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  • Quiz de verão - teste os seus conhecimentos técnicos de relojoaria

    Seja muito bem-vindo ao desafio mais preciso da estação! Neste quiz, vai testar os seus conhecimentos sobre a arte de medir o tempo, dos primórdios solares às mais complexas complicações mecânicas. Se sabe distinguir uma roda de reencontro de um escape de âncora — ou se apenas acha piada à palavra "tic-tac" — este é o lugar certo para afinar a sua memória e pôr os ponteiros a funcionar. São 60 perguntas, 600 pontos possíveis, e sete títulos relojoeiros à sua espera. Respire fundo, ajuste a lupa e lembre-se: até o tempo precisa de ser regulado… com paciência, precisão e uma pitada de humor. Boa sorte — e que não lhe falte corda!

  • Time to Watches 2025

    O prémio Time to Watches 2025  foi atribuído à jovem designer coreana Suan You, pelo seu projecto de graduação MIMU, desenvolvido no âmbito da HEAD – Genève (Escola de Arte e Design de Genebra). Esta distinção insere-se na parceria da iniciativa Time to Watches  com a referida escola, com o objectivo de destacar os projectos mais promissores na área do design relojoeiro, a nível de licenciatura ou mestrado. O projecto premiado, MIMU , conquistou o júri graças a um delicado equilíbrio entre poesia, emoção e singularidade. Trata-se de um conceito inovador: "esconder o tempo para resgatar o momento" . O relógio está encapsulado num seixo liso e colorido, e o acesso à hora ocorre de forma lúdica, através do movimento de um quebra-cabeças deslizante. Esta experiência íntima, táctil e quase secreta remete para o significado da palavra "MIMU" em coreano — algo difícil de definir, mas fácil de sentir. A inspiração do projecto remonta a uma época em que as mulheres estavam excluídas da temporalidade linear e estruturada dominada pelos homens, tendo acesso ao tempo apenas por meio de objectos transformados e simbólicos. Assim, o MIMU assume uma identidade polimórfica: é simultaneamente joia de bolsa, colar e escultura miniatural. O júri valorizou precisamente esta sensibilidade e sofisticação. Ao premiar este projecto, o Time to Watches  reforça o seu compromisso com uma relojoaria mais livre, aberta e criativa. O evento Time to Watches , que decorre durante a Geneva Watch Week desde 2022, promove a ligação entre marcas relojoeiras, profissionais do sector, media, influenciadores, coleccionadores e entusiastas. Mais informações no site oficial da Time To Watches.

  • MeisterSinger Johann Strauss

    Para celebrar os 200 anos do nascimento de Johann Strauss (1825–1899), a MeisterSinger, reconhecida mundialmente pelos seus relógios de um só ponteiro, apresenta uma dupla edição limitada dedicada ao célebre “Rei da Valsa”. Combinando a tradição musical austríaca e a relojoaria suíça, estas peças evocam a figura de Strauss com grande atenção ao detalhe e um design profundamente simbólico. Os dois modelos — Johann Strauss Pangaea Edition  e Johann Strauss Neo Edition  — exibem mostradores com textura ondulada, inspirada no curso do Danúbio, como homenagem visual à obra-prima de Strauss, O Danúbio Azul . O retrato prateado do compositor surge discretamente acima das 6h, enquanto os algarismos aplicados em relevo acrescentam profundidade ao mostrador. O verso de cada relógio traz uma gravação pormenorizada do rosto de Strauss, a sua assinatura fluida e o número da edição. Ambos os modelos são complementados com uma bracelete em pele de bezerro cor conhaque, com padrão tipo crocodilo, conferindo-lhes um toque clássico e elegante. A Pangaea Edition , com caixa de 40 mm e mostrador azul-escuro, é limitada a 125 exemplares e apresenta um design curvo e sofisticado. Já a Neo Edition , com caixa de 36 mm e mostrador azul-claro, possui vidro de safira abobadado, em estilo vintage, e é limitada a apenas 75 exemplares. Ambas as versões são equipadas com o movimento automático Sellita SW200, de fabrico suíço, oferecendo uma reserva de marcha de 38 horas. Esta edição especial presta tributo a Johann Strauss não só enquanto compositor icónico do século XIX, mas também enquanto símbolo cultural universal, traduzindo o compasso ternário da valsa em forma relojoeira. Características técnicas Caixa Material : Aço Diâmetro : 36 mm ou 40 mm Resistência à água : 50 metros Vidro : Safira Movimento Calibre : Sellitaa SW 200 Reserva de marcha : 38 horas Rubis : 26 Frequência : 28.800 alt/h Correia Material : Pele bezerro Fivela : Aço Mais informações no site oficial da MeisterSinger.

