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- O Bicho que se segue #4
Se por um lado todos conhecem a expressão “no melhor pano cai a nódoa”, o contrário não encontra nenhum exemplo no léxico dos ditados lusos. Talvez porque sempre tivemos mais queda, como povo, para as histórias de escárnio e mal dizer. Mas a haver um relógio suíço a incorporar esta expressão desconhecida, ele teria neste Altiplano da Piaget que aqui apresentamos um exemplo ilustre de excelência a todos os níveis. Altiplano com mostrador esmalte cloisonné "Grand Feu" @ Piaget Mais uma vez, e parece ser já uma tradição desde que iniciámos esta saga do “O Bicho que se segue” aqui no IPR, trata-se de uma homenagem aos festejos da cultura chinesa que marcam a passagem do calendário no império do meio. Aliás, uma tradição na própria Piaget, já que este é o 12º modelo da casa suíça a marcar a efeméride e fecha o ciclo dos símbolos que compõem o Zodíaco chinês. Altiplano com mostrador esmalte cloisonné "Grand Feu" @ Piaget Ou seja, o coelhinho ataca novamente, mas desta vez sob a forma de um magnifico mostrador em esmalte “Grand Feu” e cloisonné criado pelo atelier da Mestre Anita Porchet. A equipa do atelier da artista, que colabora com a Piaget no domínio destes “métier d´art” desde 2006, criou uma série de 38 mostradores que se irão juntar a umas tantas outras caixas de ouro branco de 38mm, decoradas com 78 diamantes em talhe brilhante num total de 0,71 ct. Altiplano com mostrador esmalte cloisonné "Grand Feu" @ Piaget Esta edição limitada do Altiplano integra o excelente calibre de corda manual 430P. Um exemplo da capacidade da Piaget em dominar as exigências do extra-plano na relojoaria mecânica. Ou seja, a Piaget está de parabéns pelo magnifico coelho que tirou da cartola e que parece poder fazer corar de inveja muitos dos seus congêneres recentemente saídos da toca. Para mais informações sobre a Piaget, visite o sitio da marca aqui.
- Omega in Love
@ Chrono 24 O Dia dos Namorados remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor e o romantismo, ao qual hoje associamos a data, chega apenas depois do final da Idade Média. Seja como for, a efeméride comemora-se já este dia 14 de fevereiro, e a Omega foi a primeira a querer lembrar-nos dos “deveres” que ela acarreta. Para isso sugere dois modelos, um feminino e outro masculino, para quem ninguém possa chegar ao dia em causa e poder dizer que não sabia o que havia de oferecer. De Ville Mini Trésor em Ouro Moonshine™ de 18K @ Omega A escolha feminina proposta pela Omega traz consigo as suas próprias flores. O De Ville Mini Trésor em Ouro Moonshine™ de 18K inclui uma bracelete em tecido “Toile de Jouy” com um design floral em vermelho. Apresenta uma caixa de 26 mm com diamantes, e a temática floral estende-se até à coroa, decorada com um único diamante, rodeado por uma flor em cerâmica líquida vermelha. O mostrador abaulado, em esmalte Grand Feu branco-pérola, apresenta ponteiros revestido em Ouro Moonshine™ de 18K, e algarismo romanos. O modelo opta pelo calibre 4061, visível através do fundo em vidro de safira. De Ville Prestige de 41 mm em Ouro Sedna™ de 18K @ Omega Já a proposta masculina é um clássico absoluto. Na sua terceira geração, o De Ville Prestige de 41 mm em Ouro Sedna™ de 18K apresenta um mostrador abaulado azul-escuro com acabamento escovado. O modelo distingue-se pelos ponteiros em Ouro Sedna™ com tratamento PVD, pelos algarismos romanos alternados e os índices em cabochon. Para a aparência intemporal e clássica deste modelo contribui uma janela de data às 3 horas, um submostrador de pequenos segundos às 6 horas, e uma escala de minutos tipo “chemin de fer” na sua zona exterior. Apresentado numa bracelete em pele azul-escura este DeVille integra um calibre Master Co-Axial 8802 com certificação Master Chronometer visível através do fundo de caixa em vidro de safira. A Omega propõe uma garantia global de 5 anos, mas apenas para os relógios. A duração das relações amorosas, essas são da responsabilidade de cada um. Para mais informações sobre a Omega, visite o sitio da marca aqui.
