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1089 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Complicação Inútil nº 2: repetidor de minutos

    Repetir as horas, os quartos de hora ou os minutos por meio de um mecanismo sonoro foi a primeira forma encontrada para anunciar o tempo e começou por ser uma necessidade prática. Atualmente, é um desafio para a mestria dos melhores relojoeiros. Mas este artigo não é apenas um artigo dedicado aos repetidores de minutos. É um artigo sobre a sua atual deliciosa inutilidade. Continuar a ler na Espiral do Tempo - >

  • Complicação inútil nº 3: a coroa plana inferior

    É pela coroa do relógio que dominamos o tempo. Com ela viajamos para o futuro, para o passado e definimos o presente. Com a coroa entre os dedos sentimo-nos os reis do tempo. É possivelmente esta a razão pela qual sobreviveu até aos nossos dias. Continuar a ler na Espiral do Tempo - >

  • Watch Garage Leather

    A ORIGEM O projeto Watch Garage Leather Works nasceu há mais de 2 anos atrás. Surgiu de uma vontade de fazer algo especial para os colecionadores. Algo que não fosse apenas baseado em fotos bonitas e marketing high end. Como qualquer colecionador eu próprio sou um aficionado de braceletes. Acho que uma boa bracelete pode fazer um bom relógio assim como uma pobre pode estragar todo um look do mesmo. Sempre tive dezenas senão centenas de braceletes no meu stock pessoal e não foi apenas uma vez que acabei por comprar determinado relógio apenas para fazer par com uma bracelete e não o contrário. Infelizmente tudo o que encontrava no mercado ou eram braceletes de qualidade medíocre, normalmente feitas na Ásia ou braceletes comercializadas por pequenas marcas europeias que infelizmente se transacionavam por preços altíssimos e que a maior parte das vezes provinham dos mesmos fabricantes asiáticos se bem que depois eram “embrulhadas” por histórias românticas de como eram feitas exclusivamente por artesãos velhinhos especialmente para o colecionador especial e coisas do género. Quem me conhece sabe que tenho uma dificuldade terrível em engolir marketing deste género. Algo que me motivou também a enveredar por este projeto foi a vontade fazer algo nacional. A minha experiência profissional anterior à relojoaria tinha-me dado a conhecer alguma da melhor indústria nacional no que diz respeito a produção de artigos em couro. Artigos esses que são do que de melhor se faz no mundo e comercializado por algumas das marcas mais reputadas mundialmente. A minha intenção era usar esse savoir faire para a criação de uma coleção de produtos com uma qualidade superior a tudo que se faz no mercado. Uma coleção feita por colecionadores para colecionadores. IDEIAS COM PROPRIEDADE Após mais de um ano em busca dos parceiros ideais finalmente encontramos a empresa perfeita para dar vida às nossas ideias. Todos os nossos produtos foram desenhados e totalmente desenvolvidos a partir do zero pela Watch Garage. Não olhamos para o que fazem os outros. Seguimos as nossas ideias desde o primeiro dia. Isso significou um trabalho árduo de tentativa e erro com dezenas de protótipos feitos ao longo de um ano. Formas, materiais, acabamentos, design, tudo foi aperfeiçoado ao longo desse tempo até se chegarmos a um único objectivo, a perfeita materialização das nossas ideias. CONSCIÊNCIA AMBIENTAL Todos os produtos WG foram desenvolvidos até à exaustão sem compromissos! Os nossos produtos usam apenas os melhores materiais e em respeito às mais altas normas ambientais. Usamos apenas produtos de tingimento vegetal e colas à base de água, todas as peles são hipoalergénicas e acabamos por desenvolver um produto único e inovador feito com uma “pele” à base de fibras de cacto e 100% animal free! Acreditamos que todas empresas por mais pequenas que sejam devem ter consciência social e ambiental e sempre que possível passar essa consciência a todos e em especial à próxima geração. O LANÇAMENTO Passados 2 anos de um trabalho árduo mas altamente satisfatório é com uma alegria e orgulho enorme que vemos os nossos produtos materializados e prontos para seguirem para os 4 cantos do mundo. Com a garantia de um trabalho de altíssima qualidade e orgulhosamente feito em Portugal. Com a ajuda de amigos, colecionadores, parceiros e toda uma comunidade que ajudou este projeto a tomar forma. Para nós é o culminar de um sonho e uma ideia e que esperamos agora outros possam desfrutar. André Sampaio Encomendas e informações em www.watch-garage.com