  • MB&F HM8 Mark 2 Purple

    A MB&F regressa em 2025 com uma nova iteração da sua linha inspirada no universo automóvel: a HM8 Mark 2 Purple , uma edição limitada a apenas 33 exemplares que presta homenagem às pinturas metálicas dos supercarros, com um visual arrojado e profundamente técnico. Esta nova versão apresenta uma carroçaria de tom roxo translúcido com pigmentos metálicos de origem mineral, aplicados sobre painéis de CarbonMacrolon® — um compósito inovador injectado com nanotubos de carbono, oito vezes mais leve que o aço e com grande resistência estrutural. A génese desta série remonta ao fascínio de infância de Maximilian Büsser, fundador da MB&F, pelo design automóvel, sonho que acabou por se manifestar nas suas criações relojoeiras através de peças como a HM5 (2012), HMX (2015) e HM8 (2016), todas com mostradores em estilo velocímetro dos anos 1970. A HM8 Mark 2 , lançada em 2023 com versões em branco e verde British Racing (esta última limitada a 33 peças), representa a evolução dessa visão. A versão azul chegou em 2024 e, agora, a roxa traz ainda mais exuberância estética e complexidade técnica. O design da HM8 Mark 2  é inspirado na carroçaria dos supercarros, com construção em chassis de titânio grau 5 e painéis substituíveis. O mostrador lateral apresenta horas saltantes e minutos arrastados através de um sistema de prisma de safira com lentes de aumento integradas, que tornam legíveis discos planos montados horizontalmente. Estes discos, em safira metalizada com numeração transparente, são iluminados por Super-LumiNova® aplicada por baixo, garantindo uma leitura perfeitamente plana e altamente visível. A complexidade deste sistema óptico, associado ao duplo vidro de safira curvado, torna o processo de fabrico até 40 vezes mais caro do que um vidro de safira convencional. No interior, encontramos um movimento automático baseado num calibre da Girard-Perregaux, com rotor em ouro de 22 quilates em forma de machado, uma peça ultrafina (0,2 mm) que teve de ser estampada com extrema precisão. Este movimento fornece 42 horas de reserva de marcha e vibra a 28.800 alternâncias por hora (4 Hz), estando encapsulado numa caixa de 47 x 41,5 x 19 mm com resistência à água até 30 metros. A coroa incorpora um sistema inovador de libertação por rotação (inspirado na embraiagem dupla dos automóveis), garantindo segurança e funcionalidade. O resultado é uma peça que une arte cinética tridimensional, relojoaria de vanguarda e design automóvel num só objecto de culto. Combinando cor, materiais avançados e engenharia extrema, a HM8 Mark 2 Purple  representa a maturidade de uma linha que desafia as convenções relojoeiras há mais de uma década. Mais do que um relógio, é um tributo às paixões de infância, às máquinas de sonho e ao espírito indomável da criação. Características técnicas Caixa Material : Titânio grau 5 CarbonMacrolon® Dimensões : 47 x 41,5 x 19 mm Número de componentes : 42 Resistência à água : 30 metros Vidro : Safira Movimento Calibre : Girard-Perregaux Reserva de marcha : 42 horas Frequência : 28.800 alt/h Número de componentes : 247 Rubis : 30 Correia Material : Borracha Cor : Branca Fivela : Titânio Mais informações no site oficial da MB&F.

  • Schwarz Etienne 1902 Réserve de Marche

    A Schwarz Etienne apresenta o novo modelo 1902 Réserve de Marche, uma peça relojoeira que reflete a ligação íntima entre o tempo e quem o usa. Este relógio mecânico de corda manual, com indicador de reserva de marcha na parte frontal, convida o utilizador a reencontrar-se diariamente com o ritual de dar corda – um gesto valorizado pelos puristas. Disponível em dois tons elegantes, prata ou dourado 4N, esta criação encarna o espírito independente da manufactura suíça fundada em 1902, cuja actividade nunca foi interrompida desde então. O coração do relógio é o calibre MSE 311.00, inteiramente concebido, desenvolvido e fabricado nas oficinas da marca em La Chaux-de-Fonds. Este movimento de corda manual com duplo tambor de corda oferece 120 horas de autonomia graças a um balanço redesenhado e optimizado. A construção revela um compromisso rigoroso com a excelência: seis pontes com ângulos polidos à mão, afundamentos côncavos das pedras e platina principal jateada com acabamento rodiado, adornada com Côtes de Genève  rectilíneas. A caixa em titânio grau 5 de 39 mm, com 10,9 mm de espessura, combina proporções harmoniosas, conforto e carácter. As superfícies alternam entre polidas e acetinadas, revelando uma estética fluida mas firme. A coroa gravada com o logótipo da marca e as asas curvas acentuam a elegância do conjunto. A estanqueidade é garantida até 50 metros. O mostrador, inspirado na tradição dos relógios de bolso e na estética da Villa Sonnenheim (residência histórica da marca), apresenta uma textura granulada ao centro, rodeada por um anel opalino com numerais pretos em relevo subtil. As horas e minutos são marcados por ponteiros tipo lancine , com faces alternadamente polidas e jateadas. A reserva de marcha, localizada às 2 horas, impõe-se com naturalidade como o ponto focal do mostrador, graças ao seu centro em espiral e zona de leitura branca em contraste, enquanto os pequenos segundos às 6 horas acrescentam equilíbrio visual. A peça é complementada por uma correia de pele de aligátor com forro de borracha, preta na versão prateada e castanha na versão dourada, fechando com uma fivela de titânio gravada com o logótipo da casa. Características técnicas Caixa Material : Titânio Diâmetro : 39 mm Espessura : 10.9 mm Resistência à água : 50 metros Vidro : Safira Movimento Calibre : MSE 311.00 Rubis : 35 Componentes : 182 Reserva de marcha : 120 horas Frequência : 21.600 alt/h Correia Material : Pele crocodilo Cor : Preta Fivela : Titânio. Mais informações no site oficial da Schwarz Etienne.