- Vermelho marca o Revival do Defy A3691
Com a estreia de um Revival em edição limitada do modelo Defy no ano passado, a Zenith revisita o conceito com o Defy Revival A3691. Um modelo que marcou em 1971 o inicio da adopção por parte da marca suíça de um género de mostradores de grande impacto cromático. 1969 marcou um momento decisivo para a ZENITH. Não só a Manufatura apresentava nesse ano o calibre El Primero, como estreava a coleção Defy. O lançamento era considerado uma espécie de contraofensiva perante a onda de relógios de quartzo de origem asiática e norte americana que começava a ameaçar a relojoaria tradicional suíça. O Defy munia-se com os argumentos de um design arrojado e uma elevada robustez com os quais os relógios electrónicos produzidos em massa naquela época dificilmente conseguiram competir. E um dos primeiros modelos da coleção Defy foi o A3642, justamente apelidado de “coffre-fort” em francês. O sucesso do modelo levou a Zenith a introduzir dois anos depois mostradores com novas cores e um efeito vignette marcado que escurece em direção aos cantos. Entre as novas cores que a moda relojoeira começava então a adoptar de forma quase generalizada, estava o mostrador vermelho profundo do A3691. A robusta caixa octogonal do Defy vinha acompanhada de uma luneta de catorze lados, um mostrador vermelho profundo brilhante, marcadores de horas quadrados aplicados com ranhuras horizontais, e uma bracelete tipo “escada” em aço do fabricante Gay Frères. Defy Revival A3691 @ Zenith É este modelo que a Zenith agora revisita. O A3691 passa a ser o primeiro modelo Defy Revival a fazer parte da coleção permanente. Mas a semelhança estética esconde algumas diferenças em relação ao modelo do inicio da década de 1970. Em vez do fundo de caixa sólido do modelo original, decorado com uma estrela de quatro pontas que se tornou um dos logotipos da marca e um elemento de design recorrente nos anos seguintes, o Defy Revival A3691 apresenta um fundo de caixa em safira com o movimento de manufatura Elite 670 automático, que opera a uma frequência de 4 Hz (28 800 alt/h) e oferece uma autonomia de 50 horas. Defy Revival A3691 @ Zenith Mesmo com o acrescento do fundo de caixa, foi mantida a estanqueidade de 30 atm (300 metros) do modelo original. Na verdade, as únicas diferenças cosméticas entre o Revival e o seu progenitor são o vidro de safira, o fundo da caixa e o tipo de pigmentos luminescentes. Ao contrário do Defy Revival A3642, lançado o ano passado em edição limitada numerada, o Defy Revival A3691 irá juntar-se à coleção Defy permanente, passando a estar disponível nas boutiques e distribuidores autorizados da marca. Defy Revival A3691 @ Zenith Defy Revival A3691 Referência: 03.A3642.670/3691.M3642 Movimento: ELITE 670, automático Frequência 28 800 alt/h (4 Hz) Reserva de marcha: aprox. 50 horas Funções: horas, minutos e segundos ao centro. Indicação de data às 4h30 Acabamentos: nova massa oscilante em forma de estrela com acabamento acetinado Caixa: 37 mm Material: aço inoxidável Estanqueidade: 30 atm Mostrador: mostrador vermelho-rubi gradiente Índices das horas: revestidos a ródio e facetados Ponteiros: revestidos a ródio, facetados e revestidos com Super-LumiNova SLN C1 Bracelete e fivela: 27.03.1816.M3642 Bracelete em aço inoxidável tipo “escada”. Preço: 6900 CHF Para mais informação sobre a Zenith, visite o sitio da marca aqui.
- Sothebys leva a leilão Relógio Autómato de 1780 por William Carpenter para o mercado Chinês
@ Sothebys A Sothebys incluiu no seu leilão “The One” de 23 de Janeiro um relógio autómato musical ao estilo George III. Uma peça fabricada para o mercado chinês pelo relojoeiro londrino William Carpenter, e datada de 1780. A peça, cuja estimativa é de 200 a 300.000 USD vem acompanhada da seguinte informação: Com o desenvolvimento das rotas comerciais internacionais no século XVI, e o estabelecimento das empresas comerciais das Índias Orientais na Inglaterra, Holanda, Dinamarca e França no século XVII, grandes quantidades de produtos, incluindo sedas, laca e especialmente porcelana da China, foram exportadas para o Ocidente. onde foram muito valorizados pelas suas qualidades decorativas e exóticas. Em geral, o intenso fascínio europeu por todas as coisas chinesas não era correspondido pela Corte Imperial da China, com a notável exceção dos relógios capazes de operar de forma independente, uma forma de tecnologia desconhecida dos chineses na época. @ Sothebys O missionário jesuíta Matteo Ricci (1552-1610), o primeiro europeu a entrar na Cidade Proibida em Pequim, fez questão de oferecer ao imperador Wanli dois relógios de carrilhão durante uma visita em 1601, e que causaram sensação na corte. Os relógios passaram a ser apelidados de zimingzhong (sinos auto-soados) em chinês, que os ingleses mais tarde chamariam de 'sing-songs'. A