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- Laurent Ferrier Classic Micro-Rotor « Série Atelier » Magnetic Green
Classic Micro-Rotor Magnetic Green @ Laurent Ferrier A Laurent Ferrier apresentou recentemente o Classic Micro-Rotor Magnetic Green, o primeira exemplar da renovada linha “Série Atelier”. A ideia da marca com esta edição é a de permitir a muitos dos seus coleccionadores o acesso a modelos num prazo igual ou inferior a dois meses. E porquê? Porque com o mercado completamente virado do avesso com compradores disponíveis para pagar valores bem acima dos pedidos pelas marcas para a aquisição dos mais recentes modelos, muitos dos compradores que na realidade ajudaram a que casas como a Laurent Ferrier crescessem e se consolidassem, passaram a ter uma manifesta dificuldade em adquirir peças num prazo razoável e por um valor dito “normal”. São estas peças que deverão agora integrar a “Série Atelier” de edições limitadas e numeradas. Classic Micro-Rotor Magnetic Green @ Laurent Ferrier Segundo a Laurent Fererier, esta será uma forma de controlar a disponibilidade de peças em beneficio dos coleccionadores mais fiéis à manufactura, para o que irá contribuir a disponibilização exclusiva dos modelos através de venda directa. Um processo que irá garantir um envio até 40 dias após a conclusão do processo de compra. Mas passemos os olhos pelo relógio propriamente dito. Classic Micro-Rotor Magnetic Green @ Laurent Ferrier Utilizado anteriormente na linha Classic Traveller, o mostrador verde “magnético” deste “Série Atelier” apresenta dois acabamentos distintos que proporcionam um efeito óptico bastante agradável. Os pequenos segundos, às 6 horas, afundados no mostrador e destacados através de um padrão circular concêntrico em caracol, criam uma demarcação e uma geometria extremamente sedutora. Bastante fino, o ponteiro dos segundos apresenta-se equilibrado por um contrapeso ligeiramente convexo, uma das formas preferidas da marca. Um relevo que também pode ser encontrado nos ponteiros das horas e dos minutos cuja forma è conhecida como “Assegai”. Os índices em ouro branco em forma de gota completam um mostrador simultaneamente simples e complexo adicionando um toque inegável de elegância. Este mostrador, que é a estrela decorativa deste modelo, está associado a uma caixa de 40 mm em titânio de grau 5 com fundo em cristal de safira que permite uma visão desobstruída do excelente nível de acabamento do movimento. O calibre FBN 229.01 do Classic Micro-Rotor Magnetic Green @ Laurent Ferrier O calibre FBN 229.01 com escape natural, está equipado com um micro rotor com massa oscilante em ouro de 18 quilates de corda unidirecional. Este duplo escape de impulso directo ao balanço, tão raro quanto complexo de executar, foi inspirado pelo trabalho de Abraham-Louis Breguet. Trata-se de um sistema dotado de duas rodas de escape, que operam alternadamente e transmitem a energia diretamente para o balanço. Fala-se de impulso direto ao balanço porque deixa de ser a âncora a dar impulso, mas antes a roda de escape. Um processo que se considera ser mais eficiente em termos de desempenho. Como a roda de escape só pode girar num sentido, uma segunda roda de escape completa o conjunto de maneira a dar alternadamente os impulsos que o balanço necessita para manter a cadência de oscilação. Estes interagem com uma âncora com paletes de silicone, um material ultraleve e auto lubrificante. O ganho de performance alcançado reflete-se assim diretamente na autonomia deste calibre e que se calcula em mais de 72 horas. O verso do Classic Micro-Rotor Magnetic Green @ Laurent Ferrier O Classic Micro-rotor “Série Atelier” Magnetic Green será produzido numa quantidade limitada de apenas 20 exemplares e proposto ao preço de CHF 49.500 antes de impostos. Como referido no inicio, o modelo estará disponível exclusivamente no site da Laurent Ferrier, aqui. Classic Micro-Rotor Magnetic Green @ Laurent Ferrier
- Watch Art Grand Exhibition da Patek Philippe será em Tóquio em 2023
@ Patek Philippe Será a sexta das Grandes Exposições, e a Patek Philippe escolheu um dos seus principais mercados: o Japão. De 10 a 25 de junho de 2023, o público e os apreciadores da marca poderão mergulhar no mundo singular desta manufactura e empresa familiar. Serão mais de 2.500 metros quadrados de exposição que deverão proporcionar aos visitantes um ar das ruas de Genebra e do seu famoso lago, transportando-as aos bastidores da própria Patek Philippe. Será a maior exposição alguma vez organizada pela manufactura, onde não irão faltar os habituais lançamentos de edições limitadas dedicadas. O Sumitomo Sankaku Hiroba - o local da exposição @ Patek Philippe Como uma das principais herdeiras da grande tradição relojoeira genebrina, a Patek Philippe deu sempre uma grande importância ao acto de partilhar a sua paixão pela alta relojoaria, principalmente através destas exposições. Nos anos de 1970 a 1980, no auge da crise do quartzo, a manufatura teve um papel preponderante na recuperação da imagem do relógio mecânico, com exposições itinerantes sobre temas como “A mão criativa” ou o “O relógio como obra de arte". Foi há exatamente 10 anos que a Patek Philippe inaugurou o conceito das Grandes Exposições abertas ao público, com entrada gratuita. Com cada uma das cinco edições organizadas até à data, os eventos aumentaram de dimensão e abrangência, acolhendo um total de cerca de 165 000 visitantes. Depois do Dubai em 2012, Munique em 2013, Londres em 2015, Nova York em 2017 e Singapura em 2019, a Patek Philippe escolheu a cidade de Tóquio para a sua sexta Grande Exposição. Historicamente, o Japão representa um mercado-chave para a marca – um mercado de verdadeiros conhecedores. @ Patek Philippe Uma decoração excepcional Com abertura prevista para sábado dia 10, e encerramento a 25 de junho de 2023, a Patek Philippe Watch Art Grand Exhibition Tokyo 2023 irá decorrer num local emblemático da cidade anfitriã. O Sumitomo Sankaku Hiroba, localizado entre as altas torres do distrito comercial de Nishi-Shinjuku fica a apenas alguns passos da estação de Shinjuku, a estação ferroviária mais movimentada do Japão, que recebe cerca de 3,5 milhões de passageiros por dia. A exposição, dividida em dez áreas temáticas, irá permitir ao visitante uma viagem de descoberta pelo universo da Patek Philippe. @ Patek Philippe Toda a coleção atual, incluindo a coleção Rare Handcrafts A Patek Philippe Watch Art Grand Exhibition Tokyo 2023 reunirá cerca de 500 relógios e objetos de excepção. Em particular, será possível ver toda a coleção atual da