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  • Zeitwerk da A. Lange & Söhne - a saltar desde 2009!

    Traduzir a palavra “Zeitwerk” do alemão para português não é uma tarefa fácil. Se “Zeit” é quase do domínio comum, e significa tempo, “Werk” já tem um pouco mais que se lhe diga. É que o termo tem múltiplos significados, e todos encaixam que nem uma luva quando olhamos para os modelos que a A. Lange & Söhne tem produzido desde 2009 nesta linha de nome epónimo. Sem sermos demasiado precisos, “Werk” pode significar “fábrica”, o local onde se fabrica; “Werk” pode significar a “obra” de um mestre, seja na pintura ou mesmo na relojoaria, duas formas de arte como hoje a entendemos; e “Werk” pode ainda significar “mecanismo”, a palavra que mais rapidamente associaríamos a um relógio mecânico. 2022 marca a chegada da segunda geração do Zeitwerk @ A. Lange & Söhne “Zeitwerk” pode assim significar “Fábrica do Tempo”, “Obra de Arte do Tempo ou “Mecanismo do Tempo”, a que se acrescentaria ainda “Máquina do Tempo”, sem entrarmos no domínio da excelente ficção cientifica de H.G.Wells. Há que admitir, os alemães têm jeito para as palavras. De uma só assentada, e com recurso a 8 letras apenas, levaram-me a consumir dois parágrafos do vosso tempo sem sequer revelar que a manufactura de Glashutte apresentou recentemente a sua última iteração da linha Zeitwerk, que apelida de “a Segunda Geração” deste modelo digital mas com coração mecânico. Segunda Geração? Se a A. Lange & Söhne descreve desta forma o seu novo Zeitwerk, então a evolução e o aperfeiçoamento não podem ser aspectos de pormenor. O novo Zeitwerk @ A. Lange & Söhne Mas antes uma brevíssima síntese (perdoem-me a redundância) do Zeitwerk original, e que há quase 14 anos espantou verdadeiramente o mundo da alta relojoaria. Regressemos, pois, ao Zeitwerk original e á inspiração que lhe deu origem sem esquecer a magia mecânica de que ele é capaz. O relógio de 5 minutos da Ópera de Semper em Dresden @ A. Lange & Söhne A inspiração para a criação do Zeitwerk, veio do famoso relógio de cinco minutos instalado por cima do palco da Ópera Semper de Dresden. Na época em que foi construído, o relojoeiro da corte, Johann Christian Friedrich Gutkaes, foi contratado para desenvolver uma indicação de tempo que fosse facilmente legível, mesmo nos lugares mais recuados da magnifica sala. O espaço não permitia um relógio de grandes dimensões o que obrigou Gutkaes a encontrar uma solução inovadora para a época: um relógio que mostrava a hora digitalmente em passos de cinco minutos. Em 1841, Gutkaes termina o relógio com o auxilio do seu colega de trabalho Ferdinand Adolph Lange. Passados 168 anos, a ideia invulgar deste relógio foi transposta para o Zeitwerk, ainda que este tenha uma cadência cinco vezes maior do que o movimento que o inspirou, ou seja, avança um digito a cada minuto. Zeitwerk Ref. 142.031 @ A. Lange & Söhne O Zeitwerk possui um mecanismo patenteado com três discos de números saltantes. As horas e os minutos são apresentados da esquerda para a direita através de números de grande formato com 2,9 milímetros de altura por 2,3 milímetros de largura, e contribuem para uma legibilidade excepcional. O mecanismo alterna os três discos numéricos – um para as horas, os outros dois para as unidades e para as dezenas dos minutos – em frações de segundo . O mecanismo dos discos do Zeitwerk (esquema de 2009) @ A. Lange & Söhne Para criar esta indicação fascinante, a Lange encarou de frente o desafio de encaixar o mecanismo nas reduzidas dimensões de um relógio de pulso, fornecendo-lhe ao mesmo tempo energia suficiente para executar as diversas etapas de comutação sincronizada. Basta pensarmos que o disco da horas tem um diâmetro de 30,0 milímetros e se estende até a circunferência externa do movimento. Para além disso, existem outros dois discos - o disco das dezenas de minutos e o disco das unidades de minutos, com diâmetros de 19,0 e 12,7 milímetros, respectivamente. Ambos estão separados em altura por uma diferença de apenas 0,2 milímetros, o que não facilita em nada a tarefa do relojoeiro. O disco das dezenas de minutos sobreposto ao disco dos minutos @ A. Lange & Söhne A este respeito, o Diretor de Desenvolvimento de Produto, Anthony de Haas explica que “o movimento requer muito mais energia do que um relógio de indicação clássica. Os discos não só são muito pesados ​​para os habituais padrões da relojoaria, como também necessitam de ser acelerados e travados rapidamente. Isto exige forças consideravelmente maiores do que apenas a rotação uniforme de um par de ponteiros com um peso muito menor. O maior dispêndio de energia dá-se no final da hora, quando o movimento avança os três discos ao mesmo tempo.” Para além deste aspecto de difícil execução, cada mudança de digito deve ser executada precisamente após 60 segundos. Trata-se de uma operação extremamente difícil de executar e que é controlada pelo escape de força constante, também ele patenteado. E se olharmos para a sucessão de calibres utilizados pela A. Lange & Söhne no Zeitwerk, podemos perceber que entre 2015 e 2017, ou seja entre o Zeitwerk Minute Repeater inaugural e o Zeitwerk Decimal Strike Honeygold, a marca deu um salto na nomenclatura ou numeração que atribui a estes calibres. Após o Calibre L043.1, 2, 3, 4 e 5, a Lange salta directamente para o Calibre L043.7 do Zeitwerk Decimal Strike Honeygold, a que se sucede o L043.8 do Zeitwerk Date. 2009 - L043.1 Zeitwerk 2011 - L043.2 Zeitwerk Striking Time 2011 - L043.3 Zeitwerk Luminous 2012 - L043.4 Zeitwerk Handwerkskunst 2015 - L043.5 Zeitwerk Minute Repeater ???? - L043.6 ???? 2017 - L043.7 Zeitwerk Decimal Strike Honeygold 2019 - L043.8 Zeitwerk Date Ou seja a Lange salta uma referência de calibre entre 2015 e 2017. O que terá então acontecido ao L043.6? É precisamente este Calibre que a Lange apresenta agora, e que apelida de Segunda Geração do Zeitwerk, permitindo-nos especular que o novo calibre começou a ser desenvolvido em 2016. A casa de Glasshutte necessitou assim de 6 anos para desenvolver esta nova versão, ou esperou 6 anos para a apresentar? Mas o que acrescenta este calibre L043.6 ao L043.1 e ás suas 7 patentes (os restantes calibre apresentam complicações adicionais ou uma decoração distinta) que deu origem ao primeiro Zeitwerk em 2009? Justifica-se apelidá-lo de 2ª Geração? Não se tratará apenas de uma evolução? Zeitwerk Ref. 142.031 @ A. Lange & Söhne Voltemos novamente à segunda geração do Zeitwerk, e do que ele promete. Comecemos pela reserva de marcha, que o L043.6 duplica em relação ao que o L043.1 era capaz. Uma característica que se deve essencialmente ao design patenteado do tambor que integra agora duas molas principais, projectando a autonomia original de 36 para 72 horas. E se recorrermos a outra métrica, ficamos a saber que a segunda geração do Zeitwerk é agora capaz de efectuar 4,320 saltos, ou seja 72 saltos com os três discos em simultâneo, 360 saltos com apenas dois discos e 3,888 saltos com apenas um disco. É muito salto... A coroa às 2H e o novo botão de correcçao ás ás 4H @ A. Lange & Söhne Uma outra evolução do Calibre L043.6 em relação ao L043.1, é a forma simplificada como agora se pode acertar a hora. Um “poussoir” às quatro horas permite no novo modelo avançar separadamente a indicação, o que se torna particularmente útil em viagem e quando se atravessam fusos horários distintos. O botão é do tipo “invertido”, ou seja, nada acontece quando é pressionado, mas a indicação avança quando o mesmo é libertado. A integração de um botão destinado a corrigir a hora, introduzido originalmente pelo Zeitwerk Date em 2019, requeria um esforço de construção e assemblagem considerável. De forma a permitir a correcção independente dos ciclos de mudança da indicação do tempo, uma embraiagem vertical patenteada desengata o mecanismo do disco das horas de cada vez que o botão é pressionado. O acerto da indicação dos minutos, para trás ou para a frente, continua a ser efectuada pela coroa posicionada ás duas horas. O tambor de corda do calibre L043.6 com mola dupla @ A. Lange & Söhne Dos 388 componentes em 2009, o calibre do Zeitwerk passa para 451 componentes. São nada menos que 63 componentes adicionais. Curiosamente, dos 66 rubis do Calibre L043.1, o L043.6 da segunda geração perde 5 para um total de 61. Os 33,6 mm de diâmetro mantêm-se inalterados, mas a segunda geração encolhe a espessura do movimento de 9,3 para 8,9 mm. Uma redução que permite à espessura da caixa passar consequentemente de 12,6 para 12,2 mm, enquanto que o diâmetro se mantem inalterado nos 41,9 mm. O mostrador subsidiário de segundos do novo Zeitwerk é agora maior @ A. Lange & Söhne E depois temos alterações de pormenor, mas que não devem ser desconsideradas quando sabemos que nestas coisas da relojoaria, são os detalhes que fazem as diferenças. A ponte central em prata alemã, que marca presença sobre o mostrador, concede agora mais espaço á indicação subsidiária de segundos posicionada ás seis horas. A indicação de corda restante do novo Zeitwerk agora com "red line" @ A. Lange & Söhne A escala da indicação da reserva de marcha, tem agora as últimas 12 horas marcadas a vermelhos, indicando claramente que a tensão da dupla corda principal está a chegar a um ponto critico. O novo Zeitwerk Ref. 142.031 em ouro rosa e a Ref. 140.025 em platina @ A. Lange & Söhne Finalmente, o novo Zeitwerk está disponível em duas versões: ouro rosa com mostrador negro e ponte central em prata alemã não tratada, e em platina com mostrador em prata maciça com acabamento a Ródio. A ponte central foi igualmente coberta com Ródio, mas neste caso de cor negra. É pois tempo de revisitarmos a questão com que iniciámos este olhar sobre o novo Zeitwerk da A. Lange & Söhne. As diferenças apresentadas pelo calibre L043.6 justificam que seja apelidado "de 2ª Geração"? Apesar de a Lange não nos dar acesso a toda a informação de que gostaríamos, um olhar atento ás imagens dos calibres de 2009 e de 2022 parecem responder sem grande margem para dúvida a esta questão. O calibre L043.1 original comparado com o L043.6 da segunda geração @ A. Lange & Söhne As alterações visíveis são efetivamente de monta e conjugam-se de uma forma em que a evolução a que o movimento foi sujeito, transcende largamente o simples ajuste ou acerto de sistemas. O L043.6 é uma evolução da espécie embora as alterações apenas se possam percepcionar com maior ênfase quando viramos o relógios e observamos o universo relojoeiro que se expande por debaixo do cristal de safira. Como tem vindo a ser hábito com tudo o que sai da manufatura de Glasshutte, a Lange convence e não desaponta. Os novos Zeitwerk são vendidos exclusivamente nas Boutiques da marca. O preço destes modelos tende a obedecer à velha máxima do Banqueiro Pierpont Morgan, "se necessita de perguntar.....". Mesmo assim, e para mais informações, visite a A. Lange & Söhne aqui.