partir deste momento, todas as futuras missões comerciais e evangélicas dos europeus à China passaram a incluir relógios como tributo ao imperador, e muitos altos funcionários adquiriram relógios aos mercadores de Hong em Cantão, que por sua vez os adquiriam aos comerciantes da Companhia das Índias Orientais. Ambos os imperadores Kangxi (reinou entre 1661-1772) e Yongzheng (reinou entre 1722-1735) eram colecionadores ávidos e, com a ajuda de missionários jesuítas e alguns protótipos ocidentais disponibilizados para estudo, foram capazes de desenvolver uma indústria local de fabricação de relógios. Uma carta do jesuíta e relojoeiro francês Valentin Charlier, datada de 1736, observou que 'o Palácio Imperial está cheio de relógios europeus, vários tipos e tamanhos de relógios e carrilhões, todos feitos pelos melhores artesãos de Paris e Londres. Existem mais de 4.000, e eu limpei ou consertei a maioria deles'. @ Sothebys O Imperador Qianlong (reinou entre 1735-1796) colecionava relógios e 'músicas' de forma apaixonada, se não mesmo obsessiva. Ele era mais atraído por relógios com funções musicais e automáticas do que pela sua vertente de precisão ou cronometria. O comércio relojoeiro de Londres em particular, respondeu a esta procura produzindo modelos especificamente adaptados ao mercado chinês, muitos dos quais estão hoje no Museu do Palácio de Pequim. Ao longo do século XVIII, diversos visitantes ocidentais comentaram a vasta quantidade de relógios da coleção imperial, entre eles George Staunton, secretário da importante Embaixada Macartney na Corte Chinesa em 1793, que comentou o seguinte: “Peças extraordinárias de mecanismo engenhoso e complicado... eram exportadas anualmente em quantidade considerável. Muitos desses artigos caros, obtidos pelos mandarins, sob a promessa de proteção dos seus inferiores, acabaram por chegar aos palácios do imperador e dos seus ministros, na esperança de obter o favor dos seus superiores" (citado em Catherine Pagani, Magnificência do Ocidente e Engenhosidade Europeia, Ann Arbor 2001 p. 102). @ Sothebys O Relógio proposto pela Sothebys apresenta um estilo George III, prateado e dourado em bronze e metal prateado com um quarto de batida musical. O relógio e o movimento datado de 1780, construído por William Carpenter, Londres, foram feitos para o mercado chinês. @ Sothebys O mostrador esmaltado de 4,1/2 pol. Está ladeado por mostradores menores indicando Strike/Silent e seis variações musicais (Song/Jigg/Minuette/Dance/Jigg/Dance), a placa circular prateada gravada 10 de março de 1780 (parcialmente escondida pelo mostrador subsidiário) e recortado por uma galeria encimada por uma arcada revelando duas fileiras de figuras de autómatos dourados que se movem frente a um fundo pintado. O movimento apresenta três trens de engrenagens com fuso e corrente e pinos externos paralelos às platinas. A música é tocada com recurso a oito sinos visíveis, tocados por martelos segurados pelas mãos de quatro músicos dourados, duas damas e dois cavalheiros, ricamente trajados. Um terceiro homem atrás, de pé, com um guarda-sol erguido esconde os sinos dos quartos e das horas. A platina principal assinada por William Carpenter London foi decorada com ramos de folhas enrolados e cesto de frutas. A caixa externa deste relógio apresenta esculturas com cornucópias de cada lado, um avental de acanto e quatro suportes de volutas. A base orlada com seis urnas e guirlandas de flores amarradas com fita descansa nas costas de quatro elefantes assentes sobre um suporte de ébano associado posteriormente a este relógio. Medidas 94,6 cm.; 53,4 cm.; 36,2 cm. A peça apresentada pela Sothebys apresenta semelhanças com os seguintes modelos. Relógio Autómato Musical de William Carpenter, ca 1780, Londres - V&A @ Sothebys Relógios importantes destinados ao Imperador eram por vezes produzidos aos pares, e um relógio autómato de modelo idêntico, também com movimento de William Carpenter e com alguns elementos florais adicionais, encontra-se hoje no Victoria & Albert Museum, Londres (Fig. 1; M.1108 -1926; ilustrado em Ian White, English Clocks for the Eastern Markets, Ticehurst 2012, pp.231-32, figs. 8.21a-e). A versão exposta no V&A tem um mostrador totalmente pintada e elementos florais adicionais e de contas em pasta que emanam dos vasos, assim como uma secção adicional de bronze dourado e patinado acima do tambor que esconde os sinos abaixo das figuras, que podem estar em falta no presente lote da Sothebys. O relógio no V&A também é totalmente dourado, enquanto que o lote atual é principalmente prateado, com vestígios de dourado na base e nos elefantes, sendo possível que a caixa fosse originalmente parcial ou totalmente dourada. Par de relógios Autómatos Musicais de William Carpenter, ca 1780, Beijing, The Palace Museum @ Sothebys Foi fornecido um par de relógios autómatos musicais quase idênticos ao Imperador Qianlong com movimentos de William Carpenter, com uma única figura marcante acima do tambor e os rostos representando uma composição arquitectônica muito semelhante, tradicionalmente considerada como a fachada da Carlton House, a residência do Príncipe de Gales em Londres. As peças estão agora no Museu do Palácio em Pequim (Fig. 2; uma ilustrada em 淸宮钟表集萃: 北京故宮珍藏 [Relógios e relógios da dinastia Qing da coleção na Cidade Proibida], Pequim 2002, p . 