  • Louis Erard X Konstantin Chaykin Time Eater III

    A colaboração entre Louis Erard e Konstantin Chaykin regressa com força total em 2025, trazendo de volta a irreverente criatura relojoeira que conquistou coleccionadores em todo o mundo: o “Time Eater”. Nesta terceira edição da parceria, intitulada Le Régulateur Louis Erard x Konstantin Chaykin III , surgem dois novos modelos de edição limitada, cada um com 178 exemplares — uma versão azul de 42 mm, vendida exclusivamente pela Louis Erard, e uma versão vermelha de 39 mm, vendida exclusivamente por Konstantin Chaykin. Time Eater III Azul Mantendo-se fiel ao espírito lúdico e provocador da série, o mostrador assume a forma de um rosto monstruoso — o lendário “WristMonster” — com o habitual disco das horas em forma de olho convexo, branco com pupila preta, posicionado às 12h. Ao centro, o ponteiro dos minutos exibe duas pontas rebeldes: uma com o gesto rock’n’roll e outra com um dedo em riste. Aos 6h, o disco dos segundos gira como uma boca dentada, reforçando o carácter caricatural e inquietante da peça. O mostrador mantém o formato de regulador vertical típico da Louis Erard, com assinatura da marca às 6h e o nome de Chaykin às 12h. A versão azul tem anel de minutos em azul e é complementada por uma correia em pele de sapo com forro em pele de coelho azul, enquanto a versão vermelha apresenta um anel em vermelho vivo e uma correia em pele de vitelo com acabamento texturado. Ambas as versões utilizam o movimento automático Sellita SW266-1, um calibre regulador decorado com rotor vazado e símbolo esmaltado da Louis Erard, oferecendo 38 horas de reserva de marcha. As caixas, em aço inoxidável, apresentam fundo transparente, vidro de safira com tratamento antirreflexo e coroa assinada por Konstantin Chaykin. Cada relógio é numerado individualmente e gravado com a menção “Limited Edition 1 of 178”. . O Time Eater III  é, assim, mais do que um relógio: é o mais recente episódio de uma saga em que a técnica relojoeira encontra a fantasia, o absurdo e o génio criativo, numa celebração do tempo enquanto arte monstruosamente divertida. Característica técnicas Caixa Material : Aço Diâmetro : 42 mm Espessura : 12.25 mm Vidro : Safira Fundo : Vidro safira Resistência à água : 50 metros Movimento Calibre : Sellita SW266-1 Diâmetro : 25.6 mm Espessura : 5.6 mm Rubis : 31 Frequência : 28.800 alt/h Reserva de marcha : 38 horas Correia Material : Pele sapo Cor : Preta Fivela : Aço Mais informações no site da Louis Erard ou Konstantin Chaykin .