manufactura. A colecção Rare Handcrafts (que inclui peças com pintura em miniatura sobre esmalte, esmalte cloisonné, gravura à mão, micro marchetaria em madeira, guilhoché executado à mão e cravação), estarão também em exposição, com um magnífico conjunto de cerca de cinquenta e uma peças únicas e edições limitadas (relógios de mesa abobadados, relógios de bolso e relógios de pulso) inspiradas na cultura japonesa e no seu magnífico repertório artístico. @ Patek Philippe Preciosidades do Museu Patek Philippe A exposição irá também incluir uma seleção de cerca de 190 peças pertencentes ao Museu da Patek Philippe em Genebra. Peças da “Coleção de Antiguidades” (século XVI ao início do século XIX) incluirá alguns dos relógios mais antigos do mundo e inúmeras obras-primas técnicas e estéticas que ilustram a história da relojoaria. As peças da “Patek Philippe Collection”, em representação da herança da manufactura, apresentarão o primeiro relógio de pulso com calendário perpétuo, lançado pela Patek Philippe em 1925 (nº P-72), o World Time 1415 HU de 1948 (nº. P-1026) e um relógio de bolso com repetição de minutos e reserva de marcha de 30 dias de 1918 que pertenceu ao grande coleccionador James Ward Packard (nº P-1703). Uma nova secção intitulada “Proprietários Históricos” irá permitir aos visitantes admirar um relógio pendente apresentado à Rainha Vitória durante a Grande Exposição de Londres de 1851 (nº P-24), assim como outros relógios pertencentes a personalidades famosas. @ Patek Philippe Uma reunião excepcional de obras-primas da relojoaria Uma das salas da exposição será dedicada à apresentação da vasta colecção de movimentos da Patek Philippe, incluindo uma nova área dedicada às diversas etapas envolvidas na produção destas peças, e uma outra dedicada à importante área da pesquisa e desenvolvimento. Um grande espaço será ainda reservado aos relógios complicados, um dos redutos mais importantes da manufactura, onde, pela primeira vez numa Grande Exposição, será possível visitar uma seção exclusiva dedicada às Supercomplicações (como o Calibre 89 e o Star Calibre 2000). O espaço irá igualmente incluir o “Master of Sound”, uma área que irá contar com peças como o Patek Philippe Grandmaster Chime, com 20 complicações, e o Sky Moon Tourbillon Ref. 6002R-001. Aqui será também possível conhecer os mestres relojoeiros da Patek Philippe, que farão demonstrações e estarão disponíveis para explicar o que for necessário. Neste espaço será ainda possível conhecer algumas peças de excepção cedidas por coleccionadores japoneses para a exposição. @ Patek Philippe Uma variedade de edições limitadas Da mesma forma que as exposições que a antecederam, a Grande Exposição de Tóquio será acompanhada pelo lançamento de edições limitadas em todos os segmentos da colecção Patek Philippe, incluindo algumas novidades técnicas mundiais. Um evento a merecer claramente uma deslocação ao pais do Sol Nascente. @ Patek Philippe Para mais informações visite a Patek Philippe aqui.
- A Lua entra no léxico do Altiplano da Piaget
Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget Durante mais de um século, o savoir-faire de Piaget girou em torno da capacidade da Maison de colocar a técnica ao serviço da estética, usando a primeira para dar à segunda o espaço criativo mais amplo possível. A partir da década de 1960, os movimentos extra planos permitiram um ganho significativo ao nível da criatividade e da elegância, graças também, aos históricos mostradores em pedra dura (Lápis Lazuli, Malaquite, Olho de Tigre, etc). O mostrador do Piaget Altiplano Moonphase concebido por Anita Porchet @ Piaget Em 1998, a criação do Altiplano representou o passo final na união entre um processo de produção quase artesanal e a indispensável elegância que fazem de um Piaget um Piaget. Durante décadas, a Maison trabalhou com artistas e maîtres d'art, permitindo-lhes materializar a sua visão e arte em peças únicas de joalharia e relojoaria. E quando este ano chega ao fim, a Piaget abre um novo capítulo neste domínio. Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget A tradicional complicação que nos permite visualizar a evolução das fases da lua sobre um mostrador de relógio, passa finalmente a fazer parte da coleção Altiplano, com a estreia do Altiplano Moonphase. Composta por quatro peças, a coleção exclusiva com fortes argumentos no campo dos métiers d'art leva o savoir-faire e a criatividade a novos territórios, explorando a relação de décadas da Maison com os mais dotados artistas e artesãos. Os 4 modelos do Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget Os quatro modelos Métiers d'art Altiplano Moonphase não poupam nos detalhes intrincados e na técnica que concentra neste relógio de 36 mm. A marca afirma que só os mostradores requerem nada menos que dois anos de trabalho antes de se juntarem ao movimento. Sobre um céu de esmalte azul translúcido criado pela mestre esmaltadora Anita Porchet, as constelações chinesas são representadas por pequenos pontos brancos e pedras preciosas. Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget E porque a Piaget tem uma especial fraqueza por designs surpreendentes e características originais, cada Guardião, representando um ponto cardeal e associado a uma das quatro estações e elementos, surge suavemente ao cair da noite. O Dragão Azure representa o Oriente e está associado à Primavera e à madeira; o pássaro vermelho, representando o Sul, está próximo do verão e do fogo. O tigre branco, olhando para oeste, é naturalmente amigo do outono e do metal, enquanto a tartaruga preta (virada para o norte) fica à vontade no inverno e na água. Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget Com o objetivo de respeitar a notável estética dada pela reduzida espessura do Altiplano, os designs criativos que decoram o mostrador deste modelo tiveram que ser elaborados numa escala bastante reduzida. Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget Sob este céu noturno estrelado, raios de lua de diamantes, safiras e granadas foram colocados na metade inferior do mostrador dourado. São muitos os detalhes que dão expressão a este modelo como a massa oscilante em forma de lua lacada a azul, a janela para a lua emoldurada com um aro de ouro cravejado a diamantes. O verso do Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget Trata-se de um modelo que faz justiça à assinatura Piaget, que sempre colocou um ênfase especial na expressão joalheira das suas criações relojoeiras. Piaget Altiplano Moonphase @ Piaget Para mais informações visite a Piaget aqui.