152). Outro par de relógios autómatos em bronze dourado de Carpenter de tamanho comparável e na forma de um grande palco encimado por uma roda de Catarina, está também exposto no Museu do Palácio (um ilustrado em Simon Harcourt-Smith, A catalog of various clocks, watchs, automata, e outros objetos diversos de artesanato europeu datados dos séculos XVIII e início do século XIX, no Museu do Palácio e no Wu yingtien, Pequim, 1933 Fig. XII). Esq: relógio autómato musical atribuído a William Carpenter, antiga colecção Hochshild, Londres @ Sothebys Dta: relógio autómato musical de William Carpenter, Halim Time & Glass Museum, Evanston, Illinois @ Sothebys Finalmente, dois outros autómatos de bronze dourado relacionados, com movimentos de Carpenter e a mesma composição de uma secção de sinos com mostrador principal flanqueado por mostradores subsidiários de toque/silêncio e seleção de melodia acima, apresentam uma construção semelhante em arcada com figuras em movimento: um anteriormente na Coleção Hochschild (Fig. 3); outro vendido pela Sotheby's London em 6 de julho de 2011, lote 100, que teve a base substituída posteriormente (Fig. 4); que está agora no Halim Time & Glass Museum, Evanston, Illinois, e agora com uma base de reprodução estilisticamente correta (ambos ilustrados em White, p.232, figs. 8.22, 8.23). Para mais informações, visite a página do Lote no sitio da Sothebys aqui.
- Back to black com o novo UR-112 Aggregat da Urwerk
UR-112 Aggregat Back to black @ Urwerk O novo UR-112 Aggregat Back to black da Urwerk apresenta-se num corpo de aço e titânio com uma arquitetura complexa, ou não fosse ele um Urwerk! Mas começamos pelo topo. A cobertura da caixa de aço é ranhurada e abre verticalmente para dar acesso às indicações de reserva de corda secundária e segundos digitais. O corpo central do relógio é de titânio com acabamentos escovado acetinado e tratado com jato de areia. As duas asas em aço enegrecido do UR-112 Aggregat Back to black encaixam neste corpo central onde cada zona, cada espaço, cada elemento tem a sua própria textura, o seu próprio acabamento e a sua própria linguagem. UR-112 Aggregat Back to black @ Urwerk O novo UR-112 Aggregat Back to Black pertence à linha Special Project. Trata-se de um distanciamento por parte da marca do conceito fundador de indicação de horas errantes, que se apresenta agora numa escala totalmente nova, com novos volumes a envolver o UR-122 Aggregat e o seu calibre UR-13.01. Segundo Martin Frei, designer e co-fundador da Urwerk, ”A inspiração para a linha 112 veio diretamente dos EUA. Felix e eu tivemos a sorte de descobrir a impressionante coleção de carros do Sr. Ralph Lauren. Entre os modelos mais raros estava o Bugatti Atlantic. Foi amor à primeira vista. As suas linhas perfeitas, as curvas que formam a carroçaria e mesmo as características Art Déco. Este Bugatti é uma verdadeira maravilha! Foi a musa que inspirou os meus primeiros desenhos do UR-112.” UR-112 Aggregat Back to black @ Urwerk Neste Urwerk não encontramos cubos, nem o habitual carrossel com satélites, nem a indicação com o setor de 120 graus como é o caso de tantos modelos que marcaram a história da Urwerk nos últimos 25 anos. O UR-112 Aggregat Back to Black apresenta horas saltadas e minutos sobre prismas. Deslocados para a frente do relógio, estes são visíveis nas suas caixas de cristal de safira. À medida que as horas saltam de um lado e os minutos avançam em incrementos de cinco minutos do outro, um indicador adicional mostra os minutos com uma precisão adicional. Segundo Felix Baumgartner, co-fundador da URWERK e mestre relojoeiro "Mais uma vez, deixámos a nossa coragem falar por nós ao fazer esta nave espacial, um verdadeiro OVNI que é um enorme desafio técnico. Este UR-112 é pura loucura em termos de mecânica e de acabamentos. A energia gerada pelo rotor central do UR-112 é distribuída em quatro direções ao longo de nada menos que 12 eixos. É uma verdadeira rede mecânica. Apenas poderemos fazer um número muito limitado destes relógios, mas fazemo-lo com um absoluto e puro prazer relojoeiro!” UR-112 Aggregat Back to black @ Urwerk O corpo central da caixa do UR-112 Aggregat Back to black contém os componentes que movimentam e regulam o calibre UR-13.01. Um tambor grande que disponibiliza 48 horas de