top of page

Resultados de pesquisa

Search this site

1120 resultados encontrados com uma busca vazia

  • O moonwatch que nunca foi

    Este é daqueles relógios que admiro literalmente desde que me lembro e desde que comecei a gostar destas máquinas. Entretanto os gostos vão mudando, vamos experimentando novas coisas, descobrindo outros, mas este ficou sempre. Para não variar é uma daquelas peças que passa despercebida a muita gente, outros nem sequer o conhecem mas que de facto tem também uma historia fascinante ligada à exploração espacial, em particular ao processo de seleção que acabou por eleger o Omega Speedmaster como o relógio oficial do programa espacial Americano. Hoje vou falar sobre o Wittnauer 242T. Continuar a ler no blogue Horoduo - >

  • Omega Seamaster Ref. 176.001

    A Omega, no início dos anos 70, acabou por lançar alguns óptimos relógios desportivos. Hoje mostramos um Cronógrafo Seamaster, de 1973, referência ST 176.001. Este relógio não é apenas bonito pelo seu mostrador azul mate e caixa em aço arredondado, como também pelo acabamento em aço escovado. Porém, chamo a particular atenção para o movimento que equipa este item.

  • O tempo está morto. Viva o tempo.

    De Einstein a Rovelli, passando por Aristóteles e Newton, uma viagem pelos meandros do tempo que culmina na proposta de um relógio conceptual que nos dá a volta à cabeça. Albert Einstein usava um Longines de pulso que lhe foi, provavelmente, oferecido em 1931 e que acabaria por ser vendido, em 2008, por 74.000 francos suíços. Talvez tenha sido com este Longines no pulso que concluiu que o tempo não passa uniformemente (...) Continuar a ler na Espiral do Tempo - >

  • A Cerca da Vida

    Tudo na natureza é belo. Porém, tudo na natureza morre; logo, tudo na natureza é horrível. Este pensamento surgiu numa conversa entre dois amigos que passeavam nos Alpes suíços. Um deles era um reputado psicanalista de então, que levaria consigo, provavelmente, o seu relógio de bolso Carl Suchy & Söhne; o outro, um poeta por essa altura também bastante conhecido. O primeiro era Sigmund Freud; o segundo, Rainer Maria Rilke. A história deste passeio é contada por Freud num texto seu de 1915 intitulado «Sobre a transitoriedade». Continuar a ler na Espiral do Tempo ->

bottom of page