- Novo Horas Errantes dá brilho ao Code 11.59 da Audemars Piguet
Code 11.59 Star Wheel @ Audemars Piguet A origem do género de indicação conhecido hoje como horas errantes remonta pelo menos ao século XVII. A culpa pode ser atribuída ao Papa Alexandre VII que, sofrendo de insónia agravada pelo ruído mecânico dos relógios da época, encomenda aos irmãos Campani um “relógio noturno”, especificando que este fosse o mais silencioso possível e que permitisse uma fácil leitura nas noites mal iluminadas do vaticano. O resultado foi o primeiro relógio com horas errantes, onde as horas podiam ser lidas num semicírculo onde uma abertura indicava os quartos de hora. Para além desta forma inovadora de indicar a passagem do tempo, o relógio era iluminada por dentro através de uma vela que revelava o material translúcido do mostrador… dirise-ia o Superluminova da época. Relógio de Bolso com indicação de Horas Errantes - Século XIX @ Audemars Piguet A partir do final do século XVII, esta verdadeira complicação acabou por ser aproveitada para os relógios de bolso. Enquanto que a abertura em forma de arco ainda se expandia ao longo de 180 graus, os minutos deixavam de estar limitados apenas aos quartos de hora para uma maior precisão na leitura do tempo. Já no século XIX, a popularidade das horas errantes começou a diminuir. As poucas peças produzidas nesta época apresentavam um setor mais reduzido de 120 graus para facilitar a leitura das horas. Os quartos de hora desaparecem assim como a pequena janela das horas, mantendo-se o mecanismo oculto. A versão com horas errantes de 360 graus surge também nesta época, apesar de ter sido gradualmente substituída pelas horas saltantes que viriam a proliferar durante o período Art Deco da primeira metade do século XX. Star Wheel Ref. 25720 de 1991 @ Audemars Piguet Em 1989, um relojoeiro da Audemars Piguet redescobriu a complicação ao ler um artigo alusivo no Journal Suisse d'Horlogerie. Em 1991, e após 18 meses de desenvolvimento, era apresentado o primeiro relógio com horas errantes da Manufactura (a Ref. 25720). Baptizado com o nome “Star Wheel” – numa alusão às três estrelas que sustentam os discos de horas em safira conectados à roda central – o modelo veio revelar a muitos o mistério do seu funcionamento e revelar o mecanismo desta complicação. Star Wheel com repetição de minutos Ref. BA25797 produzido em 5 exaemplares 1990 ca @ Audemars Piguet Entre 1991 e 2003, seriam produzidos cerca de 30 modelos “Star Wheel” pela Manufatura, distribuídos por diversas coleções. Estes relógios apresentavam variações no seu design com a tradicional abertura em forma de arco com diferentes comprimentos e posicionada em locais distintos. O novo Code 11.59 Starwheel - Ref.15212NB Code 11.59 Star Wheel @ Audemars Piguet A Audemars Piguet decidiu resgatar do seu baú de peças notáveis o conceito do Star Wheel aplicando-o à mal amada estética do Code 11.59. E o resultado é surpreendente, notando-se claramente um ganho geral do modelo, onde a arquitetura da caixa sai claramente reforçada pela sobreposição de formas geométricas permitida pelas Horas Errantes. Code 11.59 Star Wheel @ Audemars Piguet Neste modelo a aventurina azul serve como pano de fundo para os três discos que giram sobre os seus próprios eixos. Ligeiramente abaulados, são feitos de alumínio e tingidos de preto graças a um tratamento PVD, antes de serem decorados com um acabamento acetinado. Seguindo o design contemporâneo, o setor dos minutos alcança 120 graus e estende-se das 10 às 2 horas, com indicações de minutos em branco. Code 11.59 Star Wheel @ Audemars Piguet A nova referência com 41 mm combina a aventurina com o ouro branco e a cerâmica preta. Esta diversidade de materiais dão destaque ao design da caixa do Code 11.59. O cristal de safira com dupla curvatura amplia os detalhes naturais da aventurina azul, ao mesmo tempo que dá uma maior profundidade ao mostrador. No verso do relógio, o cristal de safira revela o calibre 4310, assim como a massa oscilante em ouro rosa de 22 quilates característicos desta coleção. O movimento tem uma reserva de marcha mínima de 70 horas e é resistente à água até 30 metros. O verso do Code 11.59 Star Wheel @ Audemars Piguet Tal como os seus antecessores, a indicação das horas deste Horas Errantes recorre a um rotor central que completa uma rotação completa a cada três horas e no qual foram fixados três discos de alumínio que giram em torno de seus próprios eixos. Cada disco tem quatro dígitos de 1 a 12 que se revezam apontando para o setor arqueado no topo do mostrador no qual está impressa a escala de minutos. A nova referência vem equipada com uma pulseira revestida a borracha preta texturizada e uma nova fivela gravada com o logotipo da Audemars Piguet, em vez do habitual monograma AP. Code 11.59 Star Wheel @ Audemars Piguet Para mais informações, visite a Audemars Piguet aqui.