  • Alfaiates do Tempo - Curso de Relojoeiro esgota em 48h

    O Instituto Português de Relojoaria foi lançado no dia 1 de Dezembro de 2020, no dia 3 estavam submetidas 10 reservas de inscrição. No momento em que estamos a escrever este artigo a lista de espera conta com 14 inscritos. No IPR estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para criar uma segunda turma, que a ser criada, terá início alguns meses após a primeira. Ao longo do ano contamos organizar vários workshops sobre relojoaria, e já no início do ano vamos ter um workshop sobre correria - Artesãos de Escritório (construção de correias em pele para relógios). UMA RECEPÇÃO CALOROSA Ao fim de 10 dias de existência temos mais de uma centena de seguidores na nossa conta do Instagram: @institutoportuguesderelojoaria, várias notícias na comunicação social acerca do lançamento e 18 relojoeiros no Directório Nacional de Relojoeiros. A recepção por parte dos apaixonados da relojoaria tem sido bastante calorosa. Agradecemos a todos a forma como acolheram a ideia e o entusiasmo demonstrado. Contamos que o IPR fique por cá por várias gerações. Vamos recordar para sempre estes primeiros dias.

  • Porquê estudar relojoaria?​

    ​ Todos queremos ver tudo. Basta que alguém nos informe que está a esconder alguma coisa para que em nós cresça uma vontade descobrir o que é. Aliás, a melhor forma de suscitar interesse por alguma coisa é apenas não a mostrar a ninguém, dizendo que existe. Começa cedo. Quando somos crianças há um senhor que nunca ninguém vê, desce pela chaminé sem ninguém ver, voa num trenó cheio de guizos que nunca ninguém viu, a rena Rudolfo até tem um nariz brilhante que nunca ninguém viu e tem um saco com presentes para todos os meninos e meninas do mundo. Deve ser grande. Nunca ninguém o viu. Passamos a infância a tentar apanhá-lo em flagrante. Nunca ninguém o apanhou. Fizeram-se filmes, peças de teatro, canções sobre este momento. Que nunca aconteceu. Todos queremos ver tudo o que não podemos ver. Crescemos e tornamo-nos adultos. Olhamos para o nosso relógio e vamos trabalhar. Quando olhamos para o nosso relógio sabemos que funciona com rodas dentadas, molas, parafusos, alavancas, pivots. Alguns de nós, até fomos para engenharia, para percebermos bem como funciona tudo no mundo. Não nos voltam a enganar! Saber tudo, porém, deve ser muito aborrecido. Por isso usamos relógios, nunca sabemos exactamente como funcionam os relógios. Muitos de nós, em criança abrimos e desmontámos o nosso relógio. Muito poucos o voltámos a montar com sucesso. O tempo para desmontar o nosso relógio, em adultos, escasseia, e a coragem também. Sobram-nos os relógios de esqueleto ou com  aqueles que deixam ver o turbilhão. O Chronomètre FB 1.1 da Ferdinand Berthoud até tem duas pequenas janelas laterais que permitem espreitar o movimento. Devíamos todos ser relojoeiros, não digo viver de arranjar relógios, digo estudar relojoaria, saber como funciona tudo num relógio. Não deve ser assim tão difícil. ESTUDAR ​ Imagine que cada letra deste texto corresponde a uma peça, as possibilidades de recombinação não são infinitas, mas são muito elevadas. Com as letras deste texto, ou mesmo com as palavras, conseguimos facilmente fazer outro texto, sobre outro tema. Conhecer a mecânica das palavras demorou uns anos, mas não foi assim tão difícil, até chamamos primária à escola onde as aprendemos. E se fosse alguém fizesse um ensino básico para a relojoaria? Se com esse conhecimento começassem a recombinar peças e conhecimentos? Todos teríamos certamente uns pulsos mais felizes. O aumento da criatividade e da recombinação na relojoaria aumenta a curiosidade e devolve-nos ao melhor da infância. Todos queremos saber tudo o que se passa com as marcas principais, todos queremos saber tudo o que se passa com as marcas independentes, queremos saber tudo, não queremos que nos escondam nada. Pois bem, a melhor forma de saber tudo é parar de espreitar e começar a estudar. ​ MOVIMENTO E TRANSPARÊNCIA​ ​ Há um equilíbrio na exposição e na ocultação das coisas em que a nossa curiosidade é máxima. Um turbilhão suscita-nos muito mais curiosidade do que o mecanismo de escape comum. Normalmente há mais curiosidade acerca do funcionamento dos relógios mecânicos do que acerca do funcionamento dos relógios de quartzo. O Turbilhão é um mecanismo em esqueleto, conseguimos ver praticamente todas as peças, um mecanismo de quartzo é completamente opaco, apenas conseguimos ver os circuitos na face virada para nós, e sabemos que o que esconde não é muito diferente do que está à vista. Para além da transparência e opacidade há ainda o movimento, os mecanismos mecânicos movem-se, ao contrário dos de quartzo. Somos atraídos por movimento, ao ponto de até chamarmos ao mecanismo do relógio — o movimento, e queremos transparência. Queremos saber o que se esconde e olhamos para o que se move.