  • Bond aos 60 - Um Seamaster comemorativo da Omega

    Omega Seamaster James Bond 60 @ Omega Uma efeméride não é algo que se possa deixar passar de qualquer maneira. A Omega sabe disso e acaba de lançar uma edição especial do Seamaster para comemorar os 60 anos do espião mais famoso de sempre. A 5 de outubro de 1962, um dos personagens mais celebrados do século XX fazia a sua estreia nas salas de cinema. Com esse primeiro filme, a saga de James Bond estendeu-se surpreendente ao longo dos 60 anos seguintes. Baseados na obra de Ian Fleming, os 25 filmes produzidos até hoje pela EON Productions, lançaram as bases daquilo que hoje se considera ser uma herança cinematográfica à escala global. E como não podia deixar de ser, há sempre um filme preferido para quem conhece a saga de fio a pavio. A própria Omega tem uma especial preferência por GoldenEye de 1995, o “episódio” em que James Bond fez uso de um Omega pela primeira vez. A missão representou o início de uma parceria de inegável bom gosto que continua até aos dias de hoje. E tal como a personagem de Fleming evoluiu ao longo dos anos na tela e no ecrã, também os Omega que Bond usou não ficaram presos a uma só época. O IPR tem preferência pela cena entre Bond e Vesper de Casino Royale... "Rolex?" pergunta Vesper, "Não, Omega" responde Bond. Depois do James Bond de Pierce Brosnan, foi a vez de Daniel Craig assumir o papel de 007 ao longo de cinco filmes memoráveis. O ator tem sido um embaixador da marca durante todo este tempo e tornou-se um verdadeiro fã dos relógios da marca. A acompanhá-lo nestas andanças, Naomie Harris como a eterna Moneypenny (Skyfall, Spectre e No Time To Die). Omega Seamaster James Bond 60 com pulseira tipo NATO @ Omega Foi Lindy Hemming, a figurinista vencedora de um Oscar, e que trabalhou em cinco filmes de Bond entre GoldenEye (1995) e Casino Royale (2006), quem propôs que Bond usasse um Omega. E porquê um Seamaster? Linda esclarece: “Eu estava convencida de que o comandante Bond, um homem da marinha, um mergulhador e um cavalheiro iria preferir este modelo”. Hemming fez bem em vincular a Omega à Marinha Real Britânica. A empresa tem um longo historial com o Ministério da Defesa (MoD) do Reino Unido, tendo entregue no passado mais de 110.000 relógios a pilotos, navegadores e soldados que participaram na Segunda Guerra Mundial. Omega Seamaster James Bond 60 @ Omega O Seamaster 300, lançado em 1957, foi fornecido a mergulhadores militares de todo o mundo e, em 1967, um famoso lote de Seamaster 300 de 2ª geração foi igualmente fornecido ao MoD para uso de certas unidades sendo, portanto, totalmente plausível que Bond, Commander Bond, tenha realmente usado um Omega. O Seamaster James Bond edição do 60º aniversário Inspirado no mesmo Seamaster que 007 usou em GoldenEye, o relógio com caixa de 42 mm em aço apresenta o verso inspirado no tema do filme, que replica a famosa sequência de abertura de 007 - com Bond visto através do cano de uma arma. Esta cena famosa desenvolve-se sob o cristal de safira. A animação com efeito “moiré” está subjugada ao eixo central do ponteiro dos segundos, de maneira que a ação nunca pára. O mais recente modelo Bond, usa o Calibre 8806 Co-Axial Master Chronometer e apresenta-se numa pulseira estilo “mesh” similar à do relógio usado por Bond em No Time To Die. Omega Seamaster James Bond 60 @ Omega O aro rotativo e o mostrador são ambos feitos de alumínio anodizado azul, com o mostrador apresentando ondas gravadas a laser e o aro inscrito com uma escala de mergulho preenchida com Super-LumiNova branca. Um oportuno “60” substitui o tradicional triângulo invertido da escala de mergulho e o ponto verde luminescente que liga ao ponteiro dos minutos. Para quem prefere a versão em aço, existe uma estojo de madeira azul decorada com o padrão de ondas do 300M original, com três pontos inspirados na clássica sequência do título de abertura de Bond, incluindo um botão secreto à direita. O verso do Omega Seamaster James Bond 60 @ Omega A alternativa O Canopus GoldTM de 18K, desenvolvido pela própria Omega foi o material usado na construção da caixa de 42 mm deste modelo. Trata-se de uma liga de ouro branco caracterizada pelo seu brilho e durabilidade. Omega Seamaster James Bond 60 em ouro Caopus TM @ Omega A Omega afirma que o mostrador, feito de silício cinza natural, é uma homenagem às belas areias da casa jamaicana de Ian Fleming. Graças aos cristais de silício, o padrão de cada exemplar é único, garantindo que nunca haverá dois mostradores iguais. Em homenagem à bandeira jamaicana, o aro foi decorado com diamantes naturais tratados de cor verde e amarelo em 10 tonalidades tropicais diferentes, que vão do verde floresta extra escuro ao conhaque, passando pelo verde azeitona, amarelo, dourado e dourado/conhaque. Dois diamantes suplementares às 12 horas fazem referência ao 60º aniversário. Omega Seamaster James Bond 60 em ouro Caopus TM @ Omega Tal como o modelo de aço, o fundo da caixa apresenta o tema de filme assim como a famosa sequência de abertura de todos os filmes de 007. À medida que o ponteiro dos segundos se move, a famosa cena desenrola-se sob a safira. Verso do Omega Seamaster James Bond 60 em ouro Caopus TM @ Omega O modelo integra o calibre Co-Axial Master Chronometer 8807 ao qual se vem juntar pulseira e fivela também em ouro Canopus 18K. E se qualquer uma destas peças não preencher totalmente a paixão que tem pela saga do mais célebre espião do século XX e XXI, a OMEGA propõe ainda uma gama de acessórios masculinos. Acessórios da Omega da Colecção Bond 60 @ Omega Para mais informações recomendamos visitar o sitio da Omega aqui.