- Cronógrafos futebolísticos
Hoje, Domingo, dia 18, às 15h de Portugal continental, no "Estádio Nacional Lusail", com transmissão em directo na RTP 1, decorre a final do Campeonato Mundial de Futebol. Aqui no IPR recomendamos, como é natural, o melhor relógio para assistir a esta finalíssima. Neste artigo vamos apresentar as nossas recomendações: cronógrafos futebolísticos dos anos 70. Estes cronógrafos distinguem-se dos restantes por terem sempre uma indicação de 45 minutos, o equivalente a metade de um jogo de futebol. Pode considerar-se que esta é uma razão rebuscada e pouco útil para criar um novo modelo de cronógrafo. Porém, tendo em conta a quantidade de mergulhadores e aviadores de escritório dos nossos dias, porque não acrescentar também a categoria de futebolista de escritório? A utilidade não é para aqui chamada. Estes relógios eram feitos para adeptos, jogadores ou árbitros, na altura. Embora o seu propósito seja mais estético do que técnico, são todos óptimos exemplares para os mais ferrenhos adeptos da seleção, tal como para qualquer entusiasta de relojoaria. Um bom coleccionador vai certamente reconhecê-los como modelos bastante coleccionáveis. Infelizmente não são fáceis de encontrar, muito menos em bom estado. Fique a conhecer as suas características e as diferente versões e encontre uma agradável surpresa no final. OMEGA Soccer Timer — Seamaster — Ref. 145.016, 145.019, 145.020 — 1970 Este é um óptimo exemplo de um relógio de futebol. A omega produziu 3 modelos do Soccer Timer entre 1968 e o início dos anos 80. Todos usam o calibre Omega 861, e aumentaram de 38mm para 41mm. Na verdade a única diferença entre estes modelos e outros cronógrafos é a referência aos 45min sob o totalizador das 15h. OMEGA Soccer Timer 145.016, 145.019, 145.020 Na imagem acima, podemos ver o 145.016 na primeira linha, o 145.019 na segunda e o 145.020 na terceira. O 145.019 é o mais valorizado entre coleccionadores, talvez por ser o único com uma escala rotativa interior e o de aspecto mais divertido. Porém são todos relógios raros altamente coleccionáveis. Breitling Soccer Timers Breitling "Slow Chronograph" Soccer Timer ref. 2734 Apertem bem os cintos, estes Breitling são uma montanha russa de utilidade desnecessária, para complicar, são extremamente útieis para fazer coisas que não têm grande utilidade, mas que são extremamente divertidas. Confuso? É natural, estes modelos rompem completamente com a noção de cronógrafo. Ao pressionar o botão do cronógrafo, a única alteração visível acontece na janela circular que fica sobre as 18h, o ponteiro de cronógrafo não é um ponteiro de segundos mas sim um ponteiro de minutos. A janela circular faz três indicações, a de cronógrafo activo, cronógrado em pausa e cronógrafo parado (ver vídeo). ACTIVAÇÃO DO CRONÓGRAFO EM PORMENOR ACTIVAÇÃO DO CRONÓGRAFO As indicações são apresentadas através de cores diferentes, cores mistas ou pontos, variam consoante as versões. Porque é que este é um relógio de futebol? Pois bem, tal como os outros relógios de futebol, tem uma indicação de 45 minutos, apenas isso. Cronógrafo de árbitro Heuer Caso haja dúvidas sobre a utilidade deste relógio, basta ler o que está escrito no mostrador: Football | Soccer, com estas duas palavras fica bem claro que estamos a falar de futebol. O aro é bi-direccional, o diâmetro é de 44mm e é apresentada uma escala de 45 minutos através de um anel interior laranja. O calibre está descrito como Heuer H11 6060 e é baseado num Leonidas. RELÓGIOS COM HISTÓRIA NA LOJA DO IPR Para quem gosta mais de prática do que de teoria, trazemos uma boa notícia. Na nossa loja vão estar disponíveis, nos próximos dias, três Cronógrafos Futebolísticos:
- Seiko presta tributo ao primeiro relógio de pulso do Japão
@ Seiko A história da Seiko começa em 1881, quando Kintaro Hattori abre uma loja em Ginza dedicada à reparação e venda de relógios. Passados 11 anos, em 1892 abre uma fábrica a que chama Seikosha, e onde produz os seus próprios relógios de parede. Vinte anos mais tarde, quando os relógios de bolso eram ainda a norma, pesquisa já com relógios de pulso, que representavam a tecnologia mais moderna à época. Em 1913, a empresa produz o primeiro relógio de pulso do Japão, o Laurel. Tratava-se da primeira de muitas invenções que contribuíram para a evolução da industria da relojoaria, incluindo o primeiro relógio de pulso de quartzo em 1969, e, 30 anos depois, a tecnologia verdadeiramente revolucionária que é o Spring Drive. Em 2023, a Seiko irá celebrar o 110º aniversário do seu primeiro relógio de pulso, com o lançamento de uma série de modelos comemorativos. A celebração inicia-se com o anúncio do lançamento de uma nova criação inspirada precisamente no Laurel de 1913. @ Seiko O novo modelo recupera a forma e o design original do Laurel em cada detalhe. A caixa redonda foi cuidadosamente construída para preservar a estética da original, optando no entanto por um movimento automático moderno. A numeração árabe, os ponteiros azuis de estilo retro, e a coroa de grandes dimensões em forma de cebola, foram fielmente recriados de acordo com o estilo nostálgico a que esta peça obriga. Tal como o original de 1913, a nova criação apresenta um mostrador em esmalte branco imaculado produzido pelo mestre artesão Mitsuru Yokosawa e os seus colegas de uma oficina especializada na produção de esmalte. Detalhe do mostrador em esmalte @ Seiko A nova criação inclui o Calibre 6R27, com indicador de reserva de marcha às 9 horas e indicador de data às 6 horas. O vidro é de safira com revestimento anti-reflexo na face interna, proporcionando uma excelente legibilidade a partir de qualquer ângulo. O Seiko Presage de Edição Limitada, comemorativo do 110º Aniversário da manufactura relojoeira da Seiko, está disponível em todo o mundo a partir de Janeiro de 2023. O modelo pode ser adquirido nas Boutiques Seiko ou nos agentes autorizados. Trata-se de uma edição limitada e numerada a 2.500 peças. @ Seiko Calibre 6R27 Frequência: 28.800 vibrações por hora (8 batimentos por segundo) Reserva de marcha: 45 horas Número de jóias: 29 Especificações Caixa em aço inoxidável Vidro de safira com revestimento anti-reflexo Tampa de rosca Diâmetro: 37,5mm, Altura: 12,6mm Resistência à água: 5 bar Resistência magnética: 4.800 A/m Bracelete em pele de cervo PVP recomendado em Portugal: 1.900€ Edição limitada de 2.500 peças Para mais informações visite a Seiko aqui.