reserva de marcha está acoplado a um rotor responsável pela corda automática. Pressionar os dois botões nas laterais do relógio abre a tampa e revela o indicador de reserva de marcha e os espetaculares pequenos segundos. Este último é composto por um disco de silício esqueletizado, preso a uma ponte de alumínio anodizado vermelha, uma característica já típica no design da URWERK. UR-112 Aggregat Back to black @ Urwerk Um eixo de transmissão destaca-se no meio deste emaranhado de componentes mecânicos. Medindo vários centímetros de comprimento, é possivelmente o componente mais longo na relojoaria mecânica contemporânea (excluem-se claro, as lâminas de mola dos tambores de corda). Para garantir a necessária leveza e rigidez, o elemento foi construído em titânio e garante o acoplamento com o módulo de indicação dos dígitos, localizado na parte frontal da caixa. A ligação é estabelecida graças a uma nova sucessão de engrenagens que acionam os prismas das horas e dos minutos através de duas engrenagens cónicas de 90°. Os prismas de alumínio preto com ranhuras laterais incluem uma camada de Super-LumiNova e encontram-se protegidos por sistemas planetários que garantem que giram tanto sobre o seu eixo como no espaço onde estão posicionados. Esta abordagem cinemática exige uma precisão absoluta e contribui para dar a este UR-112 Aggregat Back to black um design totalmente exclusivo e nada convencional. Algo a que a Urwerk já nos habituou. UR-112 Aggregat Back to black @ Urwerk Para mais informações, visite o sítio da Urwerk aqui.
- Hora do Cinema "4" - "Seeking Perfect, the Art of Watchmaking" por De Bethune
O documentário "Seeking Perfect - the art of watchmaking" leva-nos de Genebra a Sainte-Croix, onde encontramos o mestre relojoeiro e co-fundador da De Bethune Denis Flageollet. Apresentado por Wei Koh (fundador e editor em chefe da Revolution) e Todd Searle (fundador da WatchBox), os 36 minutos deste documentário permitem um olhar sobre o processo criativo de Dennis Flageolet revelando ao mesmo tempo a razão do grande sucesso da De Bethune ao longo dos últimos anos. Director - Dario Nucci. Art Direction - Kyle Ferino. Executive and Creative production - Gilles Sandoz, Around Communication.
- Laurent Ferrier Grand Sport Tourbillon Pursuit
Raramente se fica indiferente a um belo “Salmon Dial”. Aplicado sob determinadas condições ao mostrador, torna-se um factor de peso na apreciação positiva que fazemos de um relógio. A Laurent Ferrier não ignora este fenómeno e aplica-o no novo Grand Sport Tourbillon Pursuit, um modelo anunciado como um tributo à paixão pelo desporto automóvel que move o fundador da marca. Grand Sport Tourbillon com mostrador salmão @ Laurent Ferrier Esta nova versão do Grand Sport Tourbillon apresenta uma caixa com uma pulseira integrada, feita em titânio de grau 5, acrescentando um mostrador com tons gradientes de rosa salmão. Lançada até agora em diferentes edições bastante limitadas, esta nova versão pretende ser intemporal, pelo que passará a fazer parte da coleção permanente da marca, apesar da capacidade de produção se limitar a apenas 15 peças por ano. Grand Sport Tourbillon com mostrador salmão @ Laurent Ferrier O novo mostrador apresenta um acabamento opalino, onde os tons rosa contrastam com índices aplicados mais escuros em ouro branco tratado com rutênio e realçados com Super-LumiNova branca. Marcado com a assinatura LF, os já tradicionais ponteiros em forma de Assegai ligeiramente aumentados para acomodar a Super-LumiNova branca, completam o modelo. Um cristal de safira ligeiramente arredondado dá a este relógio o seu perfil de seixo arredondado. Grand Sport Tourbillon com mostrador salmão @ Laurent Ferrier A caixa do Grand Sport pesa apenas 118 gramas, e apresenta um diâmetro de 44 mm. Com um acabamento escovado acetinado circular, a luneta em forma de almofada apresenta flancos polidos espelhados contrastantes. A pulseira é composta por fileiras de 3 elos, com acabamento vertical escovado acetinado onde os elos centrais apresentam chanfros com um polimento espelhado. O Calibre LF619.01 com espiral dupla do Grand Sport Tourbillon com mostrador salmão @ Laurent Ferrier O novo Grand Sport Tourbillon integra o movimento LF619.01caracterizado por um acabamento contemporâneo. A carruagem do turbilhão com dupla espiral, visível através do fundo em cristal de safira, destaca a mecânica complexa deste movimento de turbilhão. Ao equipar a roda de balanço com duas espirais montadas cabeça-a-cauda, todo o deslocamento do eixo da roda de balanço é neutralizado. A integração destes dois sistemas proporciona uma excelente precisão e uma reserva de marcha de mais de 80 horas. Frente e verso do Grand Sport Tourbillon com mostrador salmão @ Laurent Ferrier Para mais informações sobre a Laurent Ferrier visite o sitio da marca aqui.