  • Antiquorum ruma a Hong Kong

    Com os leilões de Genebra já no domínio do passado, é a vez de Hong Kong assumir o protagonismo nesta área. A leiloeira Suíça divide a oferta em sua épocas que define como contemporânea (entre 2010 e 2020) e vintage (entre 1920 e 1970). Alguma peças atribuídas aos séculos XVIII e XIX fecham a abrangente oferta da Antiquorum No seguimento do anterior artigo Christies ruma a Hong Kong - Uma selecção da “Triazza Collection” sugerimos agora um olhar à Antiquorum e aos 549 lotes que serão leiloados ao longo de duas sessões nos próximos dias 25 e 26 de Novembro. Entre diversas referências raras do Nautilus da Patek Philippe, aos sempre populares Rolex Daytona, é possível encontrar de quase tudo neste leilão. O catálogo virtual pode ser descarregado aqui e a página do leilão aqui. Mas o melhor é deixarmos já convosco uma selecção para aguçar o apetite. @ Antiquorum

  • O VOO DE CR7

    Após a grande exibição de Portugal contra o Gana, jogo que ganhou por 3 -2, é altura de dar atenção a uma colaboração entre Cristiano Ronaldo e Jacob & Co. Esta é uma colaboração que faz muito sentido tanto para Cristiano Ronaldo como para Jacob & Co. Deixamos aqui os aspectos estéticos e técnicos deste relógio. Cristiano Ronaldo é um parceiro próximo e de longa data da Jacob & Co. Ele e o fundador e presidente Jacob Arabo estabeleceram um forte relação, baseada na confiança e no respeito nos últimos vinte anos. Jacob Arabo conheceu Cristiano Ronaldo quando o jogador de futebol, nascido na Madeira, era uma estrela em ascensão promissora e sua amizade nunca falhou desde então. Ambos imediatamente encontraram um terreno comum na sua busca pela excelência. Criaram o seu sucesso do zero e alcançaram-no através de determinação e trabalho implacáveis. A sua relação, tornou-se entretanto num empreendimento comercial, através do qual Jacob & Co projecta e fabrica relógios com a imagem de Cristiano Ronaldo. Estes relógios ostentam desta forma duas marcas muito fortes. CELEBRAR CRISTIANO RONALDO A coleção Jacob & Co x CR7 Epic X é uma versão profundamente personalizada do Epic X. Tem em si toda a sua identidade da Epic X: uma caixa de 44 mm com asas em forma de X, um aro polido, ou com diamantes, e uma coroa e escala interior coloridas. É alimentado por um dos calibres mais emblemáticos da Jacob & Co. Este movimento esqueletizado oferece uma arquitetura impressionante. Os seus dois pilares verticais formam a parte central da forma X iniciada pelas asas, cujo design resultou no nome Epic X. Na coleção Jacob & Co x CR7 Epic X, esses dois pilares são alterados para representar Cristiano Ronaldo e a marca CR7. O pilar esquerdo assume a forma do próprio Cristiano Ronaldo em várias posturas, enquanto o direito tem o logotipo CR7 e a sua assinatura estilizada. A cobertura do tambor da corda tem a forma de uma bola de futebol. Outra imagem do próprio Cristiano Ronaldo, com sua icónica camisola com número 7 é decalcada em ouro na tampa de cristal de safira do fundo do relógio. MOVIMENTO ESQUELETIZADO O calibre JCAM45 é parte integrante da identidade Jacob & Co x CR7 Epic X. Foi projeCtado como um relógio deesqueleto desde o início. O tambor às 12 horas e a roda de balanço às 6 horas definem a verticalidade do calibre. O pilar esquerdo assume a forma do próprio Cristiano Ronaldo com a sua camisola, ostentando o nº7. O calibre JCAM45 é aberto ao extremo. O que resta das superfícies banhadas a preto da placa principal é terminado com um acabamento de perlage, jacteamento de areia e granulação vertical. DESIGN DA CAIXA A atualização mais marcante do Epic X V2 é a nova forma da caixa. O aro, outrora com vários níveis, agora é liso e polido, com um ângulo mais íngreme. As asas em forma de X são igualmente lisas, polidas e terminam um pouco acima do cristal de safira. As suas extremidades são angulosa e verticais, criando um ajuste perfeito para a correia. No fundo, a caixa estende-se para fora do seu círculo, criando desta forma uma protecção para coro. O Epic X agora apresenta vários componentes coloridos em alumínio. MOSTRADOR E PONTEIROS Como um relógio esqueletizado, o Jacob & Co x CR7 Epic X não tem propriamente um mostrador. Um mostrador iria bloquear a vista do calibre e de toda a sua decoração. No entanto, o sentido de design da Jacob & Co. levou à integração de duas pontes verticais. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Número de Série: EX120.43. AE.AA.ABRUA Movimento: Calibre: JCAM45, enrolado à mão, esqueleto Diâmetro: 14,25 mm Altura: 5,90 mm Componentes: 158 Reserva de Marcha: 48 horas Frequência: 28.800 vib/h (4 Hz) Rubis: 21 Funções: horas e minutos Estrutura: estrutura do esqueleto verticalmente alinhada. Tambor em forma de bola de futebol Caixa: Diâmetro: 44 mm Altura: 13,05 mm Material: ouro rosa 18k Moldura: ouro rosa 18k polido Coroa: ouro rosa 18k com tubo de alumínio vermelho Escala interior: anel de faixa de minuto de alumínio vermelho Cristal: safira com tratamento anti-reflexo Fundo: cristal mineral vermelho com imagem de Cristiano Ronaldo impressa em ouro Resistência à água: 50 m (5 atm) Mostrador e Ponteiros: Mostrador: Ponte vertical em forma de Cristiano Ronaldo, ponte vertical gravada com Assinatura manual de Cristiano Ronaldo e logótipo CR7 Ponteiros: em forma de bastão, ponta vermelha Asas e báscula: Asas: correia de Cordura preta com forro vermelho na fivela de ouro rosa 18k