- Horas Temporais
Actualmente as nossas horas são medidas uniformemente, todas medem exactamente o mesmo intervalo de tempo. Nem sempre foi assim, durante um período, achou-se mais útil que as horas não fossem uniformes. Isto significa que entre as diferentes horas não decorria sempre o mesmo tempo. O que aconteceu foi que o dia foi dividido em 12 partes, 6 de luz e 6 de escuridão que, naturalmente, variavam ao longo do ano. A este tipo de medição do tempo chama-se: horas temporais. Como se constrói um relógio que mede horas temporais? Masahiro Kikuno apresentou uma sugestão, há uns anos, baseada num relógio de Tanaka Hisashige. No seu relógio de pulso aplicou pela primeira vez a técnica dos marcadores móveis. Ao longo do ano os marcadores do relógio aproximam-se num lado e afastam-se no outro para permitir que existam iguais períodos de claridade e escuridão. Os japoneses chamam de Wadokei aos relógios de mesa que apresentam horas temporais. Masairo Kikuno conseguiu criar uma versão de pulso. A CRIAÇÃO DAS HORAS TEMPORAIS Os egípcios formularam um calendário civil com 12 meses de 30 dias, com cinco dias adicionados para aproximar o ano solar. Cada período de 10 dias foi marcado pela aparição de grupos estelares especiais (constelações) chamados decanos. Na ascensão da estrela Sirius pouco antes do nascer do sol, que ocorreu em torno da importante inundação anual do Nilo, 12 decanos podiam ser vistos no céu. O significado cósmico que os egípcios colocaram nos 12 decanos levou-os a desenvolver um sistema no qual cada intervalo de escuridão (e mais tarde, cada intervalo de luz do dia) era dividido em uma dúzia de partes iguais. Esses períodos tornaram-se conhecidos como horas temporais porque sua duração variava de acordo com a duração variável de dias e noites, com o passar das estações. As horas de Verão eram longas, as de Inverno eram curtas; apenas nos equinócios da Primavera e Outono as horas de luz do dia e da escuridão eram iguais. As horas temporais, que foram adoptadas pelos gregos e depois pelos romanos (que as espalharam por toda a Europa), permaneceram em uso por mais de 2500 anos. HORAS TEMPORAIS EM PORTUGAL Um exemplar de horas temporais pode ser visto na Casa-Museu Medeiros e Almeida. Para quem não conhece este é um museu a não perder, possivelmente com a mais importante colecção de relógios nacional. Alguns dos seus relógios podem ser conhecidos em grande detalhe no site da Casa-Museu . Entre todos referimos o relógio de 1808, construído pela Casa Breguet, pertencente a General Junot referido nos nossos artigos: JULIENA FILA A PARIS e JULIENA FILA A PARIS II .
- Singer Reimagined x Perpétuel com edição limitada do Flytrack
Singer Reimagined FlyTrack edição Perpétuel @ Singer Reimagined Criada em 2017 a Singer Reimagined tem conseguido manter-se fiel á ideia original do seu director e co-fundador Marco Borraccino. Ou seja, a de encontrar novas formas de melhorar a funcionalidade de um relógio articulando este aspecto com uma linguagem inovadora ao nível do design. O Track 1, o primeiro cronógrafo lançado pela marca era tudo isso, e muito mais. Para o sucesso contribuiu a utilização do calibre Agengraphe produzido pelos ateliers da Agenhor nos arredores de Genebra. O relógio acabaria por ganhar o prémio do GPHG para melhor Cronógrafo em 2018. Singer Reimagined FlyTrack edição Perpétuel @ Singer Reimagined A segunda criação da marca mexeu novamente com a tradicional funcionalidade do cronógrafo, mas desta vez sob a perspectiva de um minimalismo quase radical. Com efeito, o Singer Reimagined FlyTrack traduzia a funcionalidade de um cronógrafo flyback de uma forma verdadeiramente original. O ponteiro central de segundos podia ser colocado a zero e reiniciado de imediato apenas através do pressionar e soltar do botão às 2 horas. Com isso, o relógio passava a permitir o reinicio de uma cronometragem de forma rápida e sem a necessidade de passar pela habitual sequência de start-stop-reset. Singer Reimagined FlyTrack edição Perpétuel @ Singer Reimagined O movimento permitia assim uma sucessão de medição de eventos curtos, sem interferir na cronometria do relógio. A função podia também ser usada para colocar novamente o cronógrafo a “zeros”, permitindo assim um manuseamento preciso e prático. Por último, e de forma a contribuir para uma melhor legibilidade, as horas podiam ser lidas num disco rotativo colocado na periferia do mostrador. Singer Reimagined FlyTrack edição Perpétuel @ Singer Reimagined Com Hamdan Bin Humaid Al Hudaidi e Melika Yazdjerdi (ex Seddiqi/DWW), co-fundadores da Perpétuel sediada no Dubai, surgiu agora a ideia de lançar um novo olhar sobre o fabuloso Singer Reimagined Flytrack. Hamdan Bin Humaid Al Hudaidi e Melika Yazdjerdi @ Perpétuel A edição limitada optou por um mostrador verde fosco associado a um bordo dourado escovado. O ponteiro dos segundos do "Flytrack" funciona em articulação com uma escala de pulsómetro impressa com algarismos arábicos orientais dourados e graduada em 15 pulsações, a métrica clássica para a medição rápida da frequência cardíaca. Na periferia do mostrador, o disco das horas apresenta também algarismos arábicos orientais sobre um fundo de alumínio e cerâmica preta. As diferentes indicações de tempo destacam-se a laranja, garantindo uma maior legibilidade. Singer Reimagined FlyTrack edição Perpétuel @ Singer Reimagined Lançado numa edição exclusiva de apenas 10 relógios, o Singer Reimagined Flytrack Perpétuel Limited Edition vem acompanhado com uma pulseira de tecido verde em sintonia com a cor do mostrador. O preço é de AED 98.100 (antes de impostos). Para mais informações, visite a Singer Reimagined aqui, ou a Perpétuel aqui.