  • A Padronização do Tempo

    Relógio de rede óptica de itérbio do NIST — © J. Burrus/National Institute of Standards and Technology A realidade nasce nas nossas mãos. Se temos dúvidas sobre a existência de algo, esticamos o indicador e tocamos-lhe. O teclado do seu computador ou o vidro do seu telemóvel são reais, existem. Os seus dedos conseguem confirmá-lo claramente. Nós próprios sabemos que existimos neste mundo. Caso tenha dúvidas, pode confirmá-lo de duas formas: a primeira é dar um beliscão no braço, uma técnica muito utilizada. Pode também, neste preciso momento, perguntar à pessoa mais próxima se existe. Vamos aguardar. A resposta foi afirmativa? Então, é porque existe. Foi negativa? Confirme se a pessoa do lado existe mesmo, estique o indicador e toque-lhe. Existe? A conclusão da experiência fica por sua conta. As nossas mãos parecem, desta forma, ser o berço da realidade. Será mesmo assim? Tudo o que fazemos fazemo-lo no nosso mundo, não conseguimos esticar o indicador e tocar noutros mundos ou mesmo pisá-los. Talvez seja por esta razão que é tão difícil acreditar na existência de mundos para além do nosso. Segundo uma das poucas teorias que tentam esclarecer-nos acerca deste assunto, existem outros mundos nos quais nós próprios também existimos. Os físicos, a partir do vertiginoso topo da sua criatividade, baptizaram esta teoria como «Interpretação dos Muitos Mundos». O autor da ideia é Hugh Everett III. Aos 12 anos Hugh Everett III enviou uma carta a Albert Einstein para esclarecer uma questão sobre o que aconteceria se uma força impossível de deter agisse sobre um objecto imóvel. A resposta foi a seguinte: «Caro Hugh: não existe tal coisa como uma força irresistível e um corpo imóvel. Mas parece haver um jovem muito teimoso que abriu caminho vitoriosamente através de estranhas dificuldades criadas por ele mesmo para esse fim. Atenciosamente, A. Einstein». Talvez tenha sido esta resposta do maior génio da física que o motivou a seguir uma carreira de físico, talvez tenham sido as histórias da sua mãe, ou talvez os estudos sobre os projécteis da espingarda do seu pai. Não saberemos. O que sabemos é que Hugh Everett III foi, ele próprio, um génio em várias áreas e criou uma das soluções mais interessantes para nos esclarecer acerca do funcionamento da mecânica quântica. A sua Interpretação dos Muitos Mundos é actualmente aceite na física como uma das principais teorias da mecânica quântica, mas nem sempre foi assim. A INTERPRETAÇÃO DE COPENHAGA Participantes da 5.ª Conferência Solvay (Bruxelas, Outubro de 1927), dedicada a “Electrões e Fotões”. Sentados na primeira fila: Irving Langmuir, Max Planck, Marie Curie, Hendrik Lorentz (presidente), Albert Einstein, Paul Langevin, Charles-Eugène Guye, C. T. R. Wilson e Owen Willans Richardson. Nas filas de trás: figuras centrais da física quântica como Niels Bohr, Werner Heisenberg, Wolfgang Pauli, Max Born, Paul Dirac, Louis de Broglie, Arthur Compton, entre outros. Dos 29 participantes, 17 receberam o Prémio Nobel. Em 1912, um empresário Belga, Ernest Solvay, criou as Conferências de Solvay (1), realizadas de três em três anos. A quinta conferência, que decorreu em Outubro de 1927, acerca de electrões e fotões, foi uma das mais importantes de todos os tempos. Nela, participaram 29 cientistas, dos quais 17 tinham ganhado, ou viriam a ganhar, o prémio Nobel. Entre eles, estavam nomes conhecidos, como Albert Einstein, Niels Bohr, Max Planck, Erwin Schrödinger. Nesta conferência, discutiu-se a recém-formulada teoria quântica, especialmente num famoso debate entre Einstein e Bohr acerca do comportamento do electrão. A famosa «Interpretação de Copenhaga» surgiu desta conferência. Para a compreendermos, precisamos antes de conhecer a descoberta de Schrödinger, dois anos antes, em 1925. Schrödinger demonstrou, através da sua equação, que embora numa visão macroscópica do mundo a segunda lei de Newton ( F  = m a )  obtivesse bons resultados, a nível quântico isso não acontecia. A equação de Schrödinger permite então calcular a energia dos orbitais dos electrões, e demonstra que não é possível prever a posição exacta de um electrão. Esta impossibilidade deve-se ao facto de os electrões se encontrarem em superposições, ou seja, em várias posições, em simultâneo. Se estão em várias posições em simultâneo, pode dizer-se que não se comportam como partículas, mas, sim, como ondas. Porém, ao observarmos um electrão vêmo-lo como se se tratasse de uma partícula. A Interpretação de Copenhaga defende, então, que um electrão se comporta como uma onda, mas, quando é observado, a sua função de onda colapsa e passa a revelar-se como sendo uma partícula. Foi precisamente esta a ideia de Bohr da qual Einstein discordou. Conta-se que, na sequência deste debate, Einstein terá proferido a sua famosa frase: «Deus não joga aos dados» Referindo-se ao facto de a solução apresentada por Bohr, para explicar a transição entre onda e partícula, assentar numa probabilidade, e de ser para além disso, dependente de um observador. A resposta de Bohr foi simples: «Einstein, pare de dizer a Deus o que fazer». Após anos a ver o mundo pelos olhos da física clássica de Newton, estes génios estavam perante uma realidade impossível de confirmar. O autor da equação que originou toda esta controvérsia, Schrödinger, achava, ele próprio, que a ideia do colapso da função de onda era disparatada. Ao ponto de sugerir uma das mais espirituosas