Biennale do património relojoeiro fecha com quase 5000 visitas na primeira edição paga

A 12.ª Biennale du patrimoine horloger, que abriu ao público oficinas e manufacturas suíças de 29 de Outubro a 1 de Novembro, terminou com quase 5000 visitas, o número que a organização tinha como objectivo. Foi a primeira edição com entrada paga.
Segundo a Fondation Urbanisme Horloger, a fundação que organiza o acontecimento, muitas visitas esgotaram pouco depois de os bilhetes terem sido postos à venda, a 22 de Setembro. Algumas empresas ofereceram também portas abertas, sem reserva. Como cada pessoa pode fazer várias visitas em quatro dias, o número conta visitas, e não visitantes.
A fundação considera que o novo passe, de 10 francos e gratuito para menores de 18 anos, e os preços das visitas foram bem recebidos. A receita de bilheteira cobre cerca de 10% do orçamento. A fundação é financiada por bancos e organismos locais, e não pelas marcas que participam.
Esta edição contou com 37 empresas, entre as quais Audemars Piguet, Cartier, Patek Philippe, Tudor e Zenith, e estreou a Corum e a La Joux-Perret. Decorre em La Chaux-de-Fonds e Le Locle, cujo urbanismo relojoeiro é Património Mundial da UNESCO desde 2009, e em Saint-Imier.
O programa cultural incluiu uma demonstração dos relojoeiros Bonniksen e Sekiguchi na bancada histórica do Musée paysan et artisanal de La Chaux-de-Fonds, uma visita guiada aos frescos relojoeiros do Exomusée, em Le Locle, e sessões de cinema com debate no Espace Noir, em Saint-Imier.
Saiba mais no site da organização.





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