  • Não toca na constituição!

    O chamado Jornalismo especializado em relojoaria é naturalmente contido, não só porque não se brinca com a galinha dos ovos de ouro*, mas principalmente porque a estética (e é sempre no campo da estética e do design que a nódoa cai no melhor pano) é uma questão de gosto, e como todos sabem, gostos não se discutem. * (hoje em dia mais de prata do que outra coisa) E por isso mesmo há muita água que passa por baixo da ponte e da qual apenas se fala em surdina, ou como diria o grande Ney Matogrosso “por debaixo dos Pano”! Mas convenhamos, não estamos aqui no IPR para agradar a todos pelo que ele há coisas que não podem passar incólumes. E diria ainda mais, ele há coisas que depois de vistas… já não há nada a fazer, pelo que continuem a ler por vossa própria conta e risco! E foi precisamente o caso do lançamento de uma “criação” da venerável Girard Perregaux que me fez descer do salto e baptizar esta “rubrica” com o titulo acima. Penso que todos se lembram quando em 2021 o então presidente da Assembleia da Republica Ferro Rodrigues almoçava tranquilamente enquanto que lá fora uma horda de negacionistas apostava em lhe estragar o apetite gritando-lhe aos ouvidos diversos impropérios entre “assassino”, “ordinário” e claro, o célebre “não toca na Constituição”! Ora a constituição é uma coisa muito séria, e é claro que tem de acompanhar a evolução dos tempos e das mentalidades. Mas ele há definitivamente coisas em que não se mexe, e foi precisamente o que a Girard Perregaux fez com a vaca sagrada que é o “Trois Ponts d´Or”. La Esmeralda @ Girard Perregaux Foi o “La Esmeralda” o célebre relógio de bolso premiado na “Exposition Universelle” de Paris de 1889, a primeira criação da manufatura a usar as pontes que mais tarde (quase sempre na era Macaluso) viriam a identificar o topo da pirâmide da arte da Girard Perregaux, principalmente com a caixa dos 1945. 1945 Vintage Tourbillon sur Trois Pont d´Or @ Antiquorum Até que, uma alma danada com domicílio fiscal lá para os lados de La Chaux de Fonds achou que podia mudar a “Constituição” e mexer para além do que é razoável naquilo que se pode definir como um dos pilares centenários da Alta Relojoaria. La Esmeralda Tourbillon "A Secret" Eternity Edition @ Girard Perregaux E foi assim que a extremidade direita da primeira ponte e a extremidade esquerda da terceira ponte que fixa o eixo do turbilhão do que seria um magnifico calibre se transformou cada uma… (rufar de tambores)… num cavalo!!!! Sim, o La Esmeralda Tourbillon "A Secret" Eternity Edition, que será proposto em sete cores diferentes, cada uma produzida sob encomenda para um máximo de dezoito peças por cor, e pela módica quantia de um pouco mais de 400.000 € cada, tem dois equídeos a ladear a mais nobre representação da arte relojoeira suíça. Bem sei que está bem feitinho, mas convenhamos… não há paciência! PS: deixo aqui este exemplar de um "Trois Pont d´Or" com faculdades acústicas (Ref. 99820) e fiel à constituição para tirar o gosto amargo da boca... @ Sothebys

  • Christies ruma a Hong Kong - Uma selecção da “Triazza Collection”

