidadosamente uma fina camada de verniz na parte posterior dos mostradores, assegurando que a placa de latão subjacente permaneça oculta devido à transparência do material e mantendo a integridade estética do jade. Em seguida, os mostradores são colados numa base de latão. As características do jade de Wyoming escolhido pela H. Moser & Cie. são extremamente raras, com um tom azeitona concentrado que adiciona muita profundidade ao relógio. A ausência de qualquer logótipo no mostrador, que se abre sobre o turbilhão voador de um minuto às 6 horas, realça a beleza e o poder estético desta pedra semipreciosa. Estamos perante uma maravilha de engenharia. O calibre automático HMC 804 que alimenta o Streamliner Tourbillon Concept Wyoming Jade está equipado com uma dupla espiral desenhada e produzida internamente pela empresa irmã da H. Moser & Cie., a Precision Engineering AG. Graças a este par de espirais combinadas, o movimento do ponto de gravidade em cada mola quando se expande é corrigido e o efeito da fricção reduzido, melhorando significativamente a precisão e a isocronia na contínua busca pela perfeição. O resultado de uma união entre a natureza e a mestria relojoeira, o Streamliner Tourbillon Wyoming Jade deve ser plenamente apreciado, mas com moderação, uma vez que estão disponíveis apenas 100 peças. Características Técnicas Modelo STREAMLINER TOURBILLON WYOMING JADE - Edição limitada de 100 peças Referência 6804-0406 Movimento Calibre: de manufactura, automático HMC 804 Diâmetro: 32,0 mm ou 14 1/4 linhas Altura: 5,5 mm Frequência: 21 600 alternâncias/hora Rotor: em ouro vermelho de 18 quilates com logótipo H. Moser & Cie. gravado Reserva de marcha: mínimo de 3 dias Complicação: Turbilhão voador de um minuto às 6 horas com pontes esqueletizadas e dupla espiral original Caixa Material: Ouro vermelho 5N Vidro: Safira ligeiramente abobadado Diâmetro: 40,0 mm Altura sem vidro de safira: 10,3 mm Altura com vidro de safira: 12,1 mm Coroa: roscada adornada com um "M" gravado Fundo: em vidro de safira transparente Resistente à água: até 12 ATM Mostrador/Ponteiros Material: Jade de Wyoming, 100% natural Ponteiros: de horas e minutos com inserções de Globolight® Marcadores: facetados em ouro vermelho 5N Bracelete Material: ouro vermelho 5N Fecho: dobrável de três lâminas em ouro vermelho 5N, gravado com o logótipo Mais informações no site oficial da H.Moser & Cie.

  • PATEK PHILIPPE CRONÓGRAFO REF. 5172G-010

    O cronógrafo clássico masculino referência 5172G-010, herdeiro dos emblemáticos modelos da Patek Philippe das décadas de 40 e 50, distingue-se pela cor original do seu mostrador e pelo seu movimento de arquitetura tradicional, associado a seis inovações patenteadas. A Patek Philippe continua a apostar no espírito vintage deste modelo, dotando-o, nesta ocasião, de um mostrador opalino dourado em ouro rosa combinado com a caixa em ouro branco que lhe confere um contraste de cores extremamente elegante. O mostrador contém um ponteiro de segundos pequeno às 9 horas, algarismos arábicos aplicados e ponteiros dourados tipo seringue. Além da indicação das horas e dos minutos, estão acabados com revestimento branco luminescente que permite uma legibilidade perfeita e imediata dia e noite. A referência 5172G-010 bate ao ritmo do calibre de corda manual CH 29-535 PS. Este movimento destaca-se pela sua arquitetura, na qual foram integradas seis inovações patenteadas, como perfis de dentes otimizados, melhor ajuste de penetração das rodagens e martelos de reinicialização auto-ajustáveis. Além disso, a Manufatura genebrina, honrando a sua perfeição incontestável, prestou especial atenção à funcionalidade e ao desempenho deste relógio, acrescentando detalhes técnicos que o tornam uma peça excecional. Por fim, este modelo apresenta uma pulseira em pele de crocodilo de tom castanho chocolate brilhante, com escamas quadradas e costurada à mão. O fecho é dobrável e decorado com a clássica cruz de Calatrava, emblema da Patek Philippe. Características Técnicas Movimento Calibre: CH 29‑535 PS, cronógrafo Caixa Material: Ouro branco Botões: guilhochados Fundo: vidro safira Diâmetro: 41 mm Espessura: 11,45 mm Mostrador/Ponteiros Cor: Opalina rosa-dourado Marcadores: números aplicados em ouro cinza carvão Revestimento: luminescente Correia Material: Couro de jacaré com escamas quadradas Cor: castanho chocolate brilhante Mais informações no site oficial da Patek Philippe.