  • O moonwatch que nunca foi

    Este é daqueles relógios que admiro literalmente desde que me lembro e desde que comecei a gostar destas máquinas. Entretanto os gostos vão mudando, vamos experimentando novas coisas, descobrindo outros, mas este ficou sempre. Para não variar é uma daquelas peças que passa despercebida a muita gente, outros nem sequer o conhecem mas que de facto tem também uma historia fascinante ligada à exploração espacial, em particular ao processo de seleção que acabou por eleger o Omega Speedmaster como o relógio oficial do programa espacial Americano. Hoje vou falar sobre o Wittnauer 242T. Continuar a ler no blogue Horoduo - >

  • Omega Seamaster Ref. 176.001

    A Omega, no início dos anos 70, acabou por lançar alguns óptimos relógios desportivos. Hoje mostramos um Cronógrafo Seamaster, de 1973, referência ST 176.001. Este relógio não é apenas bonito pelo seu mostrador azul mate e caixa em aço arredondado, como também pelo acabamento em aço escovado. Porém, chamo a particular atenção para o movimento que equipa este item.

  • O tempo está morto. Viva o tempo.

    De Einstein a Rovelli, passando por Aristóteles e Newton, uma viagem pelos meandros do tempo que culmina na proposta de um relógio conceptual que nos dá a volta à cabeça. Albert Einstein usava um Longines de pulso que lhe foi, provavelmente, oferecido em 1931 e que acabaria por ser vendido, em 2008, por 74.000 francos suíços. Talvez tenha sido com este Longines no pulso que concluiu que o tempo não passa uniformemente (...) Continuar a ler na Espiral do Tempo - >

  • A Cerca da Vida

    Tudo na natureza é belo. Porém, tudo na natureza morre; logo, tudo na natureza é horrível. Este pensamento surgiu numa conversa entre dois amigos que passeavam nos Alpes suíços. Um deles era um reputado psicanalista de então, que levaria consigo, provavelmente, o seu relógio de bolso Carl Suchy & Söhne; o outro, um poeta por essa altura também bastante conhecido. O primeiro era Sigmund Freud; o segundo, Rainer Maria Rilke. A história deste passeio é contada por Freud num texto seu de 1915 intitulado «Sobre a transitoriedade». Continuar a ler na Espiral do Tempo ->

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