    São 218 os lotes propostos pela Christies para o leilão “Important Watches” a realizar no próximo dia 27 de Novembro em Hong Kong. E no momento em que cai o pano sobre a Coleção Champion que preencheu os últimos 6 catálogos da Christies, há um novo capítulo na história do coleccionismo que se inicia com a primeira parte da Coleção “Triazza”. Um capitulo que promete revelar peças extraordinárias durante as próximas temporadas de leilões de relojoaria. É pois entre os habituais Rolex, Audemars, Patek, Cartier, Lange, Genta, Journe e IWC, que a sessão irá integrar a primeira parte da colecção “Triazza”, no que é mais um episódio na venda de uma colecção proveniente de um coleccionador do qual desconhecemos a identidade. E a propósito, há que dizer de forma clara que há demasiados colecionadores de Patek Philippe cujos sonhos não passam precisamente disso, sonhos. São poucos os que conseguem adquirir as peças que gostariam, mesmo tendo capacidade financeira para isso. Mas de quando em vez surgem oportunidades que não devem ser desperdiçadas. A coleção “Triazza” é exemplo disso e de facto uma coleção de sonho para qualquer apreciador da Patek Philippe apresentando um conjunto de peças criteriosamente escolhidas pela sua raridade, estado de conservação, estética e proveniência. Senão vejamos… a colecção inclui o único 2499/100 com caixa de platina actualmente em mãos privadas, e que já pertenceu a Eric Clapton; a 3ª série da ref. 2499 com dupla assinatura Tiffany & Co., e do qual se conhecem apenas seis exemplares; a ref. 2523 com mostrador em esmalte cloisonné “América do Norte”, do qual apenas se conhecem três peças em ouro amarelo; a ref. 605 HU com mostrador em esmalte cloisonné do colecionador americano Esmond Bradley Martin. Um relógio de bolso sublime com mostrador sectorial. Escolhemos 4 peças de destaque, mas poderíamos ter incluído muitas mais nesta selecção de “the best of”. Para isso, convidamos a folhear o catálogo em pdf aqui, ou a apreciar a lista de peças aqui. Mas vamos a detalhes, no que se refere aos nossos 4 magníficos: Lote 2523 - Patek Philippe Ref. 605 HU @ Christies Lote 2523 Patek Philippe Ref. 605 HU mostrador em esmalte cloisonné “América do Norte”, produzido em 1950, ex Esmond Bradley Martin Este belíssimo exemplar do Patek Philippe Ref. 605 HU (Heure Universelle) Horas do Mundo com mostrador em esmalte cloisonné "América do Norte" é um dos raros exemplares deste modelo a ser proposto a leilão. Como uma proveniência bem identificada, a peça pertenceu ao americano Esmond Bradley Martin, um dos grandes colecionadores de relógios do século 20. Foi ele que adquiriu a peça na loja da Tiffany & Co de Nova Iorque em dezembro de 1957. Da sua posso, a peça passou a integrar a coleção “Triazza”. De 1939 a 1964 Louis Cottier e a Patek Philippe produziram cerca de 95 exemplares da referência 605 HU, das quais 68 foram em ouro amarelo e 27 em ouro rosa. A referência 605 HU estava disponível com mostrador em metal liso ou, em alternativa, com um mostrador em esmalte cloisonné. Este último poderia integrar a representação de continentes individuais, hemisférios ou até mesmo o a totalidade do planeta. De referir que esta referência foi uma das primeiras a usar o sistema de fusos horários de Louis Cottier, senda cada exemplar executado sob a sua supervisão direta de maneira a garantir que o mecanismo iria funcionar na perfeição. Os exemplares de pulso com mostrador cloisonné da Patek Philippe mantêm-se como os mais raros em cada referência da marca. Actualmente não se conhecem mais do que 12 exemplares sobreviventes da referência 605 HU com mostradores cloisonné. Apenas quatro, incluindo a peça proposta pela Christies, foram decorados com o mapa da América do Norte. (Est.: HK$ 7.000.000-14.000.000) Lote 2522 - Patek Philippe Cronómetro de Observatório premiado @ Christies Lote 2522 Turbilhão fabricado em 1924 com um 1º Prémio atribuído pelo Observatório de Genebra. Este relógio de bolso com turbilhão, foi o vencedor do 1º Prémio do Observatório Astronómico de Genebra. A peça não só está em condições de conservação excepcionais, como é um dos melhores relógios da Patek Philippe no campo da precisão. E, possivelmente, será também o único a manter a caixa em ouro e o mostrador em esmalte com numeração Breguet de origem, acrescido da caixa antimagnética e mostrador sectorial usados originalmente durante os testes a que foi submetido durante o concurso no Observatório. Não se conhece actualmente nenhum outro cronómetro de observatório da Patek Philippe em mãos privadas com ambos as caixas e ambos os mostradores originais intactos. De acordo com os registros do Observatório de Genebra, o movimento que integra este relógio obteve o Primeiro Prémio no Concurso de Cronometragem de 1931, obtendo 782 pontos em 1000 possíveis. Este cronómetro foi o 13º dos 50 classificados entre mais de 600. O primeiro classificado neste concurso obteve 856 pontos e os últimos 604 pontos, tendo sido inscritos 58 cronómetros para o concurso. A gaiola do turbilhão foi construída por James Pellaton e o relógio foi ajustado pelo mestre Jules Golay-Audemars. Como é comum a todos os movimentos da Patek Philippe construídos com a finalidade de serem submetidos a testes de observatório, a peças apresenta-se gravada duas vezes com o número do movimento. A inscrição "Extra" na ponte do movimento refere-se ao elevado acabamento a que todos os componentes do movimento foram submetidos. O relógio alcançou a designação de cronómetro, podendo isto ser confirmado pela aplicação no movimento do punção do Selo de Genebra (aplicado duas vezes). Os modelos da Patek Philippe com turbilhão e produzidos no início do século 20 para serem submetidos aos concursos de cronometria dos Observatórios Astronómicos encontram-se, por sua própria natureza, entre os relógios mais precisos alguma vez construídos. O objetivo principal era ganhar prémios e o prestigio decorrente da participação nos concursos de cronometragem dos Observatórios. O beneficio comercial para a Patek Philippe decorrente destas participações foi crucial para o posicionamento que conhecemos da marca tanto no passado como no presente. (Estima: HK$ 5.500.000 - 11.000.000) Lote 2520 - Patek Philippe Ref. 5004J-017 @ Christies Lote 2520 Patek Philippe Ref. 5004J-017 exemplar único monogramado. A Ref. 5004J-017 representa um relógio de pulso com cronógrafo, calendário perpétuo com indicação de ano bissexto, indicação de fases da lua e indicações de 24 horas. A peça, neste caso com caixa em ouro amarelo, é quase certamente um exemplar único, integrando um espantoso mostrador negro com índices e ponteiros luminosos e escala de taquímetro branca, o mesmo encontra-se monogramado ás 6 horas com as iniciais "MSO", do coleccionador Michael Steven Ovitz. Tudo devidamente confirmado pelo certificado de origem da Patek Philippe que acompanha o modelo. O modelo, produzido por volta de 2011, foi feito a pedido e sob encomenda pelo colecionador norte americano. (Est.: HK$ 5.000.000 - 10.000.000) Lote 2521 - Patek Philippe Ref. 1415 @ Christies Lote 2521 Patek Philippe Ref. 1415 “Heures Universelles” Um excelente exemplar do raríssimo relógio de pulso com caixa em ouro de 18k com indicação de horas do mundo. O modelo apresenta a assinatura “curta” sobre o mostrador (sem o “& co”). Construído em 1948, apenas 82 exemplares foram construídos em ouro amarelo, dos quais menos de 20 com caixa em ouro amarelo e assinatura “curta”. (Est.: HK$ 1.500.000-3.000.000)

  • O Deepsea Challenge da Rolex é para todos?