- Novos Corum para 2023
A Corum, a casa fundada por Simone Ries e René Bannwart em 1955, faz parte da história moderna da relojoaria. Uma história facilmente decomposta em três períodos bastante associados ás pessoas e empresas que comandaram os destinos da manufactura de La Chaux-de-Fonds até aos nossos dias; o período da fundação, seguido pela aquisição de Severin Wundermann em 2000, e finalmente a presente era marcada pela aquisição da empresa em 2013 pela Chinesa Haidan, agora conhecida por Citychamp. O género de relojoaria produzida pela marca mudou durante estas três regências e hoje, pode-se dizer, acompanha um gosto e estilo orientado para um público mais generalista. É dentro destes parâmetros que caem os novos modelos recentemente apresentados e que irão começar a chegar brevemente aos pontos de venda. CORUM Bubble 47 Automatic Luminescent Tiger Bubble 47 Automatic Luminescent Tiger @ Corum Foi durante a famosa mas defunta exposição de relógios de Basel, no ano 2000, que a Corum revelou pela primeira vez o seu irreverente Bubble. Com uma caixa sobredimensionada e um cristal abobadado quase a alcançar a forma da meia esfera, o Bubble foi uma ideia do já lendário Severin Wunderman. Aquele primeiro Bubble marcou o momento e o modelo rapidamente ganhou um estatuto especial entre os apreciadores da marca. Para 2023, a Corum apresenta duas versões do Bubble 47 com um tigre luminescente no mostrador. Possivelmente uma referência ao ano do tigre, que está quase a terminar. CORUM Admiral 42 Automatic Black Sandblasted Admiral 42 Automatic Black Sandblasted @ Corum Os novos Admiral 42 Automatic incluem agora uma versão Full Black Monochrome, trabalhada em aço inoxidável com um mostrador preto degradê e as bandeiras náuticas a cinza. Os tons monocromáticos marcam claramente este modelo, destacando-se o aço com um revestimento óleofóbico para o bisel, a caixa e a pulseira. Serão produzidas apenas 100 peças deste modelo. CORUM Admiral 38 Automatic Black Unisex Admiral 38 Automatic Black Unisex @ Corum Com o novo Admiral 38 Automatic, a Corum pretende tirar a questão do género da equação. O modelo de 38 mm é mais leve graças a uma caixa de titânio que assenta de forma confortável sobre o pulso. Acresce um movimento automático com massa oscilante visível através do fundo de safira. Este modelo preto com um toque de ouro inclui também o acabamento Grenadier Fendu no mostrador. À caixa de titânio preto junta-se uma pulseira de borracha em tom a condizer. Para mais informações sobre a Corum visite o sitio da marca aqui.
- Cronógrafo de Além Mar
Este Vacheron Constantin até pode ter sido lançado ainda no ano passado, mas é totalmente merecedor da nossa atenção, mesmo não se tratando de uma novidade de 2023. Overseas Chronograph @ Vacheron Constantin O mais recente cronógrafo da Vacheron Constantin pertence à colecção Overseas e apesar da aparência decididamente composta, o modelo cai inequivocamente nos parâmetros que, ainda hoje, definem um relógio desportivo. Esta ideia de um medidor do tempo de pulso destinado a ser abanado com pouca cerimónia ganhou definitivamente raizes na Vacheron Constantin durante a década de 1970 com o nascimento da célebre referência “222”. Lançado em 1977, o relógio apresentava os atributos estéticos e técnicos dos relógios desportivos da época no que se incluía uma resistência à água de até 120 metros. Desde o lançamento deste modelo histórico que o conceito não parou de evoluir, culminando em 1996 no lançamento da colecção Overseas, e em 2016 na sua reinvenção. Overseas Chronograph - duas braceletes e uma puseira à escolha @ Vacheron Constantin As linhas que definem e identificam o Overseas são manifestamente tão intemporais como contemporâneas. Para isso contribuem o aro hexagonal, que evoca a cruz de Malta, a coroa canelada, os acabamentos polidos e acetinados e um mostrador lacado translúcido com marcadores de horas e ponteiros em ouro facetado e luminescente. O fundo da caixa com cristal de safira revela uma massa oscilante em ouro de 22 quilates decorada com uma rosa dos ventos, um verdadeiro símbolo de viagem e de exploração. Overseas Chronograph @ Vacheron Constantin O modelo que fechou o calendário de 2022 da Vacheron Constantin é uma versão integralmente elaborada em ouro rosa 5N 750/1000 que combina o já conhecido mostrador da coleção, lacado a azul e com um acabamento acetinado com efeito raiado. O movimento de manufatura de carga automática é o Calibre 5200, equipado com roda de colunas encimado por um parafuso em forma de cruz de Malta, e com um rotor que recorre a uma liga de ouro mais densa de 916/1000. O modelo apresenta-se ainda acompanhado de três braceletes/pulseiras que podem ser trocadas sem a necessidade de recorrer a quaisquer