experiências da Física, conhecida, actualmente como a experiência do Gato de Schrödinger. O GATO DE SCHRÖDINGER  Representação esquemática da experiência conceptual do Gato de Schrödinger — ilustração do paradoxo quântico proposto por Erwin Schrödinger, onde o gato permanece simultaneamente vivo e morto até que a caixa seja aberta e se observe o sistema. A experiência do Gato de Schrödinger procura exemplificar a aplicação, sem sentido, da Interpretação de Copenhaga a objectos comuns do dia a dia. Consiste, simplesmente, em colocar um gato numa caixa com um frasco de cianeto, um composto radioactivo, e um medidor de radiação. De acordo com a física quântica, os átomos da substância radioactiva podem decair, ou não, durante o período da experiência. Se as partículas da substância radioactiva decaírem e, portanto, libertarem radiação, o frasco com o veneno será partido e o gato morrerá. Se as partículas não decaírem, o gato viverá. Segundo a Interpretação de Copenhaga, até se abrir a caixa, o gato estará simultaneamente vivo e morto. Ao abrir a caixa, porém, o observador verá apenas ou um gato vivo, ou um gato morto. Embora esta não seja uma teoria fácil de admitir, como referiu Einstein, até aos dias de hoje, tem sido largamente aceite.  A INTERPRETAÇÃO DOS MUITOS MUNDOS Representação visual inspirada na Interpretação dos Muitos Mundos . Trinta anos após a quinta Conferência de Solvay, Hugh Everett defendeu a sua tese de doutoramento, na qual sugeriu, heroicamente, uma solução para o problema de Bohr,  então mundialmente reconhecido. Após a defesa do seu doutoramento, o orientador da tese de Everett, conseguiu que Bohr aceitasse recebê-lo. Contudo, segundo o relato da esposa de Everett, Bohr não aceitou sequer tocar no assunto, nem tão pouco o recebeu. A proposta de Everett era bastante simples, sugeria que apenas se recorresse à equação de Schrödinger para explicar o comportamento dos electrões, nada de mais até aqui. A ideia seguinte foi, porém, um pouco mais ousada. Perante o problema da medição da posição do electrão, Everett sugeriu que a simples observação de um electrão criaria um novo mundo, onde o mesmo electrão surgiria como uma partícula. Este mundo seria diferente do mundo anterior, no qual a partícula ainda se comportava como uma onda. À proposta de Everett deu-se o imaginativo nome de Teoria dos Muitos Mundos. Segundo a Interpretação dos Muitos Mundos, tanto o gato de Schrödinger, como o observador, como todo o mundo, estão numa superposição, o que é, evidentemente, mais coerente. É esta a razão pela qual terá naturalmente de ser considerada a existência de vários mundos. Até aos dias de hoje, a Interpretação dos Muitos Mundos é uma das poucas teorias que apresentam uma solução para o problema da medição da posição dos electrões em física quântica. O seu reconhecimento não é apenas feito por entusiastas de ficção científica, mas também por físicos conceituados como Sean Caroll. AS MÃOS E A REALIDADE A ideia da nossa presença em vários mundos em simultâneo é desconcertante. A vastidão do desconhecimento que a física quântica revelou é assustadora. Ficámos mesmo sem perceber o que é a própria realidade. Resta-nos considerar que é apenas no nosso pensamento que a realidade nasce, vive e morre. Afinal de contas, é no pensamento dos nossos pais que começamos a existir, mesmo antes de nascermos. Não nos tornamos realidade quando alguém nos toca. As nossas mãos não tornam real o mundo que os nossos pés pisam. Não é possível tocar na realidade, nem muito menos tornar real aquilo em que tocamos.  Sabemos agora que a realidade nos escapa das mãos e que padece de problemas existenciais. E desde o fim-de-semana passado, descobrimos que o tempo sofre de males semelhantes . Quanto à realidade, pouco podemos fazer. Quanto ao tempo, sendo o IPR uma Escola de Relojoaria, temos pelo menos a obrigação de tentar esclarecê-lo — mesmo que, por mais absurdo que pareça, se considere que não existe. O QUE É O TEMPO No universo da relojoaria, o tempo não é apenas uma abstração filosófica ou um valor sentimental: é uma unidade física que deve ser medida com exactidão. A história da padronização do tempo percorre um caminho notável, em que se destaca a Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM) — o fórum internacional responsável pela definição oficial das unidades fundamentais do Sistema Internacional (SI), entre as quais o segundo. A Convenção do Metro: a génese da padronização Ilustração conceptual da definição do segundo, baseada na radiação do átomo de césio-133 — adoptada pela Conférence générale des poids et mesures (CGPM) em 1967. Em 20 de Maio de 1875, vinte nações — incluindo Portugal — assinaram em Paris a Convenção do Metro . Este tratado internacional estabeleceu os alicerces para uma uniformização mundial das unidades de medida, o que deu origem ao Bureau International des Poids et Mesures (BIPM) , sediado em Sèvres, nos arredores de Paris. Inicialmente centrado na definição do metro e do quilograma, o trabalho do BIPM alargou-se às outras grandezas físicas — entre elas, o tempo. A coordenação destas actividades passou a estar a cargo da Conferência Geral de Pesos e Medidas , que se reúne regularmente desde 1889 para aprovar definições, rever normas e garantir a coerência do sistema internacional de unidades. O segundo astronómico: uma definição instável Durante séculos, o tempo mediu-se por observações astronómicas. O segundo era