- Museu do Relógio - AZ-ZAIT
No passado dia 30 de Novembro o Museu do Relógio lançou um novo relógio baptizado de "Az-zait". Esta foi uma forma que Eugénio Tavares d'Almeida encontrou para homenagear o "ouro verde" da bacia mediterrânea, o Azeite. A ideia surgiu no seguimento de uma pós-graduação e resultou num relógio equipado com um Miyota 8215, com uma autonomia de 42h, e 42mm de diâmetro, com vidro e fundo de cristal de safira, mostrador de cor Verde-negroni e aro verde azeitona. É possível ser adquirido com correia, ou bracelete de titânio. A homenagem estende-se também a todos os que laboram no sector do azeite. Portugal é um grande consumidor e exportador desta gordura vegetal. O relógio foi idealizado e desenhado pelo Museu do Relógio e foi possível em parceri com a manufactura alemã "Boccia-Tutima". O relógio Az-zait tem uma garantia de 3 anos, e vem num estojo-caixa de madeira, artesanal, é acompanhado de uma garrafa de azeite premium, tal como uma mini-oliveira viva para convidar o seu contemplado a plantar a "oliveira do relógio" no seu jardim, varanda, cozinha ou sala. O relógio pode ser adquirido num dos dois Museus do Relógio, Serpa ou Évora, ou através do sítio da internet do Museu, com entrega em mão em 24/48h em Portugal Continental. Ainda no âmbito deste tributo, o Museu do Relógio fez uma parceria institucional com a Casa do Azeite, e irá promover vários eventos gastronómicos em fusão com relógios. Estes eventos de edição limitada serão denominados "Jantar de Az-zait" e o primeiro irá decorrer em Lisboa no dia 16 de Dezembro na nobreza arabesca da Casa do Alentejo, na Rua das Portas de Santo Antão. Prevê-se nos meses seguidos no Porto, Évora e Beja. Convite: AQUI. Especificações Técnicas: MOVIMENTO: Calibre: Miyota 8215 Rubis: 21 Autonomia: 42H CAIXA: Material: Titânio Diâmetro: 42mm Vidro: Safira Fundo: Rosca com vidro safira Bezel: Verde-negroni PULSEIRA: Material: Pele ou Titânio Cor: Verde-azeitona ou pele negra Para mais informação, clique aqui!
- Caça ao relógio na RODA
Quinta, dia 1 de Dezembro decorreu a RODA Anual, e no Sábado seguinte a inauguração tardia da nova Sede do IPR, mas o verdadeiro espetáculo aconteceu nos pulsos de todos os que nos visitaram. Aqui ficam alguns dos relógios que caçámos nestes dois dias. Maurice de Mauriac - L3 SPHERIC RED Numa combinação perfeita entre estética e técnica, começamos pelo Maurice de Mauriac - L3 SPHERIC RED. Calibre C99001 Caixa: aço inoxidável Tamanho da caixa: 40,5 mm Altura total: 12,99 mm Movimento: de corda manual, desenvolvido pela Concepto Tricompax 99001, personalizado para Maurice de Mauriac Funções: Cronógrafo e segundos pequenos; vidro de safira abobadado antirreflexo e fundo da caixa em safira Submostradores: - 3 horas: contador de minutos do cronógrafo; - 6 horas: meia hora do cronógrafo; - 9 horas: correndo continuamente pequenos segundos Correia: tiras feitas à mão feitas com o melhor couro Cores das braceletes: preto marfim, castanho rouge e castanho dourado “O layout horizontal tri-compax, muito popular entre os colecionadores de relógios, foi reduzido a linhas na mesa de trabalho de Schwaerzler – a razão de ser da série L. “No design é muito mais difícil retirar do que acrescentar e, na verdade, não se deve tirar apenas para reduzir, mas para melhorar a função e a estética” PORSCHE DESIGN P'6612 DASHBOARD Entre os felizes pulsos que visitaram a sede do IPR encontrámos um mítico Porche Design Ref. 6612.15.47.1169. O nome completo é: PORSCHE DESIGN P'6612 Dashboard Titanium. 42mm com horas, minutos, segundos, data e cronógrafo com 3 totalizadores, tudo numa caixa de titânio. Tag Heuer Formula 1 - 382.513 Um dos relógios mais divertidos da inauguração da sede do IPR, o TAG Heuer Ref.382.513. Directamente dos anos 90, este é um relógio honesto, de quartzo, com uma luneta rotativa, de 38mm. Marcou o início da série que dura até aos dias de hoje. Tag Heuer Monaco Ref. CW2113 A aguardar o electrocardiograma (cronocomparador) encontrámos um Mónaco CW2113 de 2003 o primeiro exemplar a ter uma caixa verdadeiramente quadrada. As versões anteriores tinham todas 40mm x 38mm, este é o primeiro modelo com 38mm x 38mm. No interior está um calibre 17, baseado num ETA 2894-2. Este cronógrafo automático Tag Heuer Monaco possui uma função de cronógrafo e de data. A referência CW2113 foi descontinuada e difere da reedição atual porque o vidro é plexi, para além de ser um quadrado de 38mm. Imediatamente reconhecível como uma homenagem ao relógio Steve McQueen do Grand Prix, a reedição da Tag Heuer foi, e é, a reedição mais popular e bem-sucedida da linha de clássicos. No cronocomparador portou-se lindamente com uma excelente amplitude e precisão. Jaeger-leCoultre Polaris Uma das estrelas da noite foi Jaeger-leCoultre Polaris. Pela primeira vez, o mostrador laqueado do relógio Polaris Date ostenta um verde tão profundo quanto subtil. Dependendo do jogo de luz, a cor evolui e transforma-se a partir de um verde escuro contrastante para um tom suave e luminoso. Os ponteiros são esqueletizados e têm pontas luminescentes. Em homenagem ao primeiro Memovox Polaris, o tom de baunilha do acabamento aumenta ainda mais o apelo visual marcante. A caixa de aço inoxidável de 42 mm com linhas nítidas possui um acabamento acetinado com polimento duplo e é complementada por uma pulseira de borracha verde de fácil remoção, com uma decoração em Clous de Paris. O fundo da caixa, em cristal de safira, revela os acabamentos da nova geração do Calibre Jaeger-LeCoultre 899. Desenhado, produzido e montado sob o mesmo teto, este movimento de manufatura oferece uma reserva de marcha de 70 horas, característica altamente prática para um relógio desportivo. Swatch Kalahari Todos os Swatch são muito importantes, foram eles que devolveram à industria relojoaria suíça o merecido reconhecimento desvanecido pelo aparecimento do quartzo. Este é um