ferramentas. Overseas Chronograph @ Vacheron Constantin Vacheron Constantin Overseas Cronógrafo Referência - 5500V/110R-B952 Calibre - 5200 Desenvolvido e manufaturado pela Vacheron Constantin, de corda manual automática com Rotor Overseas em ouro de 22 quilates 30,6 mm de diâmetro, 6,6 mm de espessura Aproximadamente 52 horas de reserva de marcha 4 Hz (28.800 alternâncias/hora) 263 peças; 54 rubis Distinguido com o Punção de Genebra Indicações Horas e minutos; Pequenos segundos às 9 h; Data Cronógrafo com roda de colunas (contadores de 30 minutos e de 12 horas) Caixa Ouro rosa 5N de 18 quilates 42,5 mm de diâmetro, 13,7 mm de espessura Aro em ferro macio que garante proteção antimagnética Com coroa e botões de rosca (um quarto de volta) Fundo em cristal de safira transparente Estanqueidade testada a uma pressão de 15 bar (aproximadamente 150 metros de profundidade) Mostrador Lacado em tons de azul, base acetinada com acabamento com efeito raiado, friso com acabamento aveludado e contadores com espiral concêntrica. marcadores horários aplicados e ponteiros das horas e minutos em ouro rosa 5N de 18 quilates realçados com Super-LumiNova® azul. Bracelete Em ouro rosa 5N de 18 quilates (com elos em forma de meia cruz de Malta, polidos e acetinados), com fecho de báscula triplo em ouro rosa 5N de 18 quilates e sistema de regulação. Pulseiras adicionais Pulseira azul em pele de bezerro com pespontes cinzentos-claros. Borracha azul. Modelo vendido exclusivamente nas Boutiques da Vacheron Constantin. Para mais informações sobre a Vacheron Constantin e o Overseas , visite o sítio da marca aqui.
- Caça aos Omega nos Golden Globes Awards
No passado dia 11 de Janeiro decorreu a 80º edição dos Golden Globes Awards. Foram reconhecidos os melhores filmes e séries de televisão tanto americanas como internacionais. Abott Elementary venceu três galardões, enquanto que os restantes foram distribuídos igualmente entre muitos dos nomeados. The Fablemans, The Banshees of Inisherin, Everything Everywhere All At Once, e The White Lotus levaram dois globos cada, com The Fablemans a arrecadar para casa os merecidos prémios de melhor filme de drama e melhor realizador de drama. Naturalmente que gostamos muito de cinema, mas sempre que há relógios pelo caminho as nossas atenções sofrem desvios muito acentuados. Desta vez a caçada foi aos Omega, acertámos em 11, aqui ficam os resultados: Nomeado para Melhor Actor Secundári, pelo seu papel em “The Good Nurse”, Eddie Redmayne usou um OMEGA De Ville Trésor Co-Axial Master Chronometer com uma caixa em Ouro Sedna™ de 18K. Referência do Relógio: 435.53.40.22.03.001 Geln Powell, uma das estrelas de “Top Gun: Maverick”, apresentou-se com o OMEGA De Ville Prestige Co-Axial Master Chronometer Small Seconds 41 mm. Referência do Relógio: 434.13.41.20.02.001 Nomeado para Melhor Actor, em “Under the banner of Heaven”, Andrew Garfield utilizou um OMEGA Seamaster Aqua Terra Co-Axial Master Chronometer de 38 mm. Referência do Relógio: 220.10.38.20.12.001 Nomeado para Melhor Actor Secundário, pelo seu papel em “The Banshees of Inisherin”, Barry Keoghan utilizou um OMEGA Speedmaster 57 Co-Axial Master Chronometer Calibre 9906. Referência do Relógio: 332.10.41.51.03.001 Ke Huy Quan, o grande vencedor na categoria Melhor Actor Secundário, pelo seu desempenho em “Everything Everywhere”, escolheu o OMEGA De Ville Prestige Co-Axial Master Chronometer 41 mm em aço e ouro amarelo de 18K. Referência do Relógio: 434.20.34.20.08.001 Nomeado para Melhor Ator de Musical ou Filme de Comédia, pelo seu desempenho em “Babylon”, Diego Calva usou um OMEGA Speedmaster Moonwatch in 18K Moonshine™ Gold de 42 mm. Referência do Relógio: 310.63.42.50.10.001 Outra das estrelas de “Top Gun: Maverick”, Lewis Pullman, escolheu complementar o seu estilo na passadeira vermelha com um elegante modelo OMEGA De Ville Prestige Co-Axial Master Chronometer 40 mm. Referência do Relógio: 434.13.40.20.0.1001 Um anterior vencedor de um Golden Globe e do Critics Choice Award, Matt Bomer esteve presente na cerimónia e usou um OMEGA De Ville Prestige Co-Axial Master Chronometer em aço e Ouro Sedna™ de 18K. Referência do Relógio: 434.23.40.20.06.001 A atriz e comediante Jenny Slate, usou um OMEGA De Ville Mini Trésor em Ouro Moonshine™. Referência do Relógio: 428.55.26.60.99.001 Paul Dano, uma das estrelas de “The Fabelmans”, de Steven Spielberg, usou um OMEGA De Ville Prestige Co-Axial Master Chronometer Power Reserve 41 mm. Referência do Relógio: 434.13.41.21.06.001 Danny Ramirez, outro dos atores de “Top Gun: Maverick” usou um OMEGA Seamaster Aqua Terra 150M Co‑Axial Master Chronometer 41 mm. Referência do Relógio: 220.10.41.21.03.001 Pode consultar estes relógios no sítio na internet da Omega, aqui!