definido como a 1 ⁄ 86400 parte do dia solar médio — isto é, a vigésima quarta parte de uma rotação da Terra dividida por 3600. Contudo, verificou-se que a rotação terrestre não é constante. Sofre pequenas variações imprevisíveis, de origem geológica, atmosférica e gravitacional. Esta instabilidade tornou-se inaceitável para aplicações que exigem uma precisão extrema, como a navegação por satélite, a sincronização de redes de telecomunicações ou a relojoaria científica. Era necessário encontrar uma referência invariante, presente em toda a natureza. O segundo atómico: a revolução da exactidão A resposta chegou através da espectroscopia e da física quântica. Os átomos, ao transitarem entre níveis de energia, emitem radiação com uma frequência específica. No caso do césio-133, essa frequência é notavelmente estável. Em 1967, a 13.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas aprovou uma nova definição do segundo: "O segundo é a duração de 9 192 631 770 períodos da radiação correspondente à transição entre dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de césio-133." Este momento representou um marco histórico. Pela primeira vez, a unidade de tempo deixou de depender dos astros e passou a depender de um fenómeno imutável da física atómica. Desde então, os relógios atómicos tornaram-se o padrão máximo de precisão. De Paris para o mundo: os relógios ao ritmo do césio Relógio de rede óptica de itérbio do NIST — © J. Burrus/National Institute of Standards and Technology A CGPM continua a supervisionar a evolução das definições do SI. Em 2019, redefiniu o quilograma, o ampere, o kelvin e a mole com base em constantes universais. A unidade de tempo, contudo, manteve-se ancorada na radiação do césio, embora se prepare o caminho para futuros padrões ainda mais precisos — como os relógios de rede óptica. Relógios de rede óptica Nos últimos anos, os chamados Relógios de rede óptica tornaram-se os instrumentos mais precisos de medição do tempo. Diferem dos relógios atómicos de césio por utilizarem átomos neutros aprisionados numa rede óptica – uma estrutura de luz laser que imobiliza os átomos em posições fixas. Estes átomos são excitados por radiação óptica, com frequências muito superiores às micro-ondas usadas no césio, o que permite uma resolução temporal incomparável. A precisão destes sistemas é tal que, segundo os dados mais recentes, o erro acumulado seria inferior a um segundo em 30 mil milhões de anos. Embora ainda não se tenha substituído oficialmente o césio como referência do Sistema Internacional, os relógios de rede óptica são os principais candidatos à futura redefinição do segundo, estando actualmente em teste em laboratórios nacionais de metrologia em todo o mundo. Portugal: um país sem Hora Legal Em Portugal actualmente pode-se dizer que o tempo não existe com mais propriedade do que noutros países, pois após 145 anos ao serviço do país, o Observatório Astronómico de Lisboa deixou de ser a entidade emissora da Hora Legal. Desde 2019, alterações legislativas e institucionais criaram um vazio de competências, tornando impossível cumprir o que o Decreto-Lei n.º 279/79 previa. A responsabilidade pela emissão do tempo oficial deverá ser transferida para o Instituto Português da Qualidade, mas o processo legislativo continua indefinido. Enquanto isso, o país permanece sem uma entidade emissora activa e sem um único relógio público que marque oficialmente o tempo. Portugal, que outrora teve um dos observatórios mais prestigiados da Europa, deixa assim de ter a sua própria hora legal. NOTAS: (1) As Conferências Solvay nasceram da visão e generosidade de Ernest Solvay (1838–1922), um industrial e químico belga que fez fortuna com o desenvolvimento do processo químico de produção de carbonato de sódio. Convencido de que o progresso científico exigia o diálogo entre os maiores pensadores do seu tempo, Solvay fundou, em 1911, uma série de conferências científicas de alto nível, que reuniram os físicos mais influentes do mundo num ambiente de debate livre e rigoroso. A sua iniciativa culminou na célebre quinta conferência de 1927, dedicada à teoria quântica, onde se enfrentaram duas concepções da realidade: a visão determinista de Einstein e a interpretação probabilística de Bohr. Ernest Solvay não foi apenas um mecenas: foi o arquitecto de um espaço onde a ciência teve a liberdade de questionar os seus próprios fundamentos. Embora estas conferências não tenham definido normas metrológicas, foram cruciais para a construção teórica que sustenta a forma como hoje se mede o tempo — nomeadamente através da física quântica que sustenta os relógios atómicos. Referências Livros Kragh, H. (1999). Quantum Generations: A History of Physics in the Twentieth Century. Princeton University Press. Carroll, S. (2019). Something Deeply Hidden: Quantum Worlds and the Emergence of Spacetime. Dutton Books. Byrne, P. (2010). The Many Worlds of Hugh Everett III. Oxford University Press. Heisenberg, W. (1958). Physics and Philosophy. Harper. Quinn, T. J. (2012). From Artefacts to Atoms. Oxford University Press. Rovelli, C. (2017). The Order of Time. Allen Lane. Pais, A. (1982). Subtle is the Lord: The Science and the Life of Albert Einstein. Oxford University Press. Sites institucionais e científicos https://www.bipm.org https://www.solvayinstitutes.be https://plato.stanford.edu/entries/qm-everett https://www.iers.org https://www.nist.gov https://www.ipq.pt