modelo com 37,5mm, com uma espessura de 6,6mm. É uma versão de 2001. Este relógio é uma homenagem à savana de areia semiárida de Kalahari, que cobre grande parte do Botsuana, tal como da Namíbia e da África do Sul. Rolex Explorer I - Ref.214270 Encontrámos um explorador entre os presentes, um Rolex Explorer com uns consensuais 39mm, de 2016, mostrador preto, com um movimento automático, bracelete Oyster, de 2016. No seu interior pulsa o calibre 3132, mecânico de corda automática, inteiramente desenvolvido e fabricado pela Rolex. Possui espiral Parachrom e amortecedores Paraflex. Como todos os movimentos Rolex Perpetual, o 3132 é um cronómetro suíço com certificado COSC. Rolex Explorer II - Ref.226570 Após o Explorer I, encontrámos um Explorer II. É um relógio bem diferente do anterior.O Explorer II é, afinal, um relógio de profissional, inventado para uma tarefa altamente específica: espeleologia ou exploração de cavernas. Este model branco é muito semelhante ao 216570 branco lançado há uma década. Existem diferenças, mas muito subtis. A versão anterior de 42 mm já era um relógio de pulso grande e simultaneamente fino, e isso continua com o 226570, que é um niquinho mais fino com 12,5 mm do que o ref 1655, o Explorer II que deu início a esta história. O movimento GMT atualizado tem o mesmo cal. 3285 visto no atual GMT-Master II e vem com um escape Chronergy mais eficiente, que se traduz numa reserva de marcha mais longa de 70 horas contra as 48 do cal. 3187, na última versão. Também possui um sistema de choque Paraflex, um espiral Parachrom, azul, anti-magnética, e um rotor montado em rolamentos de esferas. Maurice de Mauriac - Stan Smith Para quem gosta de ténis este não é certamente um relógio que possa passar despercebido. Trata-se de um relógio com a assinatura do mítico jogador de ténis Stan Smith. Stan Smith ganhou um total de 100 torneios, por esta razão foram feitos apenas 100 destes relógios em verde, vermelho e azul. A exclusividade não poderia ser maior, a homenagem não poderia ser mais impressionante. Daniel, Massimo e Leonard Dreifuss trabalharam com Stan Smith neste relógio por mais de dois anos. Esta é a destilação da paixão, competência, estilo e habilidade. Cada relógio veio com uma Natostrap, um porta-chaves, uma pulseira de borracha e uma bola de ténis assinada pessoalmente por Stan Smith. Neste caso o dono, assumido strapaholic, substituiu a correia original de aspecto desportivo por uma outra bem mais elegante. No seu interior está um ETA-28.24-2, protegido por uma caixa de 42mm. Patek Philippe Calatrava 1569 Uma das estrelas da noite foi o Patek Philippe com Ref. de corda manual. Caixa em ouro amarelo 18k (35 mm de diâmetro). Embora a foto não permita perceber, o mostrador é prateado. Os marcadores das horas são em ponto dourado e os algarismos são arábicos e aplicados. Este é um Patek Philippe superdimensionado que, infelizmente, não teve uma foto à altura. Calibre Patek Philippe Caliber 12’’’-120. Possivelmente é um relógio de 1950. Omega Geneve Stingray Cobra Automatic Men's Watch ref. 166.122 Possivelmente do ano de 1973 surgiu este Omega vintage, arraia cobra: Stingray Cobra Automatic Men's Watch ref. 166.122. No interior podemos encontrar um calibre 1481. A caixa tem 44mm, um enorme diâmetro, até para a actualidade. Este é um óptimo exemplo do design da era espacial dos anos 70. Existe uma versão com luneta rotativa, o que não faz muito sentido visto não ser um relógio de mergulho, independentemente disso, este é um relógio muito raro. O Stingray Cobra apresentou-se em duas versões, uma com o calibre 1480 e outra com o 1481. Um tinha uma função básica de data rápida, enquanto o outro apresentava uma função de mudança de data operada empurrando a coroa em direção à caixa. Este movimento bate a 21,600 vph, e é automático. Atlasphere Automatic Gunmetal Limited Edition A Xeric é uma marca americana de Mitch Greenblatt, mais conhecido por Horolovox, co-autor do livro Retrowatches e do site Watches.com. Mitch já foi entrevistado pelo IPR no World Time. Este é um relógio que exibe visualmente elementos da viagem no tempo da marca. Limitado a apenas 500 peças cada, o Atlasphere faz referência a fabricantes de globos do século 18 que começaram a exibir mapas celestes em esferas de vidro ao redor da Terra. O que faz muito sentido para o seu dono, especialista em Sistemas de Informação Geográfica. As linhas de longitude e latitude, bem como os minutos, são cuidadosamente galvanizados no vidro de safira e, juntamente com as camadas abaixo, criam uma perspectiva forçada única que muda conforme o ângulo de visão. Um planeta abobadado sobe até o centro do mostrador, aumentando o efeito 3D geral. O espaço sideral envolve o globo e permite que os minutos flutuantes sejam ocultados até que a lua, em órbita, revele a hora. A versão automática usa um movimento mecânico de corda automática Miyota, com uma reserva de marcha de 40 horas. Ernest Borel by Synchron Kaleidoscope Mystery Cocktail Ref. 560064 Por fim, um dos relógios menos úteis e mais excêntricos da RODA. Este é um relógio mistério pois o ponteiro dos segundos foi substituído por um disco giratório, no centro que cria um efeito de caleidoscópio. Existem várias versões dos Cocktail da Ernest Borel, todos têm algum tipo de efeito rotativo no centro. São relógios divertidos destinados para eventos descontraídos como a RODA. Este é o maior de todos os modelos, tem uma caixa de 37mm. Alimentado por um movimento de 17 rubis, calibre Synchron 21 Automatic. Trata-se de um modelo de 1978. A Ernest Borel foi administrada pela família Borel até que, devido à crise do quartzo, em 1975, foi vendida ao grupo Syncron, detentor, na altura da Cyma e Doxa. Estes foram apenas alguns dos relógios que passaram pela RODA Anual e pela inauguração da nova sede do IPR. A observação destes relógios foi um espetáculo paralelo impressionante.