  • Ralph Lauren Celebra o Ano do Dragão

    A Ralph Lauren lançou um relógio especial Polo Bear para comemorar o Ano Novo Lunar e o Ano do Dragão. Este relógio único apresenta o icónico Polo Bear em traje festivo de Ano Novo Lunar, com um smoking vermelho e um dragão dourado bordado, refletindo a temática do Ano do Dragão. O relógio, com uma caixa de 38 mm, exibe o urso em 3D num mostrador lacado em branco creme, com numerais árabes e a assinatura da marca. É movido pelo calibre RL200, um movimento mecânico automático suíço, e tem uma caixa em aço inoxidável com resistência à água até 5 ATM. Completa-se com uma elegante pulseira de seda grosgrain preta. Limitado a 50 peças e com o valor de US$1750, estará disponível a partir de 10 de fevereiro de 2024. Polo Bear é reinventado, vestindo um traje festivo do Ano Novo Lunar, que inclui um smoking de veludo de cor vermelha auspiciosa, com lapela de cetim e um dragão dourado bordado no peito, calças de smoking com listras de cetim preto, meias vermelhas e chinelos de veludo preto bordados. Na sua pata direita, ele segura três envelopes vermelhos adornados com dragões dourados para atrair prosperidade e boa saúde para o ano. Com uma caixa de 38 mm, o Urso do Ano Novo Lunar é o destaque em 3D em um mostrador lacado em branco creme, com os grandes numerais árabes pretos, faixa de minutos estilo ferroviário e a assinatura do logótipo 'Polo Ralph Lauren' às 9 horas. Os ponteiros de hora, minuto e segundos centrais são em preto brilhante, combinando com as marcações do mostrador. Feito em aço inoxidável de acordo com a tradição relojoeira suíça, o relógio é equipado pelo calibre RL200 da Ralph Lauren, um movimento mecânico automático suíço, acabado à mão com listas verticais: Côtes de Genève, e gravação circular, conhecida como Perlage. Resistente à água até 5 ATM (aproximadamente 50 metros), o relógio possui uma elegante pulseira de seda grosgrain preta com detalhes em couro e uma fivela de pino em aço gravada com “Polo”. Com o preço de US$1750.00, o relógio Polo Bear do Ano Novo Lunar estará disponível para compra a partir de 10 de fevereiro de 2024 e é limitado a 50 peças Características Técnicas Movimento Calibre: RL200 Dimensões: 11’’’1/2 Rubis: 26 Frequência: 28'800 alternâncias por hora (4 hz) Reserva de marcha: 38 horas Caixa Material: Aço inoxidável Acabamento: polido Diâmetro: 38,00 mm Espessura: 9,9 mm Vidro: safira curvo, tratamento anti-reflexo incolor interno Asa a asa: 20,00 mm Resistência à água: 5 bar (~50 m) Coroa: Aço Inoxidável com logo Pony Mostrador Cor: Off White (cremoso) lacado Números: árabes pretos, impressos Imagem: Urso Chinês impresso em 3D Ponteiros Hora, minutos: Vermelho brilhante, lacado Segundo: Preto brilhante, lacado Correia Material: Grosgrain Preto Medida: 20mm/18mm Comprimento: 115/70 mm Material nº 472832074001 Fivela: de pino Medida: 18,00 mm Material: Aço inoxidável polido Mais informações no site oficial da Polo Ralph Lauren.