    Rolex Deepsea Challenge @ Rolex No campo da exploração subaquática, a Rolex tem um percurso impar marcado por uma sucessão de modelos que traçam uma linha paralela com a própria história do mergulho. E desde o dia 1 de Novembro a marca da coroa conta com mais um exemplar na sua colecção. Para apresentar ao mundo o novíssimo Rolex Oyster Perpetual Despesa Challenge, a Rolex escolheu o cineasta e explorador James Cameron (o mesmo que realizou Avatar, Terminator ou Alien). Ainda todos se lembram certamente, quando a 26 de Março de 2012, Cameron desceu no seu submersível “Despesa Challenge” ao ponto mais profundo do planeta, alcançando uma cota de 10,908 metros abaixo do nível do mar. Uma façanha alcançada pela primeira vez 52 anos antes, a 23 de Janeiro de 1960, por Jacques Piccard e o Tenente Don Walsh a bordo do Trieste. O local desta façanha foi o mesmo, o “Challenger Deep” no Pacifico oeste, a parte mais profunda a sul da Fossa das Marianas, e da qual, se sabe hoje poder mesmo estender-se até aos 10,994 metros. O relógio agora apresentado por Cameron foi inspirado directamente no modelo experimental que o acompanhou no mergulho histórico. Em ambos a impermeabilidade garantida alcança os 11,000 metros no que é indiscutivelmente um marco histórico para a história dos modelos de mergulho da Rolex. O herdeiro do Despesa Challenge experimental agora apresentado foi fabricado em titânio RLX e equipado com uma válvula de escape de hélio e o sistema de coroa estanque Ringlock da Rolex. Trata-se de uma modelo capaz de acompanhar o mergulhador em qualquer ambiente, seja durante um mergulho em águas oceânicas, em submersíveis ou em câmaras hiperbáricas, e pensado para fazer da pressão um aliado em qualquer situação. Enquanto que o protótipo de 2012 acompanhou James Cameron preso ao braço robótico do “Challenger Deep”, o Deepsea Challenge foi claramente projetado para ser usado no pulso. Desde a produção da caixa até a pulseira, cada elemento deste relógio com uns significativos 50 mm de diâmetro foi elaborado a pensar num uso diário. Para isso, a Rolex optou pelo uso de uma liga de titânio de grau 5, desenvolvida na manufactura e baptizada com as siglas RLX. É graças a esta liga robusta e particularmente leve, que o novo relógio é 30% mais leve do que o modelo experimental de 2012, contribuindo significativamente para um uso sobre o pulso. Produção da caixa em Titânio RLX do Rolex Deepsea Challenge @ Rolex Mas o peso não foi um único aspecto que mereceu a atenção da Rolex. Para criar um relógio de proporções equilibradas e ergonómicas, a casa da coroa decidiu modificar alguns componentes. A espessura do cristal, por exemplo, foi reduzida. Os sistemas de extensão de pulseira, necessários para adaptar o relógio a um uso sobre um fato de mergulho não foram esquecidos. O Rolex Glidelock e o elo de extensão Fliplock, permitem que o relógio seja usado sobre um fato com até 7 mm de espessura. O sistema Glidelock e o elo de extensão Fliplock do Rolex Deepsea Challenge @ Rolex E como já é habitual, a Rolex não deixou os seus créditos por mãos alheias e fez questão que o Deepsea Challenge incorporasse toda a experiência da marca em relógios de mergulho. O modelo inclui todas as principais inovações desenvolvidas ao longo de décadas como o sistema Ringlock, uma arquitetura de caixa patenteada que permite que o relógio resista a pressões extremas; a válvula de escape de hélio, que permite que o excesso de gás possa escapar do relógio durante a fase de descompressão de um mergulhador numa câmara hiperbárica; a coroa Triplock, com três zonas seladas; e a aplicação de Chromalight, cuja luminescência de longa duração proporciona uma legibilidade exemplar O tanque desenvolvido pela Comex e pela Rolex para testar o Deepsea Challenge @ Rolex Para efectuar o teste de impermeabilidade a cada Deepsea Challenge, a Rolex desenvolveu com a histórica empresa francesa Comex (Compagnie Maritime d'Expertises), um tanque especial capaz de reproduzir uma pressão de teste equivalente à exercida pela água a 13.750 metros de profundidade, muito além dos 11.000 inscritos no mostrador. Aliás, o protótipo que Cameron levou consigo em 2012 foi testado a uma pressão equivalente a 15.000 metros e suportou nada menos que 17 toneladas sobre o cristal. Um grupo de Rolex Deepsea Challenge após o teste de impermeabilidade @ Rolex O calibre de corda automática 3230, que equipa este Despesa Challenge, é um movimento inteiramente desenvolvido e fabricado pela Rolex que não dispensa o escape Chronergy e a mola Parachrom, insensíveis a campos magnéticos, assim como o sistema de amortecimento Paraflex. Como todos os relógios produzidos pela marca, o Deepsea Challenge possui a certificação Superlative Chronometer e uma precisão cronométrica acima da média na ordem de –2/+2 segundos por dia. O fundo gravado do Rolex Deepsea Challenge @ Rolex A caixa do Despesa Challenge foi gravada com as palavras “Mariana Trench” e as datas “23-01-1960” e “26-03-2012”. Trata-se de um tributo ás duas grandes aventuras protagonizadas, primeiro, por Jacques Piccard e o Tenente Don Walsh, e mais recentemente por James Cameron, recordando que ambas as expedições contaram com a presença de modelos da Rolex. Gerações de relógios de mergulho da Rolex @ Rolex Mas voltemos à pergunta que serve de titulo a esta breve apresentação: Um Deepsea Challenge para todos? Não nos parece. Não só o candidato, ou candidata, terá de vencer os misteriosos critérios das listas de espera a que os modelos da Rolex estão actualmente sujeitos, como terá igualmente de contar com o elemento “produção em números bastante reduzidos” que é um factor substancial para a dificuldade na aquisição de um Deepsea Challenge “á la Cameron”. Por último, terá igualmente de considerar um aspecto para o qual manifestamente não há solução… ou se tem pulso para uma caixa com 50 mm... ou não. É tão simples quanto isso. Já o preço de etiqueta de 26.400 €, esse não é para aqui chamado. Mais informações aqui.

  • Novo Breitling Chronomat Automatic GMT 40

    A Breitling acaba de lançar o novo Chronomat Automatic GMT 40. Este modelo apresenta uma duplo fuso horário de fácil leitura. Como é típico nestes mecanismos um quarto ponteiro indica o segundo fuso através de uma escala de 24h. No interior podermos encontrar equipado com o Calibre Breitling 32, baseado num ETA 2893-2, com uma frequência de 28800. A resistência à água é de 200m o que o torna num relógio desportivo multifacetado. Este mecanismo também pode ser encontrado no Breitling Avenger GMT, Colt GMT, SuperOcean GMT, SuperOcean Steelfish GMT. Um factor distintivo deste modelo é a coroa tipo "cebola", uma característica clássica do Chronomat. O que é realmente de salientar é a reduzida espessura da caixa, 11,7mm, rara em relógio com verdadeira resistência à água. Os 40mm de diâmetro são bastante consensuais actualmente e tornam-no num modelo facilmente adaptável à maioria dos pulsos, especialmente com a bracelete rouleaux. A reserva de marcha é de umas honestas 42h. Os mostradores são apresentados em 5 cores, preto, azul, verde, antracite e branco. A linha Chronomat é tipicamente uma linha de cronógrafos, este lançamento cria uma nova e perspectiva sobre os Chronomat, que mantém a certificação de cronómetros. FICHA TÉCNICA: Marca: Breitling Modelo: Chronomat Automatic GMT 40 Número de referência: A32398101A1A1, A32398101C1A1, A32398101B1A1, A32398101L1A1, A32398101M1A1 Diâmetro: 40mm Espessura: 11,77 mm Entre asas: 47,4 mm Material da Caixa: Aço inoxidável Cor do Mostrador: Preto, azul, verde, branco e antracite Marcadores: marcadores e ponteiros luminescentes Super-LumiNova Resistência à água: 200m Bracelete: rouleaux de aço inoxidável com fecho borboleta Preço: 5550€