- Relógios negros
Para sublimar os pensamentos negros que devem pairar pelas almas lusas neste momento, aqui fica uma explicação acerca da melhor forma de fazer um relógio negro. Nos últimos anos os acabamentos das caixas de relógio foram fundamentais para o lançamento de novos modelos. O desafio é criar uma camada que cubra o relógio e que ao mesmo tempo seja resistente a riscos e moças. AS TÉCNICAS MAIS NEGRAS DLC / PVD Em 1972, Ferdinand Alexander Porsche, neto de Ferdinand Porsche e designer do lendário 911, afastou-se dos automóveis para abrir sua própria empresa de design, a Porsche Design. Seu primeiro produto foi o Chronograph 1, um relógio cronógrafo com caixa de aço inoxidável e com pintura electrostática a pó, preta. Este é geralmente aceite como sendo o primeiro design de relógio totalmente preto. Marcas como a IWC e a Heuer lançaram, logo depois com suas próprias versões. O problema com esses primeiros relógios pretos era que a tinta revestida a pó saltava com muita facilidade. A solução: usar a deposição física de vapor (PVD) para adicionar um revestimento fino e duro de material preto na caixa do relógio que é quase impossível de remover, protegendo tanto o acabamento como o aço inoxidável por baixo. Desde então, o PVD (deposição física de vapor) e o DLC (carbono semelhante ao diamante) tornaram-se os métodos ideais para criar relógios totalmente pretos, embora nos últimos anos o uso de outros materiais naturalmente pretos, como compostos de carbono e cerâmica preta, tenha oferecido possibilidades muito interessantes. VANTABLACK® VANTABLACK® é uma marca de revestimentos super negros. Este revestimento foi criado por Ben Jensen, e revelado em 2014. É actualmente considerado o material mais escuro do mundo, absorve 99,965% da luz visível perpendicular ao material. Uma das carecterísticas é que mantém uma absorção uniforme da luz em quase todos os ângulos de visão. Esta técnica foi aplicada pela H. Moser & Cie. especialmente no seu Streamliner, apresentado na Watches and Wonders deste ano, 2022. Durante o evento esteve exposto frente a um pano de fundo VANTABLACK®, o resultado foi que apenas ficaram visíveis os ponteiros, como se pode ver na seguinte foto. OS RELÓGIOS MAIS NEGROS Os relógios negros têm várias vantagens e utilidades. Uma delas é por exemplo ver as horas no dia em que Portugal foi eliminado do Mundial. Aqui ficam algumas opções, ficamos a aguardar que nos digam qual é o vosso preferido na caixa de comentários. 1 - Audemars Piguet Royal Oak Perpetual Calendar 2 - Hublot Big Bang Integral Black Magic 3 - OMEGA Seamaster Professional Diver 300M "Triple Black" 4 - Panerai Submersible Marina Militare Carbotech 5 - Baume & Mercier Riviera Baumatic "Smoky Dial" 6 - Seiko Prospex Black Series "Captain Willard" 7 - Tudor Black Bay Ceramic 8 - TAG Heuer Monaco "Dark Lord" 9 - IWC Schaffhausen Big Pilot’s Watch 43 TOP GUN
- Voultilainen Horlogerie d'Art - JI-KU
Esta peça de arte única, baptizada de JI-KU, nasce numa colaboração entre o artista Tatsuo Kitamura e o Mestre Kari Voutilainen. No mostrador foram usadas técnicas de lacagem, como Saiei Makie e Somata Zaiku As matérias primas usadas para este bonito mostrador foram: Kinpun (pó de ouro), Jyunkin-itakane (folha de ouro), Yakou-gai (casca de mar grande turbante verde) e Awabi-gai (concha abalone da Nova Zelândia). Esta simbiose da tradição japonesa com as criações Haute Horlogerie suíça, representa uma obra de arte mecânica e visual abrangente que une o Oriente e Ocidente em perfeita harmonia. Características técnicas Voutilainen 216TMZ Ji-Ku Peça única Movimento fabrico próprio : com horas e minutos Construção: acabamento e montagem em Voutilainen Mostrador: indicação de horas, minutos e escala com cidades e outra com 24 horas. Correcção rápida da coroa Movimento: composto por 275 peças. Com 30mm x 6.00mm Escape: duas rodas de escape com impulso directo. Pontes: em prata alemã Rodas: construídas em ouro rosa Rubis: 44 rubis Reserva de energia: 60 horas Caixa e coroa: plap Tampa: aparafusada, com vidro safira anti-reflexo Mostrador: único criado pelo artista de lacagem Tatsuo Kitamura Ponteiros: ouro branco e aço, feitos à mão Correia: feita à mão, pele crocodilo