- Hora do Cinema "3" - George Daniels, palestra sobre o escape CoAxial
Será talvez o maior sucesso de George Daniels no domínio da cronometria, mas tambem no campo da indústria da relojoaria. O escape CoAxial, tornado famoso pela Omega e aperfeiçoado por Roger W. Smith já fez correr rios de tinta havendo sempre alguém que prefira uma explicação mais pormenorizada do conceito. Felizmente, alguém teve a brilhante ideia de filmar a palestra que Daniels deu sobre este tema durante as comemorações do 30º aniversário do AWI (a antecessora do AWCI, o American Watchmakers-Clockmakers Institute) em 1990. São quase uma hora e dez de palestra que valem bem o tempo para quem se interessa por estes temas mais técnicos da relojoaria mecânica.
- As duas maiores estrelas de pulso no grande ecrã
Caçar relógios nos pulsos dos actores pode ser um vício difícil de controlar. Existem investigações enormes pelos fóruns e grupos acerca de que relógios aparecem no grande ecrã. Do ponto de vista do realizador, não fica muito bem mostrar um relógio de forma clara e também é bastante desesperante mostrar um relógio impossível de identificar. Não é fácil encontrar o equilíbrio entre estas duas opções. Para quem tem este hábito de caçar relógios no cinema, aqui fica uma pequena ajuda. Para quem não tem, aqui fica um incentivo à caça. As duas principais estrelas de pulso são também, naturalmente, dois dos relógios mais conhecidos do mundo: Rolex Submariner, Omega Seamaster. Preparem as vossas armas, vamos dar início à caçada! ROLEX SUBMARINER O Submariner foi lançado pela primeira vez em 1953 e é considerado um dos relógios de mergulho mais icónicos e desejáveis de todos os tempos. Foi projectado originalmente para mergulhadores profissionais, mas acabou por se tornar popular entre "mergulhadores de escritório". Tem um mostrador preto com marcadores de horas luminescentes e pode ter a data às 3 horas. A resistência à água foi inicialmente de 100 metros, foi o primeiro a ter esta capacidade de resistência. Trata-se de um dos relógios mais vistos na história da televisão e do cinema. Apareceu em muitas produções ao longo dos anos, aqui ficam algumas: James Bond: O relógio foi usado por muitos atores que interpretaram o agente secreto James Bond, começando com Sean Connery em "007 Contra o Satânico Dr. No" (1962) e continuando até Daniel Craig em "Spectre" (2015) The Persuaders! (1971-1972): Roger Moore usou o Submariner enquanto interpretava o personagem principal, Lord Brett Sinclair. The Deep (1977): Nick Nolte usou um Submariner quando contracenava com Jacqueline Bisset Jeremy Renner (2011) usou um Roolex Submariner no filme Missão Impossível, Mission: Ghost Protocol Estas são alguns dos filmes nos quais o Rolex Submariner desviou as atenções dos entusiastas de relojoaria. Existem muitos outros. OMEGA SEAMASTER O Seamaster pertence à linha de produtos mais antiga ainda produzida pela Omega. Foi introduzido em 1948, e baseado em projetos feitos para a Marinha Real Britânica no final da Segunda Guerra Mundial. A principal característica do Seamaster original era um vedante O-ring usado para impermeabilizar a caixa. O Omega Seamaster é o relógio de eleição de James Bond: "Goldeneye" (1995) - SM 300 Quartz "Tomorrow Never Dies" (1997) - SM 300 Auto "The World Is Not Enough" (1999) - SM 300 Auto "Die Another Day" (2002) - SM 300 Auto - SM 300 "Casino Royale" (2006) - SM 300 Auto Co-axial "Quantum of Solace" (2008) - PO 600 42mm "Skyfall" (2012) - PO 600 42mm "Spectre" (2015) - SM300 Spectre No time do die (2021) - SM300 edição 007 Os melhores terrenos para apoio à "Caça Horologica Cinematográfica" são mesmo os fóruns de relógios. Mas nada como perceber de que relógio se trata sem necessidade de consultar fontes adicionais.