  • A "Fast Food" não é para a Blancpain

    O Chef Rui Paula em Le Brassus @ Blancpain O mundo da alta relojoaria e da alta cozinha parecem ter encontrado na Blancpain um espaço comum e natural onde valores como a arte de viver, o artesanato, a qualidade e o respeito pelas tradições são partilhados a um nível bastante similar. Esta associação entre dois universos aparentemente tão antagónicos começou em 1986, muito antes da atual loucura em torno da alta gastronomia, e mesmo levando em consideração que Ferran Adriá tinha já iniciado o seu capitulo com o El Buli dois anos antes. A bem da verdade, Adrià só tomou realmente conta da cozinha do El Buli em 1987, já a Blancpain tinha presenteado Frédy Girardet com um relógio por ter ganho o prémio de "Melhor Chef do Mundo”. Em 1990 a Blancpain revalidou o seu interesse quando Girardet, Paul Bocuse e Joël Robuchon, foram nomeados “Chefs do Século”. E é claro, os três acabaram com um Blancpain no pulso. Bocuse d´Or @ Blancpain Desde então, o chamado “círculo de amigos” de Blancpain não parou de crescer incluindo agora grandes nomes da gastronomia internacional como o chef espanhol Martín Berasategui, o suíço Edgar Bovier, para além da jovem chef Marie Robert, este originária da Suíça, Julien Royer, da região de Auvergne, na França, e a dupla alemã Sühring. Ao todo, e se contabilizarmos o passado e o presente, a Blancpain engloba mais de 100 estrelas Michelin entre este seu círculo de amigos. @ Blancpain Em 2020, a marca suíça revalidou o acordo que tinha com o famoso Guia Michelin através de uma parceria global com uma duração de três anos, passando a trabalhar em conjunto com vista à promoção dos pilares da excelência, da paixão e da expertise. Pilares que afinal, também regem a alta relojoaria, e em particular, a praticada pela Blancpain. A marca é, aliás, igualmente uma parceira de referência da Relais & Châteaux. Chef Rui Paula em Le Brassus @ Blancpain O Chef português Rui Paula, actualmente detentor de duas estrelas Michelin, é o mais recente mestre da gastronomia a juntar-se ao círculo de amigos da Blancpain. Tratando-se indiscutivelmente de uma figura incontornável da moderna gastronomia portuguesa, pode-se afirmar que o chef partilha com a Blancpain uma autenticidade requintada. Chef Rui Paula em Le Brassus @ Blancpain Os três restaurantes do Chef Paula, todos localizados em regiões diferentes, oferecem uma experiência gastronómica única e bastante marcante. O seu primeiro estabelecimento, o DOC, aninhado no vale do Douro, celebra os sabores num ambiente verdadeiramente excepcional. O DOP, situado no centro histórico do Porto, no Palácio das Artes, é uma meca gastronómica onde reinam a cor e a textura. E por fim, o terceiro restaurante do chef, a Casa de Chá da Boa Nova, em Leça da Palmeira, é uma porta de entrada para o oceano, um mundo a que a Blancpain se tem dedicado com verdadeiro empenho nos últimos anos. Chef Rui Paula em Le Brassus @ Blancpain A Blancpain selou esta nova amizade na sua Manufatura em Le Brassus, onde o Chef teve a oportunidade de visitar os ateliers da marca, mas também num dos seus representantes em Lisboa. A Boutique dos Relógios Plus Arte na Avenida da Liberdade, recebeu um grupo de convidados que puderam verificar em primeira mão de que maneira a arte do Chef Rui Paula estabelece uma linha paralela com a arte dos relojoeiros que, em Le Brassus, produzem as peças de alta relojoaria da Blancpain. Um trabalho efectuado com um ritmo e uma paixão que, claramente, não se coaduna com o conceito de “Fast Food” no qual uma parte do sector da relojoaria Suíça se deixou cair. Para mais informações: Blancpain Boutique dos Relógios Plus Art Avenida

  • Valor recorde para um A. Lange & Söhne

    Lance final para o A. Lange & Söhne 1815 Cronógrafo “Hampton Court Edition” @ A. Lange & Söhne O leilão “The Geneva Watch Auction XVI” da Phillips, que decorreu no passado dia 6 de Novembro em Genebra, contou com uma estrela de origem teutónica. O Lote 209 do catálogo era um cronógrafo com caixa em ouro branco da linha 1815 da A. Lange & Söhne, o que até aqui não justificaria nenhum resultado excepcional. No entanto, tratava-se de um 1815 bastante particular no sentido em que se tratava de uma edição única e especial “Hampton Court Edition”, algo raro na Lange, e em que a totalidade da receita se destinava à organização de beneficência britânica “The Prince´s Trust”. Ou seja, uma peça já por si bastante especial tornou-se ainda mais apetecível, acabando por gerar uma acesa disputa entre compradores. A licitação culminou com o martelo a cair na casa dos 850.000 CHF, o que, com a soma da comissão de leiloeiro, alcança o valor inédito para um Lange de pulso em leilão de nada menos que 1,058,500 CHF. O A. Lange & Söhne 1815 Cronógrafo “Hampton Court Edition” @ A. Lange & Söhne A A. Lange & Söhne afirmava, e bem, que esta peça única tinha sido criada não só para ir de encontro aos mais elevados critérios de excelência relojoeira, mas também para marcar a diferença na sociedade em que vivemos. A peça única tinha sido apresentada em Setembro pela primeira vez no último “Concours d´Elegance” em Londres. Fundada em 1976 pelo actual Rei Carlos III, a “Prince´s Trust” é uma instituição de beneficência sem fins lucrativos destinada a ajudar jovens com idades compreendidas entre os 11 e os 30 anos a desenvolver capacidades especiais e a prepará-los para um futuro profissional e para fazerem face a oportunidades de emprego. Wilhelm Schmid, o CEO da A. Lange & Söhne com o leiloeiro Aurel Bacs @ A. Lange & Söhne Wilhelm Schmid, o actual CEO da A. Lange & Söhne, estava visivelmente satisfeito: “Quando o relógio foi apresentado no Concurso de Elegância no inicio de setembro, estávamos já cientes de que se tratava de uma grande responsabilidade. Estou bastante satisfeito por podermos apoiar a acção da “Prince´s Trust” com esta verba impressionante. A enorme receita resultante deste leilão demonstra não só um apreço crescente pela A. Lange & Söhne, mas também que a nossa comunidade de coleccionadores global tem um prazer especial em contribuir de forma marcante para uma sociedade melhor”. Wilhelm Schmid, o CEO da A. Lange & Söhne com o leiloeiro Aurel Bacs @ A. Lange & Söhne Da mesma forma, o leiloeiro Aurel Bacs, responsável pela relojoaria na Phillips através da Bacs & Russo, afirmou que “a A. Lange & Söhne possui uma comunidade de coleccionadores cada vez maior, que reconhecem a excelente qualidade e o design intemporal destes relógios. A marca tem frequentemente surpreendido a comunidade com uma função ou design de que ninguém estava à espera. A qualidade singular desta peça única agora leiloada, coloca-a no topo das peças produzidas pela A. Lange & Söhne desde o seu ressurgimento em 1994. Acaba por não ser verdadeiramente uma surpresa que tenha alcançado um valor tão excepcional, e estamos encantados por ver que contribuiu para uma causa tão nobre.” Para mais informações e descobrir a gama de cronógrafos da linha 1815, recomenda-se uma vista aqui. Para conhecer a acção da "The Price´s Trust", aceda por este link.