  • Longines 70º aniversário da coleção Conquest

    Para assinalar o 70º aniversário da sua emblemática colecção CONQUEST, a Longines apresenta o novo CONQUEST HERITAGE CENTRAL POWER RESERVE, inspirado num modelo icónico do final dos anos 1950. Única no mundo da relojoaria, a reserva de marcha é exibida em discos rotativos no centro do mostrador. Numa evocação de audácia e de espírito criativo, a coleção Conquest foi a primeira linha de relógios Longines a ter o seu nome protegido, em 1954, pelo Instituto Federal da Propriedade Intelectual de Berna (Suíça). Com corda automática e resistente à água desde o início, a linha Conquest foi sempre associada ao mundo do desporto e das conquistas. Simbolizando este espírito de conquista, a coleção foi alargada em 1959 para incluir um modelo com um indicador de reserva de marcha único, constituído por dois discos rotativos situados no centro do mostrador. Para assinalar o 70º aniversário da coleção Conquest (1954-2024), a Longines reinventa este clássico com o novo Conquest Heritage Central Power Reserve. Uma homenagem impressionante a este modelo histórico, é o facto da reserva de marcha ser apresentada nos dois discos rotativos no centro do mostrador. Este processo único, inventado pela Longines é utilizado exclusivamente pela marca, coloca o indicador de reserva de marcha no disco central. Com a forma de um bastão alargado na parte superior, indica o fim da autonomia do movimento no disco exterior, de "64" a "0". Revela o número de horas de reserva de marcha disponíveis ou, por outras palavras, o tempo de funcionamento restante do relógio. A corda pode ser dada através da rotação da coroa ou com o movimento do pulso. A estética do mostrador muda assim continuamente, criando um efeito poético original da passagem do tempo. Este mecanismo inovador faz eco da longa história dos relógios Longines com discos rotativos, como os modelos de ângulo horário desenvolvidos para a indústria aeronáutica no final dos anos 1920. Disponível em cor champanhe, antracite ou preto, o mostrador tripartido do Conquest Heritage Central Power Reserve é marcado, na sua parte fixa, por doze marcadores de horas aplicados em ouro amarelo, ouro rosa ou prata. Em consonância com o motivo de círculos caraterístico da coleção Conquest, um fino fio circular liga os marcadores de horas e separa o trajeto dos minutos no mostrador. Outra caraterística deste modelo, é o facto de a data ser exibida às 12 horas numa janela de data decorada com um aplique em forma de trapézio. Tal como os marcadores das horas, cujas cores adoptam, os invulgares ponteiros das horas e dos minutos em forma de arranha céus, são revestidos com Super-LumiNova®. Demonstrando a perícia relojoeira e a elegância intemporal da marca, o Conquest Heritage Central Power Reserve é alimentado pelo novo calibre exclusivo Longines L896.5, visível através do fundo transparente da caixa. Equipado com uma espiral de silício e componentes inovadores, este movimento mecânico de corda automática oferece uma resistência magnética até dez vezes superior à norma de referência ISO 764. A caixa em aço de 38 mm, completamente redesenhada, com superfícies alternadamente acetinadas e polidas, é encimada por um vidro de safira com tratamento antirreflexo multicamadas em ambos os lados. As asas também foram redesenhadas para uma ergonomia e um conforto óptimos. Características Técnicas Referências L1.648.4.78.2 - Champanhe L1.648.4.62.2 - Antracite L1.648.4.52.2 - Preto Movimento Calibre: L896.5 Medidas: 11½ linhas Rubis: 21 Frequência: 25 200 alt/h Reserva de marcha: até 72 horas Caixa Diâmetro: 38 mm Material: aço inoxidável, polido acetinado Vidro: safira com revestimento antirreflexo de várias camadas em ambas as faces Coroa: com logótipo de ampulheta alada Fundo: transparente aparafusada Asa a asa : 19 mm Resistência à água: Até 5 bar (50 metros) Mostrador Cor: Champanhe, antracite ou preto Marcadores: 12 facetados aplicados, 2 N em ouro amarelo, 5 N em ouro rosa ou em prata Ponteiros: tipo bastão (segundos) Mais informações no site oficial da Longines.

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