  • Jaeger-LeCoultre Polaris Chronograph,

    A Jaeger-LeCoultre lançou uma nova versão do seu Polaris Chronograph, agora com um mostrador lacado em cinzento oceânico, uma tonalidade exclusiva da Maison que confere frescura e dinamismo ao relógio desportivo-elegante por excelência da marca. A colecção Polaris, lançada em 2018, inspira-se directamente nos modelos de mergulho dos anos 60, reinterpretando o seu espírito aventureiro com sofisticação contemporânea e elevada funcionalidade. A caixa em aço de 42 mm, com linhas tensas, asas curvas, luneta fina e acabamento alternado polido e escovado, mantém a identidade visual da linha. Os botões robustos e a coroa de grandes dimensões remetem para os códigos da década de 1960, garantindo ergonomia e conforto. O mostrador é um exemplo de virtuosismo técnico e estético, composto por 35 camadas de laca aplicadas manualmente em três secções distintas (disco central, anel intermédio e anel externo com escala taquimétrica), todas com acabamentos diferenciados, escovado em raios de sol, polido e granulado. O efeito gradiente de cor do cinzento claro ao escuro e os pormenores em laranja conferem profundidade e vitalidade ao conjunto. O movimento automático calibre 761, desenvolvido e produzido internamente pela Jaeger-LeCoultre, é visível através do fundo em safira. Trata-se de um cronógrafo integrado com roda de colunas e embraiagem vertical, dotado de dois tambores de corda que proporcionam 65 horas de reserva de marcha. O acabamento é meticuloso: parafusos azulados, Côtes de Genève e um rotor aberto decorado com o monograma ‘JL’. A leitura do tempo é intuitiva, ponteiro central de cronógrafo, submostradores às 3h (contagem de 30 minutos) e às 9h (segundos contínuos), marcadores trapezoidais aplicados, ponteiros esqueletizados e tratamento luminescente para máxima legibilidade em qualquer condição. O relógio inclui duas braceletes facilmente intercambiáveis, uma em borracha preta texturada e outra em tecido azul-cinzento, permitindo ao utilizador adaptar o estilo à ocasião. Características técnicas Caixa Material : Aço Diâmetro : 42 mm Espessura : 13.39 mm Resistência à água : 10 metros Movimento Calibre : Jaeger-LeCoultre 761 Rubis : 35 Reserva de marcha : 65 horas Frequência : 28.800 alt/h Diâmetro : 25.60 mm Bracelete Material : Borracha ou Lona Cor : Preta ou Cinzenta Fivela : Desdobrável Mais informações no site oficial da Jaeger-LeCoultre.

  • Blancpain Fifty Fathoms 38 mm

    A Blancpain apresentou dois novos modelos da icónica linha Fifty Fathoms Automatique, especialmente concebidos para mulheres. Pela primeira vez, estes relógios de mergulho surgem numa caixa de 38 mm, não foi uma simples redução de tamanho, mas uma reinterpretação completa das proporções do modelo original, com um equilíbrio visual pensado para pulsos mais finos. As novas referências destacam-se por duas versões distintas, não limitadas, uma com mostrador preto fumado em madrepérola e caixa em ouro vermelho de 18 quilates; a outra com mostrador rosa pétala em madrepérola e caixa em titânio escovado grau 23. Ambas exibem um efeito dégradé subtil e são complementadas por braceletes desportivas. A versão preta com opções em borracha tropic, lona ou NATO, e a versão rosa com uma bracelete branca em tecido, decorada com riscas cor-de-rosa em dois tons. No interior, pulsa o calibre 1153 de manufactura da Blancpain, um movimento automático com 100 horas de reserva de marcha, espiral de silício e resistência à água até 300 metros. Os modelos mantêm a luneta rotativa unidireccional com safira abobadada, característica da linha Fifty Fathoms. Estes relógios não são apenas instrumentos de precisão técnica, mas também uma homenagem ao compromisso da marca com a preservação dos oceanos, especialmente através da iniciativa Blancpain Ocean Commitment . Em particular, celebram o contributo das mulheres nesse esforço, em associação com o concurso Ocean Photographer of the Year  e o Female Fifty Fathoms Award , criado para distinguir fotógrafas cujo trabalho destaca a beleza e fragilidade do mundo subaquático. Segundo Marc A. Hayek, Presidente e CEO da Blancpain, estas peças respondem à crescente procura por relógios desportivos e elegantes adequados a pulsos femininos, e refletem tanto a herança relojoeira da marca como a coragem das mulheres que exploram e retratam o oceano. Características técnicas Modelo 5007-12B44R-98S Caixa Material : Titânio Diâmetro : 38.2 mm Espessura : 12 mm Vidr o: Safira Resistência à água : 300 metros Movimento Calibre : 1153 Diâmetro ; 26.20 mm Espessura : 3.25 mm Reserva de marcha : 100 Rubis : 28 Número de componentes : 168 Bracelete Material : Titânio Fecho : Báscula Mais informações no site oficial da Blancpain.