  • Leilões de Genebra - Antiquorum não desanima

    Apesar de um resultado modesto quando comparado com as receitas reclamadas pela Christies e Phillips durante os leilões do passado final de semana em Genebra, a Antiquorum mantem a capacidade de apresentar uma selecção de relógios de grande interesse, distribuída por 480 lotes. O leilão “Important Modern & Vintage Timepieces” decorreu em duas sessões no Hotel Beau Rivage durante os dias 5 e 6 de Novembro, e alcançou um total de 8.833 milhões CHF. Um valor que já inclui a comissão de leiloeiro. A Antiquorum registou mais de 1000 compradores online, com um terço oriundos da Europa (a maioria da Suíça), um terço oriundos do Médio Oriente e um terço oriundos do continente norte e sul Americano, de Hong Kong e de Singapura. Lot 62 - Urwerk Ref. 102-38 Protótipo nº 01 em aluminio e platina A destacar o Lote 62, o protótipo 01 da Ref. 102-38 da Urwerk e do qual a IPR já escreveu aqui, duplicou a sua estimativa inicial tendo sido por CHF 100.000. A Urwerk apenas produziu entre 5 e 10 exemplares deste modelo. Lot 200 - Patek Philippe Ref. 1463 em aço saiu por 475.000 CHF A primeira sessão do leilão, no dia 5, terminou com o Lote 200 a exceder largamente a estimativa inicial. O raro Patek Philippe Ref. 1463 com caixa em aço e numeração Breguet, lançado em 1940, originou uma acesa disputa que ultrapassou largamente a estimativa inicial de 300 a 500.000 CHF, tendo alcançado os 475.000 CHF. A Ref. 1463 foi o primeiro relógio de pulso produzido pela Patek Philippe totalmente à prova de água. Lot 328 - Patek Philippe complicado de Bolso oferecido ao PR Oscar Carmona em 1939 A Patek Philippe continuou a provar porque é a marca com melhores resultados em leilão através do Lote 328, um relógio de bolso oferecido em 1939 ao Presidente da Republica Portuguesa, Oscar Carmona, pela Companhia de Moçambique. A peça única com escudo de armas produzido pela Leitão & Irmão saiu por 225.000 CHF. Um estudo em profundidade desta peça deverá sair em breve no site da Collectability.com. Lot 470 - Rolex Oyster Cosmograph Daytona “Paul Newman” Ref. 6263 em aço Para os amantes dos relógios desportivos, o lote 470 era representado pelo já lendário Rolex Daytona Cosmograph “Paul Newman” Ref. 6263. Neste caso uma versão “Oyster Sotto” com botões de cronógrafo originais Mark 1.5, também conhecidos por “millerighe”, e uma caixa em excelente estado. O mostrador, original e intocado, contava com todos os pontos de lume. Nunca proposto em leilão antes, este é uma peça extremamente rara, conhecendo-se actualmente menos de 10 exemplares com esta configuração. A peça saiu por 487.500 CHF. Lot 480 - Patek Philippe Nautilus Re, 5711 em aço e mostrador verde A concluir um intenso fim de semana de leilões esteve um exemplar do Patek Philippe Nautilus Ref. 5711 em aço com mostrador verde. O Lote 480, que estava avaliado entre 300.000 e 500.000 CHF, obteve um resultado de 362,500 CHF. Tratava-se de um modelo recente apresentado na Watches & Wonders de 2021 e que até este momento viu no mercado o seu valor aumentar 10 vezes o seu preço inicial em loja. Outros Lotes deste leilão da Antiquorum podem ser consultados também aqui. Para mais informações, visite a Antiquorum.

  • Zenith Calibre 135-O: Uma peça única por uma Causa Nobre

    A semana de leilões de Genebra arrancou verdadeiramente este sábado, dia 5 de novembro, com a primeira sessão do Phillips Geneva Watch Auction: XVI. Um leilão que integrou uma peça muito especial. Um exemplar único de um Zenith com Calibre 135-O criado em colaboração com a Phillips Bacs & Russo e o relojoeiro Kari Voutilainen. Após uma acesa disputa, a peça foi arrematada por CHF 315,000 tendo a receitas da venda desta peça excepcional revertido na íntegra para a fundação Susan G. Komen® que dedica a sua acção à luta contra o cancro. imagem @ Zenith A edição limitada de 10 exemplares ZENITH X Voutilainen X Phillips Calibre 135-O em platina, apresentada no verão passado, teve um impacto significativo na comunidade. Tratou-se da primeira vez que a ZENITH disponibilizou o seu movimento mais premiado da era de ouro das competições de cronometria. A Manufatura e o departamento responsável pelo “Heritage” confiaram ao relojoeiro Kari Voutilainen a tarefa de restaurar um lote de movimentos Calibre 135-O e de os decorar à mão. O 11º relógio a incluir um destes movimentos foi também o único exemplar a combinar uma caixa em nióbio, um mostrador com gravação guilloché em tom salmão e um movimento com uma tonalidade ouro rosa. O leilão desta peça singular, realizado pela Phillips, assinalou o último evento de um mês em que a Zenith tem apoiado ativamente a causa da Prevenção do Cancro da Mama. O leilão seguiu-se ao lançamento da edição Chronomaster Original Pink, sendo que parte da receita da venda reverteu para a fundação Susan G. Komen® e o evento MEET THE DREAMHERS realizado em Singapura, que consolidou o compromisso da Manufatura para com a luta contra o cancro e o apoio a uma das principais fundações mundiais. imagem @ Zenith O movimento utilizado nesta peça única pertence à série de vitórias obtidas entre 1950 e 1954, em que o Calibre 135-O venceu a competição de cronometria do observatório de Neuchâtel 5 anos seguidos, um feito inédito e que ficou por igualar. O calibre foi reconhecido com um prémio de 1.ª categoria e regulado pelo célebre chronométrier da Zenith René Gygax, que trabalhou com Charles Fleck durante vários anos e consolidou a reputação da Zenith neste campo. A Peça Única Calibre 135 Observatoire é um relógio singular com um legado ímpar que se inspira em várias referências da década de 1950, combinando os detalhes mais emblemáticos com apontamentos contemporâneos. A caixa redonda de 38 mm é fabricada em nióbio, um metal utilizado pela primeira vez pela Zenith, e inclui asas afuniladas assim como uma coroa estriada de grandes dimensões decorada com o logotipo actual da Zenith com a estrela. imagem @ Zenith Por baixo do vidro de safira da caixa, o mostrador salmão ligeiramente abaulado em prata, criado e executado no atelier Comblémine de Kari Voutilainen, apresenta uma gravação guilhoché com padrão de escamas de peixe. O contador de segundos de grandes dimensões às 6 horas apresenta o número de série do movimento inscrito, numa homenagem aos cronómetros de observatório do passado. O mostrador inclui ainda a inscrição "Neuchâtel" no fundo, bem como Zenith, Kari Voutilainen e o Observatório histórico onde o Calibre 135-O competiu e venceu na era dourada das competições de cronometria, todas decorridas no Cantão de Neuchâtel. Pela primeira vez, este movimento de cronómetro de observatório é visível através do fundo da caixa. Esta peça única do Calibre 135 Observatoire apresenta-se numa caixa em madeira de nogueira com fechos em latão, inspirada nos estojos em que eram transportados os calibres das competições de cronometria entre a Manufatura da Zenith e o Observatório de Neuchâtel. No interior, inclui um estojo em pele em forma de livro com o relógio e a histórica caixa de transporte em madeira do movimento original. Ao contrário das versões comerciais do Calibre 135, a variante 135-O destinou-se apenas à competição e nunca foi incluída num relógio de bolso ou de pulso. imagem @ Zenith ZENITH CALIBRE 135 peça única Referência: 13.1350.135/35.C100 Caixa de nióbio única, mostrador com gravação guilloché salmão e movimento com tonalidade 5N Colaboração única com o relojoeiro Kari Voutilainen Movimento: Calibre 135, Corda Manual Frequência: 18 000 ApH (2,5 Hz) Reserva de marcha: aprox. 40 horas Indicações: horas e minutos ao centro. Ponteiro pequeno dos segundos às 6 horas Acabamentos: decoração e acabamento à mão no movimento Material: nióbio Estanqueidade: 3 ATM Caixa: 38 mm Mostrador: em prata com acabamento salmão mate. Marcadores com ponto e índices aplicados Índices das horas: prata alemã facetada e revestida a ruténio Ponteiros: ponteiros em ouro facetados e revestidos a ruténio Bracelete e fivela: pele de bezerro preta com fivela com pino em titânio Espessura: 10,35 mm Asa a asa: 46,50 mm Largura da asa: 19 mm

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