  • Bianchet Calibre UT01

    A Bianchet apresentou o Calibre UT01, um movimento automático com turbilhão ultra-fino que alia elegância, robustez e desempenho extremo, com apenas 3,85 mm de espessura e 8 gramas de peso. Construído em titânio, este calibre é capaz de resistir a choques superiores a 5.000 G, o que foi comprovado ao ser usado pelo tenista profissional Alexander Bublik durante torneios, incluindo os quartos-de-final de Roland-Garros. O movimento incorpora um rotor central em ouro e uma gaiola de turbilhão voador de 2,66 mm, também em titânio. A arquitectura respeita os princípios da proporção áurea, com espirais de Fibonacci no rotor e círculos concêntricos nas pontes traseiras, conferindo profundidade visual e coesão estética. Para atingir a sua notável resistência e eficiência, o UT01 recorre a soluções técnicas avançadas, como: um tambor de corda suspenso, garantindo 60 horas de reserva de marcha; uma arquitectura redesenhada do turbilhão e escape, com balanço de parafusos de grandes dimensões; um sistema de corda e afinação personalizado, que reduz o atrito e melhora a eficiência energética; componentes de absorção de choque nos pontos mais críticos do movimento. A marca destaca que a miniaturização não é suficiente, cada elemento do movimento teve de ser repensado para manter o binómio entre desempenho técnico e beleza artesanal. O resultado é um turbilhão automático que não sacrifica a fiabilidade nem o conforto em prol da finesse, e que permanece funcional mesmo em contextos desportivos exigentes. Mais informações no site oficial da Bianchet.

  • Armin Strom Gravity Equal Force

    A Armin Strom apresentou o Gravity Equal Force Ultimate Sapphire Rose Gold, uma peça que alia excelência técnica e estética refinada, numa edição limitada a apenas 20 exemplares por ano. Esta criação relojoeira destaca-se pelo uso de ouro rosa de 18 quilates na caixa, contrastando com uma platina principal castanha decorada com guilhoche artesanal de Kari Voutilainen e pontes em tom dourado rosado. O mostrador em safira descentrado, aparentemente suspenso, permite uma visão ampla da arquitectura do movimento, acentuada por uma correia em couro nubuck castanho que acrescenta um toque orgânico à composição. No coração do relógio está o calibre ASB19, movimento automático com micro-rotor e um sistema patenteado de tambor com mecanismo de força constante e cruz de Genebra, garantindo uma entrega de torque uniforme ao órgão regulador ao longo das 72 horas de reserva de marcha. Este sistema, raro na relojoaria contemporânea, assegura estabilidade cronométrica durante todo o funcionamento. A micro-rotor permite um enrolamento eficiente sem ocultar a simetria do movimento, uma das assinaturas da marca. A Armin Strom mantém os seus elevados padrões de acabamento artesanal, todas as peças, visíveis ou não, são trabalhadas à mão com técnicas como anglage , perlage , polimento negro, côtes de Genève  e escovado circular. Estas decorações não servem apenas de ornamento, mas são parte integrante da identidade visual do movimento. O relógio tem 41 mm de diâmetro por 12,65 mm de altura, vidro e fundo em safira com tratamento antirreflexo, resistência à água até 3 ATM, e ponteiros facetados em ródio com Super-LumiNova®. Características técnicas Caixa Material : Ouro rosa de 18K Vidro : Safira Resistência à água : 3 ATM Diâmetro : 41 mm Espessura : 12,65 mm Fundo : Vidro safira Movimento Calibre : de fabrico Armin Strom ASB19 Diâmetro : 35.52 mm Espessura : 11.67 mm Frequência : 25.200 alt/h Rubis : 28 Número de componentes : 202 Correia Material : Pele nobuck Cor : Castanha Fecho : Desdobrável Mais informações no site oficial da Armin Strom.

  • SpaceOne WorldTimer

    O SpaceOne WorldTimer é a mais recente criação da marca francesa SpaceOne, fundada em 2023 por Théo Auffret e Guillaume Laidet, dois entusiastas da relojoaria com uma visão comum: desenvolver peças inovadoras, técnicas e acessíveis . Após o êxito do modelo Jumping Hour em 2023 e do Tellurium em 2024, com mais de 1.200 relógios vendidos em todo o mundo, a marca entra em 2025 com um novo capítulo, apresentando um relógio pensado para viajantes globais. Este novo modelo, o WorldTimer, distingue-se pela sua abordagem radical à leitura do tempo, substituindo os tradicionais ponteiros por um sistema de discos rotativos. O mostrador é composto por quatro elementos principais: um disco de minutos às 3 horas, um disco central de segundos, um disco de 12 horas às 6 horas e dois discos coaxiais às 9 horas que indicam as 24 horas e as cidades correspondentes. A definição do tempo é facilitada por uma coroa de três posições, permitindo a corda manual, o ajuste rápido do disco das cidades e a regulação simultânea dos discos de 12H e 24H, garantindo uma utilização intuitiva, ideal para viajantes exigentes e coleccionadores. O design futurista é novamente da autoria de Olivier Gamiette, que já havia colaborado com a marca no Tellurium. A caixa, feita em titânio Grau 5, combina acabamentos polidos, escovados e microjateados, criando contrastes de luz que reforçam o carácter arrojado da peça. O conjunto é protegido por uma cúpula de safira ultra-resistente. O movimento é o automático Soprod P024, já usado nos modelos anteriores da marca, operando a 28.800 alternâncias por hora (4hz) e com uma reserva de marcha de 38 horas. Características técnicas Caixa Material : Titânio Grau 5 Dimensões : 52.7 x 41.9 x 15.88 Resistência à água : 30 metros Movimento Calibre : Soprod P024 Frequência : 28.800 alt/h Reserva de marcha : 38 horas Correia Material : Pele Fivela : Titânio Mais informações no site oficial da SpaceOne.

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